Quando se vê uma multidão tão diversificada agindo de forma tão unânime por uma causa tão mundial, é para desconfiar.Se você pensou em religião ecológica, acertou. De manifestantes que se atiram feito mártires na frente de tratores e navios a notícias sobre um apocalipse ambiental, a religião ECOLÓGICA ganha predominância no altar das causas planetárias. O ECOLOGISMO ganha adeptos de todas as cores ideológicas e religiosas.Estamos diante de mais uma farsa montada para destruir a religião católica e criar uma nova religião universal sem Deus , sem Cristo , onde a deusa terra será adorada como suprema divindade.
"Amados não creias em todo o espírito , mas provais se os espíritos são de Deus pois muitos falsos profetas se tem levantado no mundo"-1 João 4, 1.
domingo, 25 de agosto de 2013
Ecologismo na Igreja : Padre celebra missa em córrego poluído !!
Quando se vê uma multidão tão diversificada agindo de forma tão unânime por uma causa tão mundial, é para desconfiar.Se você pensou em religião ecológica, acertou. De manifestantes que se atiram feito mártires na frente de tratores e navios a notícias sobre um apocalipse ambiental, a religião ECOLÓGICA ganha predominância no altar das causas planetárias. O ECOLOGISMO ganha adeptos de todas as cores ideológicas e religiosas.Estamos diante de mais uma farsa montada para destruir a religião católica e criar uma nova religião universal sem Deus , sem Cristo , onde a deusa terra será adorada como suprema divindade.
sexta-feira, 23 de agosto de 2013
Novela Amor a Vida , da Rede Globo, criminaliza a religião cristã!!
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Pérsio o médico que se recusa a atender mulher que fez aborto |
Caros, no capítulo de ontem da Novela Amor a Vida ,da Rede Globo de TV , aconteceu uma cena que provavalmente passou desapercebida da maior parte dos telespectadores:
Os cristãos do Brasil precisam acordar e fazer campanha aberta contra a TV Globo e seu ataque sistemático a lei natural e divina.
Fica a questão então : o personagem muçulmano foi utilizado com que fins nessa palhaçada toda ? Existe algum risco de influencia muçulmana no Brasil no interior do debate contra o Aborto ? Não sabemos que não ! Quem são os grupos religiosos que de fato podem atrapalhar a legalização generalizada do aborto ? Católicos e protestantes ! Logo a Globo usa um muçulmano como um símbolo pra falar das religiões que não toleram o aborto atingindo assim TRÊS finalidades :
a) Se livra de um processo por atentado ao sentimento religioso ao não designar nem católicos nem protestantes de forma direta
b) Lança uma indireta a todas as religiões que se opõem ao aborto.
c) Lança supeitas sobre os movimentos pro vida de cunho cristão que militam pelo fim do aborto.
No mais peço desculpas pelo erro.
sábado, 17 de agosto de 2013
Resposta ao Tradição em foco com Roma ao artigo sobre o Rock !!

“O cigarro é negativo para a saúde mas não leva por si ao pecado.”
quarta-feira, 14 de agosto de 2013
DOSSIÊ DOM HELDER : O ARCEBISPO QUE COMUNISTIZOU A IGREJA NO BRASIL !
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Dom Helder , dito o "profeta da paz"! |
Quem foi Dom Hélder? Uns o consideram um hereges, outros defendem sua canonização. Entre estes vigora a tese de que sua preferência pelo social nunca esteve ligada ao socialismo e que associá-lo ao marxismo foi produto de uma acusação criada por direitistas para desmoralizá-lo.
Aqui nosso objetivo é avaliar, historicamente, se a acusação é pertinente afinal está em curso uma tentativa de elevá-lo aos altares, como se santo tivesse sido.
Em 1947, o Padre Hélder organizou o secretariado nacional da ACB ( Ação católica brasileira ) que tinha a finalidade de integrar leigos e a Igreja. Movimento espalhado pelo mundo inteiro e implantado no Brasil pelo Cardeal Leme em 1935, agora ele contaria com a vasta experiência do Padre Hélder que já havia militado no integralismo nos anos 30. Anos depois Dom Hélder diria de sua passagem pelo integralismo que "foi um erro de juventude". O aspecto social não era um forte dos meus mestres no seminário. Nossa visão era de que tudo se dividia em capitalismo e comunismo. E nos sopravam discretamente que dos males o menor. Pouco a pouco foi fácil ver que esse embate não era verdadeiro".
Sabe-se que nos anos 50 a ACB sofreu forte influencia de pensadores católicos humanistas - como Emmanuel Mounier (Mounier, segundo o padre Lima Vaz, "foi o mestre mais seguido pela juventude católica brasileira" dos anos 60: rejeitando categoricamente o sistema capitalista, ele considera que os cristãos podem aprender enormemente com o marxismo. Definindo sua própria filosofia social, ele escreve em 1947: "O personalismo considera que as estruturas do capitalismo são um obstáculo que se levanta no caminho da libertação do homem e que elas devem ser destruídas em proveito de uma organização socialista da produção e do consumo". E. Mounier, "Qu'est-ce que le personnalisme?" (1947), Oeuvres, III, Paris, 1963, p.244.), Teilhard de Chardin (Chardin teve suas obras condenadas pela Igreja por conta de seu monismo e de seu evolucionismo. O Santo Ofício solicitou ao Arcebispo de Paris que detivesse a publicação das obras. Em 1957, um decreto deste mesmo órgão decidiu que estes livros fossem retirados das bibliotecas dos seminários e institutos religiosos, não fossem vendidos nas livrarias católicas e não fossem traduzidos. Este decreto não teve muita adesão. Cinco anos mais tarde, uma advertência foi publicada, solicitando aos padres, superiores de Institutos Religiosos, seminários, reitores das Universidades que "protejam os espíritos, principalmente o dos jovens, contra os perigos da obra de Teilhard de Chardin e seus discípulos". Segundo esta advertência, "sem fazer nenhum juízo sobre o que se refere às ciências positivas, é bem manifesto que, no plano filosófico e teológico, estas obras regurgitam de ambiguidades tais e até de erros graves que ofendem a doutrina católica") e Jacques Maritain (Pai da noção de uma “cristandade laica”- uma civilização cristã sem um eixo religioso cristão , onde apenas a lei natural seria a norma e onde se faria a síntese do dogma católico com os princípios iluministas da liberdade religiosa e de consciência e igualdade; em suma Maritain defendia uma “cristandade” nova sem referência direta a Cristo!) além do Padre Louis Joseph Lebret (1897-1966), dominicano francês ligado ao movimento Economia e Humanismo, que durante a década de 50 influenciou o “pensamento social católico” diretamente ligado aos agentes da ACB.
Em suma: a ACB se transformou, nas mãos de Dom Hélder, em uma plataforma para uma síntese entre fé católica e marxismo que se realizaria através do influxo teológico e filosófico das idéias de Mounier , Maritain , Chardin , etc.
Na mesma época Dom Helder articulou com a Santa Sé a criação da CNBB (Conferência nacional dos Bispos do Brasil) com o claro objetivo de unificar a ação pastoral da Igreja no Brasil em torno das novas orientações que impunha a ACB , orientações de cunho socialistizante.
Dom Hélder na época dizia que à CNBB visava “coordenar e subsidiar as atividades de orientação religiosa , de beneficência , de filantropia e assistência social (In: Dicionário Histórico Biográfico Brasileiro p. 1525) em todo o Brasil". A atividade da CNBB nos anos que se seguiram ficaram mais marcadas por ações no campo social que por assistência caritativa ou orientação religiosa.
A criação da CNBB por meio da ação direta de Dom Helder teve uma razão específica: enfraquecer a posição do então líder da Igreja no Brasil, o Cardeal Dom Jaime de Barros Câmara, arcebispo do RJ e herdeiro do Cardeal Leme. O projeto eclesial do Cardeal Leme, continuado pelo Cardeal Barros Câmara, era a romanização dos ambientes católicos do Brasil ainda muito marcados por um catolicismo popular , pietista e sentimental.
Para Dom Hélder a figura de Dom Jaime como líder da Igreja no Brasil e porta voz dela era um escolho pois impedia que a Igreja Brasileira respirasse ares novos. A idéia de criar a CNBB amadureceu durante o Congresso mundial de Leigos em Roma em 1950 onde através de contatos com o Monsenhor Montini – futuro Papa Paulo VI- Dom Hélder consegue do Papa PIO XII a criação da CNBB.
Deste modo a CNBB brota de certo modo da ACB pois Dom Hélder, na qualidade de seu assistente, dela se valeu para convocar os dois primeiros encontros da hierarquia eclesiástica. Com a ligação estreita da ACB com a CNBB a primeira ganhou muito pois, ficando livre das diretrizes de cada bispo diocesano – alguns bispos eram avessos a linha progressista da ACB e costumavam limitar seriamente seu ativismo- passou a tratar diretamente com um órgão de representação nacional o que lhe trouxe mais autonomia para se manifestar sobre questões de ordem temporal sem precisar prestar contas aos bispos. Contando com a ajuda da CNBB a ACB pode se desviar, pouco a pouco, da Doutrina Social da Igreja e experimentar a síntese do pensamento social católico com as idéias marxistas.
No fim da década de 50, a ACB se aproximou decididamente de setores da esquerda política formando o que viria a ser a teologia da libertação.
A CNBB, sob influxo de Dom Helder que, segundo Della Cava, se tornou desde então o “líder de fato da Igreja Brasileira” (In : Dicionário Histórico Biográfico Brasileiro p. 1526), tornou- se rapidamente num órgão para a socialistização do catolicismo no Brasil: de um catolicismo popular pietista predominante e de uma tentativa de romanização sem sucesso nos anos do Cardeal Leme, para um catolicismo social engajado em lutas temporais. Em 1956 a CNBB liderou uma grande reunião em Campina Grande com ministros do Governo Kubitschek para “discutir os problemas socioeconômicos da região”.
Ainda nessa época Dom Hélder dava inicio à “Cruzada de São Sebastião” com caráter imanentista que buscava:
1-Promover, coordenar e executar medidas e providências destinadas a dar solução racional, humana e cristã ao problema das favelas do Rio de Janeiro;
2- Proporcionar, por todos os meios ao seu alcance,assistência material e espiritual às famílias que residem nas favelas cariocas; mobilizar os recursos financeiros necessários para assegurar, em condições satisfatórias de higiene, conforto e segurança,moradia estável para as famílias faveladas;
3- Colaborar na integração dos ex-favelados na vida normal do bairro da Cidade.
Embora a Arquidiocese do RJ já tivesse a Fundação Leão XIII que cuidava da assistência social aos mais pobre , Dom Helder resolveu criar a cruzada pelos seguintes motivos :
a) Aproximação da Fundação Leão XIII com setores políticos conservadores e antimarxistas como a UDN.
b) A Cruzada São Sebastião se concretizou graças ao apoio dum pacto entre os elementos mais a esquerda do Partido Social Democrata (PSD) e do Partido Trabalhista Brasileiro (PTB) que contava com elementos ligados ao PCB que não podendo existir oficialmente passou a parasitar o PTB. Os objetivos da Cruzada eram primariamente materiais: em primeiro lugar dar assistência material e só depois espiritual. Mas não nos enganemos: a Cruzada não tinha nenhum escopo evangelístico ou catequético de fato. Não havia um plano de assistência religiosa as famílias pobres no sentido de formá-las dentro da fé católica .Os objetivos da Cruzada eram basicamente materiais: dar conforto, higiene, segurança. Há que lembrar que muitos dos moradores das favelas eram imigrantes do interior do Brasil vindos para o sudeste em busca de trabalho, diante do surto industrial que o país vivia. Muitos desses imigrantes perderam ,na vida da cidade grande, a cálida experiência de religiosidade e piedade tradicional católica proporcionada pela vida no campo. Ainda que esta experiência de piedade católica fosse marcada por supertições populares, elas criavam um caldo de cultura -ainda que apenas superficialmente católica- que mantinha gerações e gerações ligadas umbilicalmente a Igreja. Nos ambientes urbanos essa cultura não existia. A assistência da Igreja se fez sentir no campo social, mas no campo religioso essa assistência era de menor grau ou nula. A despreocupação do clero com a questão da catequese abriu espaço para a proliferação das seitas neopentecostais de cunho protestante que invadiram os grandes centros urbanos e se espalharam , sobretudo sobre as periferias. A "cruzada" de cruzada só tinha o nome: não visava a conquista espiritual dos pobres mas apenas a atenuação de sua pobreza material
A cruzada contou, para o plano de urbanização, com a ajuda de arquitetos que buscavam, através do planejamento dos imóveis a serem construídos para abrigar os favelados, estimular o empoderamento do pobre em face das classes superiores dando-lhe acesso a vida em apartamentos que lhes proporcionassem uma nova consciência capaz de afrontar a questão da desigualdade de classes : “nos anos 40, o apartamento já era um símbolo de status para parte do universo das camadas médias brasileiras: “(…) o apartamento não surgiu, entre nós, como um recurso para atender às necessidades das classes modestas; até uma certa época, cuja limitação ainda não se pode definir perfeitamente pelo efeito da proximidade dos dias que correm, o apartamento foi, pode-se dizer, um luxo; hoje, se ainda não deixou de ser um luxo, tornou-se para a pequena burguesia dos funcionários públicos e empregados uma necessidade de aparência, de aproximação com a classe superior.” (In : CONSTRUÇÃO CIVIL.O observador Econômico e Financeiro, Rio de Janeiro, ano 7, n. 76, p. 13-21, mai. 1942. p. 14-15.) A cruzada seguiu uma tendência inovadora na arquitetura da habitação social brasileira, a qual fora influenciada pela vanguarda moderna e socialista européia dos anos 20 (formada por expoentes de movimentos e tendências artísticos como o Construtivismo russo, De Stijl e Bauhaus).O objetivo era claro: comunistizar a mentalidade dos pobres através de uma experiência estética e arquitetônica que dessa vasão a ideais coletivistas
Muitos bispos , clérigos e leigos marginalizados com a nova orientação que a Igreja no Brasil tomava se engajaram sob a liderança de Plínio Correa de Oliveira na criação da “Sociedade de defesa da Tradição , Família e Propriedade(TFP)" contrária ao catolicismo com engajamento social criado por Dom Hélder e asseclas. O núncio Dom Lombardi, porém, apoiava a facção social da CNBB , o que demonstra que ,sob o Pontificado de João XXIII, haviam ventos favoráveis soprando para Dom Hélder e a CNBB confirmando – os nessa linha de engajamento social marxistizante.
A influência de Dom Hélder não pararia na CNBB, mas se estenderia por toda a América Latina: em 1958 foi delegado do Brasil na 1 reunião do CELAM ( Conferencia Episcopal Latino Americana). Depois em 1960 foi eleito segundo vice presidente do CELAM.
Nesse contexto nasce a JUC ( Juventude Universitária Católica) no seio da ACB que era dominada pelo Arcebispo dos pobres. a JUC dos anos 1960-62 representou a primeira tentativa, em todo o continente, de desenvolver um pensamento “católico” utilizando elementos do marxismo. Apesar de seu fracasso imediato, lançou sementes que iriam germinar mais tarde - no Brasil e no conjunto da América Latina. Com razão Pablo Richard se refere ao Congresso dos 10 anos da JUC (1960) como "o início de uma nova etapa na história do cristianismo brasileiro e latinoamericano"(in :Pablo Richard; Morte das cristandades e nascimento da Igreja, S.Paulo, Edições Paulinas, 1984, p.154.). Cabe acrescentar que se tratava não só do movimento estudantil universitário : a JUC foi para o campo da educação popular (MEB) e mais tarde para o terreno da ação política (AP).
Os ideólogos jucistas diziam não se inspirar em Marx mas ao mesmo tempo rejeitavam o tabu anti-marxista (rejeitam portanto que sejam contrários ao marxismo, ao menos lhe reconhecendo alguns méritos e algum valor); segundo dizia o então líder da JUC Herbert de Souza( O conhecido sociólogo Betinho que nos anos 90 criou o programa "Natal Sem Fome"), "não temos Marx como mestre, pois já tínhamos um outro, antes. Mas sabemos valorizar Marx também".
Diante disso tudo fica a questão : Por que o Brasil foi o primeiro país em que esta mistura confusa de cristianismo e marxismo pôde se desenvolver - conseguindo, no curso dos anos de 30 a 60, maior impacto do que em qualquer outra Igreja da América Latina?
A resposta é clara: não fosse a articulação de Dom Helder isso não teria sido possível. Foi através dele que o marxismo chegou a ACB e por meio dela aos mais diversos ambientes eclesiais. Sem a fundação da CNBB, sob os auspícios de Dom Hélder, a generalização duma linha socializante de ação da Igreja no Brasil não teria sido possível.
Sobre as posições de Dom Hélder no campo ideológico cabe citar à famosa entrevista dada por D. Helder Câmara à revista "L´Express", publicada por esta revista no princípio de junho de 1970 e aqui reproduzida em todos os jornais (na íntegra, no "O Estado de São Paulo", de 5 de julho de 1970). Essa entrevista apresenta o que foi sua vida no seminário. É assim que menciona, que um "grande padre" que não nomeia o livrou do temor de Deus e lhe deu uma "visão muito confiante da vida da qual o pecado está excluído". "Eu não tinha medo de Deus. Eu tinha confiança nele". Diz que "não era obediente" e que não se fez "filho de Maria" porque "eu ria, eu falava, eu zombava, eu era normal". Dá um exemplo: era proibido, no seminário, falar nos corredores, "mas eu não aceitava essa proibição, eu falava". ― Sozinho? Pergunta o entrevistador. ― "Não", responde, "eu procurava corromper os outros". Depois entra na parte política em que afirma que: a "Igreja era uma força alienada, que se alienava a si mesma. "Convencemo-nos de que era preciso 'conscientizar' as massas". Mais adiante explica o que entende por "conscientizar": "É fazer tomar consciência da injustiça e da necessidade de fazer pressão para a libertação". Afirma que "Che Guevara" era um gênio que ele admira:
"Eu respeito todos aqueles que, em consciência, escolhem a violência ativa: Che Guevara ou os jovens que fizeram a mesma opção entre nós. Porque eles se sacrificam pela justiça". O entrevistador do L´Express pergunta: ― Já não acredita na guerrilha urbana? D. Helder responde: "Já não acredito. Eu não digo isso para desanimar esses jovens que tentam alcançar a libertação de nosso povo. Eu os amo e persigo o mesmo fim. Eles são extraordinários esses guerrilheiros urbanos. Eles têm coragem. Eles assaltam bancos para obter dinheiro, a fim de comprar armas. Mas quando se conhece um pouco o preço das armas sabe-se perfeitamente que eles nunca terão o suficiente... O sr. há de dizer que eles têm êxito com o seqüestro de personalidades. Mas alguns são apanhados. Eles são torturados e por vezes falam. É muito difícil resistir quando eles arrancam as suas unhas e esmagam seus testículos".
As declarações acima não deixam dúvidas de que Dom Hélder concordava com o fim perseguido por Lamarca, Marighela, entre outros guerrilheiros que era nada mais que a coletivização dos meios de produção, em suma, comunismo. Para o arcebispo, Che, um dos líderes da revolução cubana que tomou coloração comunista quando Fidel chega ao poder em 1959, lutou pela "justiça" que indica o que Dom Hélder entendia pelo vocábulo: a criação duma sociedade comunista. Sobre ser esse o objetivo perseguido por Che não restam dúvidas, bastando aqui lembrar o famoso discurso de Guevara a Juventude cubana no Teatro Chaplin em 1962:
"Num dado momento, num dia qualquer dos anos que venham, após passarmos muitos sacrifícios, depois de termo-nos porventura nos visto muitas vezes à beira da destruição, de assistirmos à matança de muitos de nós e de reconstruirmos o que foi destruído, ao fim disso tudo, um dia qualquer, quase sem repararmos, teremos criado, junto dos outros povos do mundo, a sociedade comunista, o nosso ideal".
Dom Hélder ao deslocar o eixo da Igreja no Brasil dos assuntos de cima (salvação, santidade, vida eterna, pecados, virtudes, oração) para os de baixo (salário, moradia, emprego, justiça social), apelando para a caridade cristã com o próximo, atuou subvertendo o sentido ínsito da fé católica mas não sem vestir tal subversão com uma capa de aparências piedosa: o apelo as obras de misericórdia corporal e ao desapego aos bens materiais na verdade serviam, dentro do projeto que Hélder tinha em mente para a CNBB, não à edificação do homem católico e da superação do capitalismo por uma economia cristã mas sim a um projeto político ideológico identificado com o marxismo.
sábado, 3 de agosto de 2013
Evo Morales a ponto de criar uma Igreja Católica Nacional na Bolívia

sexta-feira, 2 de agosto de 2013
Resposta ao sr Guilherme vocalista do Rosa de Saron
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Visual "católico" do vocalista Guilherme do Rosa.Jesus aprova !! |
Chama católicos que creem no Dogma "Fora da Igreja não há salvação" de bitolados
Afirma que isso é coisa do século passado, ou seja , afirma que Dogmas de fé podem ficar caducos
Fala de respeito as outras religiões : o que a Igreja venera nelas são as sementes de verdade natural que orientam para Cristo e não elas em si mesmas.
Fora isso cometem erros crassos : falam de João Paulo II e passam por cima de Bento XVI - que certamente devem odiar - dizem que a China tem 1 bilhão de habitantes ( Nem Geografia eles conhecem : a China tem 1,2 Bilhões ) todos não católicos : Não ! A China tem um grande contingente de Católicos sim e que são perseguidos !