terça-feira, 15 de setembro de 2020

Prazer "divino": a heresia sexual de Bergoglio




Não foi com surpresa que fomos pegos perante a notícia de que Francisco teria afirmado ser o prazer sexual algo "divino", sobretudo em face de seu histórico de declarações bizarras e que não se coadunam com a tradição da fé. A maioria dos órgãos de mídia deram destaque a essa fala de Bergoglio como a dizer que a Igreja estaria entrando no contexto da revolução sexual que consistiu, justamente, na legitimação do prazer: que foi o anticoncepcional e mesmo o amor livre dos anos 60/70, como também a camisinha e demais métodos contraceptivos, senão a liberação do ato sexual do fórceps da procriação, permitindo que as pessoas buscassem o orgasmo como um fim em si e desconexo do matrimônio?

Há quem gostaria de acreditar que se trata de mais uma manipulação feita pela mídia para extrair das falas de Francisco a interpretação mais progressista possível a fim de legitimar a mudança radical de costumes seja na sociedade seja no interior da Igreja. Para alguns neoconservadores estaríamos perante uma "conjura" midiática. Na falta de provas consistentes desta conspiração o que resta como fato no meio de tanta narrativa é que a única conjura real é a dos neoconservadores sempre prontos para blindar as falas de Bergoglio de possíveis interpretações aviltantes a fé dando a impressão que tudo segue como "dantes no quartel de Abrantes". Porém os fatos avultam.

O primeiro deles é que, de fato, Francisco afirmou que o prazer é "divino". Para provar isso trazemos a fonte originária da afirmação: uma conversa entre Bergoglio e Petrini, um gastrônomo e escritor, sobre "ecologia integral" - a velha heresia da mater natura como fonte originária de todo o ser – que foi reproduzida pelo site de notícias do Vaticano - o Vatican News. Será que, desta vez, os católicos sempre a postos para blindar Bergoglio poderão acusar o site em tela de partícipe da conjura contra Francisco? Improvável a na ser que renunciem a realidade e enveredem, de vez, pelo mundo da fantasia e do subjetivismo. 


Reproduzimos aqui o trecho referido e o link da entrevista:



Igreja e prazer: um bem que vem de Deus


Em favor do prazer da comida que "não é abundância, mas sobriedade", o convidado agnóstico provoca o Pontífice, afirmando que "a Igreja Católica sempre mortificou um pouco o prazer, como se fosse algo a ser evitado". O Papa Francisco não concorda e lembra que a Igreja condenou o "prazer desumano, vulgar", mas aceitou o prazer "humano, sóbrio".


O prazer vem diretamente de Deus, não é católico ou cristão ou qualquer outra coisa, é simplesmente divino. O prazer de comer serve para nos manter saudáveis através da alimentação, assim como o prazer sexual é feito para tornar o amor mais belo e garantir a continuidade da espécie” - https://www.vaticannews.va/pt/papa/news/2020-09/laudato-si-terra-futura-papa-francisco-carlo-petrini.html


Percebam que Petrini entende mais de catolicismo do que Bergoglio: o ateu reconhece que, na história, a Igreja sempre manifestou desconfiança ante o prazer levando os fiéis ao caminho da mortificação, que quer dizer, da morte dos sentidos para obterem a vida em Deus, a via crucis do sacrifício.


Francisco, contudo, prepara um veneno em meio a um banquete, enganando, de forma sorrateira, os simples fiéis ao ensinar uma verdade misturada com uma falsidade: o prazer vem de Deus, sim pois é obra dele, mas disso ele conclui que é “divino”, ou seja, da mesma natureza do sobrenatural. O prazer sexual e gastronômico é meramente natural e atende a fins naturais: a procriação e a saúde. É um estímulo colocado na natureza para garantir a perpetuação da vida biológica. Em segundo lugar, é preciso recordar que o impulso para o prazer, no homem decaído, está em profunda desordem. No paraíso a concupiscência – ou seja, este ímpeto para comer e reproduzir – estava plenamente sob o controle da razão e do espírito humano. O corpo não estava num estado de rebeldia como sói ocorrer agora, no estado de queda em que nos achamos. Agora nosso corpo já não atende mais ao comando do espírito, assim como o espírito, frequentes vezes, se dobra ao impulso do corpo, numa clara inversão da ordem e hierarquia que deveria reinar no interior do homem. Tomemos a libido como exemplo: Santo Agostinho na Cidade de Deus, volume 2, Livro 14, Capítulo 23, assegura que, no Éden, os órgãos sexuais obedeciam a razão sem o recurso da libido, o que significa que, para a consecução do ato sexual não concorria o impulso carnal do prazer mas antes a ativação da mente, o que não significa que não houvesse prazer na conjunção carnal mas que não era a “fome” instintiva de satisfação a causa eficiente dela.


Claro está que após a queda os órgãos venéreos se rebelaram o que significa que passaram a estar sob domínio do instinto – ao que Santo Agostinho atribui a razão de usarmos vestimentas pois, já não estando isentos da “libido vergonhosa”, para usar sua expressão, responsável por ereções e furores involuntários, a falta duma roupagem tornaria inviável a vida social que exige o controle do ímpeto libidinoso.

Na religião católica, portanto, o homem deve manter uma guarda interior no tocante aos prazeres praticando a mortificação para viver a vida da graça; isto não quer dizer, porém, que a mortificação deva destruir a natureza, mas domá-la, subjugá-la e submetê-la em tudo. Não julgamos que cada um dos movimentos da natureza seja mau ou culpado em si mesmo. Ela, porém, tende para o mal; deixando-a livre e dando livre curso a busca do prazer, sem a vigilância interior, é sempre de se temer que ela abuse de sua liberdade para seguir seus maus instintos. De modo que Francisco ao dizer que a Igreja apenas rechaçou “o prazer desumano, vulgar” falsifica a realidade: se a Igreja apenas rechaça a falta de sobriedade e autoriza todo prazer legítimo ela acaba no naturalismo filosófico dos gregos que apenas preconizavam a moderação nos prazeres da vida, a frugalidade e simplicidade dos prazeres e nunca a mortificação. A Igreja vai além: ela incentiva não apenas a virtude mas a mortificação dos sentidos, ou seja, a crucificação da nossa carne, da nossa natureza em prol da graça. Francisco ignora essa dimensão e faz o catolicismo coincidir com o naturalismo grego.


A mortificação prossegue um fim diferente da mera moderação dos apetites. E precisamente por causa do seu fim específico que é submeter em tudo a natureza à graça; a mortificação vai mais longe do que elas pois impõe aos sentidos, às paixões, a todas as nossas faculdades, enfim, privações, sacrifícios que as outras virtudes cardeais não exigiriam ao menos diretamente. Assim a modéstia e a castidade interditam aos olhos todo olhar imodesto; a mortificação abster-se-á às vezes de contemplar os mais inocentes espetáculos. A temperança e a sobriedade impõem a moderação no beber e no comer e proscrevem todo ato de gulodice e outros atos semelhantes; não contente de guardar as leis da moderação, a mortificação se nutrirá de privações e amarguras, se alegrando na cruz.


Citemos exemplos admiráveis de mortificação: São Luiz de Gonzaga, que evitava até olhar para sua mãe; São Bernardo, que, após um ano de noviciado, não sabia se sua cela era de estuque ou de abóbada; o Santo Cura d’Ars, que se impunha não cheirar uma flor, não beber quando sentia sede, não enxotar uma mosca, não dar aparência de sentir algum mau cheiro, não manifestar jamais desgosto de objeto repugnante, não se queixar de coisa alguma que se referisse a ele, nunca se assustar, não se encostar quando de joelhos. E as austeridades de Santo Afonso, dum São Pedro de Alcântara, dum São João da Cruz, que, para reduzirem seu corpo à servidão, o submetiam a um verdadeiro e contínuo martírio, e que em nada seguiam os seus gostos naturais? Será que eles apenas rechaçam o prazer vulgar? Não, mas até mesmo prazeres legítimos.


A religião católica não é uma religião natural mas sobrenatural. Bergoglio passa por cima disso e a trata como se sempre tivesse sido um mero filosofismo a advertir os homens de seus excessos e não a religião do calvário.


Por outro lado a divinização do prazer é uma heresia típica da cosmovisão esotérica que vê o sexo enquanto meio de transcendência, de união com o absoluto, onde a mulher representaria a sophia, a parte feminina de Deus, enquanto o homem a parte masculina, resultando da conjunção carnal e do orgasmo uma experiência de unidade transcendental – mística. Estar unido a Deus neste caso seria como estar unido como homem e mulher. A vida eterna da alma e o paraíso neste mundo consistiriam na transubstanciação da união do homem com a mulher. Houve, por exemplo, os ritos coletivos dos Khlystis eslavos que incluíam a união sexual de homens e mulheres considerados uns como encarnações do Cristo, outras como encarnações da Virgem, um heresia sexual que via a união carnal como “divina”. Isto tudo remonta ao paganismo cujo caso mais típico é o dos Mistérios da Grande Deusa, onde se utilizavam práticas eróticas tendendo, precisamente, a atingir a transcendência. Há, também, uma tradição cabalista recolhida por Jacó Boehme que parte da idéia de que na origem, o ser humano devia ter sido criado andrógino, reunindo em si os princípios masculino e feminino. Para ele o sono de Adão não foi o estado em que foi mergulhado quando Deus quis tirar a Eva do seu corpo, esse sono é apresentado como o símbolo duma primeira queda; para Boehme isso faz alusão ao estado em que se encontrava Adão quando, abusando da sua liberdade, se separou do mundo divino e se imaginou no da natureza, tornando-se terrestre e degradando-se. Certos continuadores de Boehme associaram este sono quer à vertigem de que Adão se sente possuído ao ver o acasalamento dos animais, quer ao seu desejo de os imitar. A aparição dos sexos teria sido uma conseqüência desta queda original. Teria sido, contudo, também um remédio divino, como se Deus, ao ver o estado de privação e de desejo em que, a partir desse momento, se encontrou o ser decaído, lhe tivesse dado Eva por mulher para evitar conseqüências piores e lhe facultar uma retorno a ele através da experiência transcendente da união sexual com a fêmea, numa clave mística.


Bergoglio ao considerar o sexo 'divino', entra no terreno movediço do esoterismo e do misticismo, no plano da mais atroz heresia que retoma tradições pagãs. Na tradição católica em razão do pecado o sexo deve estar sob o regime do matrimônio – remédio para a desordem da concupiscência – que tem como fim primacial a reprodução e não o prazer, um mero meio para o fim sumo do mesmo qual seja gerar novos corpos para serem animados por almas imortais criadas por Deus, permitindo ao homem participar da obra criadora do Pai. Considerar o prazer “divino” é torná-lo um fim em si e, ao mesmo tempo, advogar o misticismo esotérico além de legitimar a revolução sexual que, aliás, se alimentou em doses generosas dum misticismo hindu, caso do movimento hippie dos anos 60/70 e seu contínuo recurso a cultos orientais de cariz pagão/tântrico além de sua filosofia do “amor livre” que fizeram a sociedade avançar na direção da quebra dos antigos tabus católicos sobre o sexo.


segunda-feira, 7 de setembro de 2020

7 de setembro de 2020: não há nada a comemorar mas muito a pensar!

A imagem pode conter: uma ou mais pessoas e pessoas em pé




Já mostramos aqui que o processo de separação de Brasil - Portugal em 1822 se tratou dum estratagema anglo-maçônico pois o projeto originário de Dom João VI - o verdadeiro libertador do Brasil - era integrar o nosso país ao Império Português, como Reino Unido dentro dum quadro que nos garantiria uma grandeza que a dita independência nos retirou em razão do fato de, desde o começo do Império, termos ficado a mercê do poder financeiro anglófilo, sob os auspícios dos Rothschild ( o caso do Barão de Mauá é bem emblemático no tocante a isto ).

Claro que depois de 198 anos não há muito mais o que fazer quanto a rutura entre Brasil e Portugal, restando apenas aceitarmos uma realidade de fato que se impôs historicamente, sem cairmos em saudosismos irrealistas o que, no entanto, não nos desobriga a pensar a possibilidade de grandeza para o Brasil dentro duma síntese que conserve o legado que Portugal nos deixou, ao mesmo tempo que integra as novas potencialidades de progresso que nossa terra, povo e história nos abrem. Neste sentido é preciso entender em que lugar estamos e o que, hoje, ameaça nossa soberania e nossa capacidade de realizar nossa vocação, quem são os inimigos a nos ameaçar e como devemos lutar contra estes poderes malignos. Entre estes inimigos se destacam, agora, o presidente Bolsonaro e setores da esquerda e direita política, nossa elite do atraso de mentalidade colonialista, o império estadunidense, Pequim e certos patriotas iludidos com soluções que não trarão solução. 

O primeiro ponto a destacar é que não temos nada a comemorar em 2020. Vivemos uma crise sanitária que poderia ter sido facilmente resolvida em Março se houvesse unidade nacional, um plano conjunto que integrasse ações gerais e locais, num momento em que o número de casos de Covid-19 eram muito baixos, o que revela a inépcia e o descompromisso de boa parte de nossa classe política com o interesse nacional, classe está que deve ser denunciada diuturnamente pelo estado deplorável ao qual chegamos. 

O segundo ponto é que temos o presidente mais descomprometido com o bem estar nacional da História pátria, o mais entreguista, o mais francamente adepto duma ingerência estrangeira em nossas plagas, o mais dedicado a destruir o aparato de Estado deixando-nos a mercê do poder estadunidense, do poder chinês e do poder do mercado financeiro, um verdadeiro calhorda que não mede esforços para manter Paulo Guedes no governo a fim de que viremos uma nação reduzida a fornecer matéria prima e mão de obra barata aos senhores do mundo . 

O terceiro ponto é que nos dias últimos vimos a elevação vertiginosa do custo de vida com aumentos dos gêneros alimentícios, capitaneados por uma compra recorde feita pela China o que está a nos levar a um estado de extrema insegurança alimentar, dado que Pequim, ano passado, como revelamos aqui, comprou nosso banco genético, ganhando o poder de decidir a qualidade e quantidade de nossa alimentação no futuro. Sobre este cenário terrificante, reproduzo cá um comentário mui pertinente dum amigo: 

"A relação de Pindorama com o Dragão asiático nos levará de vez para o buraco, o que ocorre entre ambos os países hoje, não difere em nada das relações comerciais das antigas colônias com as potências europeias, o famoso comércio triangular. Pindorama hoje é mero fornecedor de alimentos e minério in natura ao homem asiático em troca dos manufaturados lá produzidos, retroalimentando uma relação cada vez mais exploratória e vantajosa aos sínicos, que utilizam de seus lucros para assumir o controle das terras brasilienses e até de seu banco genético, na prática, os sínicos já tem o controle das sementes e de seus alimentos e, se assim desejarem, poderão ditar até o que vocês consumirão no futuro. A tendência é que tal relação seja ainda mais aprofundada conforme a renda per capita e a população sínica aumentam e os brasilienses conformam-se com o destino que a elite daquele país vos escolheu. Eis o futuro de vossos filhos: realizarem o trabalho braçal dos descendentes do Dragão para comprar suas quinquilharias eletrônicas superfaturadas, exportarem toda a comida cá produzida, enquanto pagarão mais caro pelas sobras, as piores carnes, os piores grãos etc."

O quarto ponto é que urge uma ação nacional arrojada e antenada com a realidade de hoje o que exige o abandono de anacronismos ( como o monarquismo liberal que se fia nos traidores Orleans e Bragança, os federalismos que só despedaçam o país, o minarquismo que tira do Brasil seus mecanismos de defesa ante o dinheirismo global, etc ) e dos projetos fajutos que nada tem que ver com nosso ethos ( eurasianismo, sulismo de cariz neo nazistas, paulistismos, direitismo patriótico neoliberal, olavismo, etc) sem o qual não seremos o país que podemos ser. 

Urge, portanto, deixar as ilusões de lado: nosso desenvolvimento perpassa pelo reforço do ethos solidarista católico, pela fé no poder organizador e civilizador do estado e pelo esforço em implementar uma economia humana e cristã que se oponha ao materialismo capitalista e marxista, uma pátria firmada em três vetores quais sejam:


- Um estado enquanto espada de Deus e da Nação tendo no seu chefe um mediador capaz de conciliar as classes, 


- Um espírito de desbravamento por parte das classes produtivas inspiradas na idéia de grandeza nacional


-Um povo pluri-racial a significar a união em torno do Brasil como civilização do terceiro milênio, a pátria do espírito em oposição ao vazio pós moderno com seu individualismo radical e sua aposta na fragmentação das identidades.


 

quinta-feira, 3 de setembro de 2020

Estado da Califórnia despenaliza pedofilia por pressão do lobby LGBT

San Francisco District 8 Supervisor Scott Weiner (R) looks on as celebrations ensue in the Castro neighborhood of San Francisco, California, June 26, 2012, after the US Supreme Court struck down The Defense of Marriage Act (DOMA), and declared that same-sex couples who are legally married deserve equal rights to …


Para os senhores perceberem como o Lobby LGBT está associado a Pedofilia e como tudo isto nasce do vórtice revolucionário da cultura estadunidense, o pólo central do mal na terra, trazemos aqui uma reportagem do Breitbart a respeito da despenalização das regras que criminalizam pedofilia no estado da Califórnia: 


"O supervisor do distrito 8 de São Francisco, Scott Weiner (R), observa as comemorações no bairro de Castro, em São Francisco, Califórnia, em 26 de junho de 2012, depois que a Suprema Corte dos EUA derrubou a Lei de Defesa do Casamento (DOMA) e declarou  que mesmo casais do mesmo sexo que são legalmente casados ​​merecem direitos iguais a héteros.  

De acordo com o projeto, a legislação "isentaria de registro obrigatório" como agressor sexual "uma pessoa condenada por certos crimes envolvendo menores se a pessoa não tiver mais de 10 anos de idade que o menor e se esse crime for o único que exige o pessoa a se registrar. ”

A medida permitiria a um juiz decidir se um adulto que pratica sexo oral ou anal com uma criança deve se registrar como criminoso sexual se essa pessoa tiver menos de dez anos de diferença de idade para a vítima.

Em janeiro de 2019, o San Francisco Examiner relatou a introdução do projeto de lei pelo senador estadual Scott Wiener, que reivindicou a mudança da lei atual, que determina que o sexo oral e anal entre um adulto dentro de dez anos da idade de um menor, exige que o adulto seja registrado como agressor sexual, já que isso discriminaria indivíduos LGBT. O projeto poria fim à “discriminação flagrante contra jovens LGBT engajados em atividades consensuais”, disse Wiener. 

Atualmente na Califórnia, os juízes podem decidir se os adultos que têm “relações penianas-vaginais” com menores de idade próxima devem se registrar como agressores sexuais. Wiener disse que a lei atual visa indivíduos LGBT porque eles não têm relações sexuais peniano-vaginais."


Fonte: https://www.breitbart.com/politics/2020/09/03/california-legislature-passes-bill-reduce-penalties-oral-anal-sex-willing-children/?fbclid=IwAR1RZcUmbY0Hr6OZyrlLykYhe3JvVyHa4VBqK10R4QmY6d4GgVmDKBkDxTs


Tradução nossa. 

domingo, 23 de agosto de 2020

Mais um capítulo da inépcia de Conde sobre fascismo

Não reaja, Kéfera e Escola sem partido - YouTube 





Em 2017 o sr. Loppeux respondeu, via um vídeo em seu canal, a um texto escrito cá neste blog mostrando como sua verve anti-estado contribuiu para o advento do globalismo – dado o fato de que há, agora, apenas dois blocos reais de poder, quais sejam, estados nacionais e institutos globais - com a sua já tradicional confusão dos termos e conceitos a fim de mesmerizar seu público fazendo-o imaginar que somos propaladores dum modelo de estado soberano em clave liberal como faz agora tentando misturar fascismo e liberalismo. No vídeo em tela o referido diz que nós teríamos dito que a Espanha do século 16 era um “estado moderno” e que por isso estaríamos errados já que este só teria surgido em 1789 com a revolução francesa. Conde define estado moderno, de forma ampla e genérica, como sendo o estado soberano. No mesmo vídeo ele afirma que já havia centralização latente no estado monárquico e português, até no francês ( os historiadores dizem que ela era, na verdade, patente ) nos séculos terminais do medievo e germinais da modernidade. Patente ou latente, Loppeux admite que já havia uma burocracia crescente nas monarquias europeias da era moderna. Pois, vejamos: o que marca a modernização, num primeiro momento, no plano político é justamente a burocracia e a administração centralizada, um direito administrativo público, funções e cargos administrativos baseados em critérios de racionalização da atuação do poder político.


A confusão de Conde começa quando ele fala como se nós afirmássemos que o estado espanhol absolutista era moderno pois calcado em soberania legal, coisa realmente inexistente na época. Conde confunde burocratização/centralização com conceito de soberania legal a la 1776/1789. São dois conceitos diferentes. Depois o sujeito afirma, no mesmo video, que


“ali na Espanha existia sociedade orgânica, corpos intermediários que limitavam o poder do rei".


Essa delimitação só existiu plenamente na idade média onde o rei era apenas um “primo inter pares', tendo apenas um título honorífico, sem poder efetivo já que não dispunha nem dum exército nem dum aparato burocrático.


Na era moderna – e aqui uso a cronologia histórica que subentende os anos de 1453 a 1789 como idade moderna, significando a era dos absolutismos - a soberania do rei primeiro se tornou um fato e depois uma teoria. Portanto ainda que houvesse fueros e municipalidades na Espanha Absolutista do século 16, o rei, na prática, passava por cima dos antigos direitos costumeiros, impunha novos impostos, requisições, corveias, diminuía autonomias, etc, muitas das vezes até para garantir sua existência. Houve, na centralização espanhola, uma dialética: por um lado o poder do rei crescia sobre o dos senhores feudais, por outro esse poder crescente servia para proteger os senhorios das ameaças internas ( rebeliões camponesas ) e externas ( a expansão otomana ). O sr. Loppeux não refina suas análises adotando um viés de ligar centralismo sempre a destruição do organismo social assim como absolutizando qualquer organicidade esquecendo que certos organicismos são, apenas, passadismo saudosista; nem sempre costumes imemoriais são o melhor; há coisas que precisam mudar e outras permanecer.


Assim Loppeux advoga a supremacia da sociedade sobre o poder político ao mesmo tempo que exalta o Império Espanhol que costumava intervir constantemente na dinâmica social; se pegarmos os exemplos do governo de Felipe II veremos vários casos de destruição de comunidades tradicionais em prol da expansão do poder imperial dos Habsburgos. Nisto, evidentemente, não vai de nossa parte nenhuma condenação às ações de Felipe II; direitos costumeiros não são absolutos de per si, tem validade relativa na medida em que se conformam com a lei natural e eterna e com as necessidades vitais dum povo num dado momento histórico, sobretudo quando ficam na frente da expansão dum modelo teocêntrico, caso da Espanha de antanho que, via Duque de Alba, esmagou municipalidades, feudos e principados rebeldes do Sacro Império. O Duque de Alba, Fernando Alvarez de Toledo, general de Felipe II, foi peça fundamental para a destruição da oposição protestante ao Império Habsburgo. A Espanha Moderna fincou seu modelo político no franco intervencionismo do Estado sobre a sociedade sob os auspícios da catolicização. O Duque esmagou, sem dó, antigos direitos costumeiros na baixa Alemanha, destroçando a nobreza rebelde, saqueando burgos sediciosos, confiscando bens, desapropriando feudos, etc. Para alguns "católicos" com uma sensibilidade orgânica exagerada, ou mesmo filo-liberal, o Duque de Alba aparece como sinal de contradição e como um duro "estatista". Fernando Alvarez nos dá, porém, a lição de que, quando a fé e o Estado fincado nela estão em perigo, é não só válido como lícito esmagar certas autonomias tradicionais. O conceito de Estado Católico não está submetido, absolutamente, a um autonomismo principiológico mas ao adágio " uma fé, um rei, uma lei" onde a fé se põe na frente da autoridade política e onde o poder é meio para que o regente politico estipule as normas necessárias para a síntese entre religião e estrutura social. Embora um certo autonomismo deva ser mantido as autonomias podem sofrer remodelagens de cima para baixo por um Estado legitimamente católico.


Justamente por que Conde confunde alhos com bugalhos é que não entende, ou não quer entender, o conceito de estado no Fascismo, que é uma noção de Estado Força, um poder que defende a nação e sua vitalidade contra os poderes anônimos do supercapitalismo e da revolução comunista, não tem nada a ver com centralismo esmagador.


Sobre isto Mussolini deixa evidenciado o que é o estado fascista em seu discurso sobre o estado corporativo na Itália:


O nosso Estado não é um Estado absoluto e ainda menos absolutista que se mantêm afastado dos homens e armado somente de leis inflexíveis [...] O nosso Estado é um Estado orgânico, humano, intimamente ligado á realidade da vida. A própria burocracia não é hoje e tanto menos será amanhã um diafragma, entre a obra do Estado e os interesses e necessidades efetivas e concretas do povo italiano. Estou plenamente certo de que, a admirável burocracia italiana, como tem feito sempre até hoje, trabalhará com as Corporações, sempre que for necessário, para a melhor solução dos problemas. Mas o ponto que despertou maior interesse nesta assembleia, é o que trata dos poderes legislativos, que se pretende conceder ao Conselho Nacional das Corporações.” - Discursos sobre o Estado Corporativo, 14 de dezembro de 1933.


Mussolini mostra que o seu estado nem é sufocante, nem abstrato como é o estado liberal; o Duce ainda destacava a anterioridade do homem, em conexão com os corpos sociais nacionais, em relação ao Estado enquanto poder político organizado:


“Na concepção fascista da história, o homem é homem graças ao processo espiritual para o qual ele contribui como membro da família, do grupo social, da nação, e em função da história para a qual todas as nações trazem sua contribuição” - A doutrina do fascismo, p.16.


No fascismo o estado não é uma mera ferramenta como não é exclusivamente político, como se estivesse afastado das vidas comuns, da organicidade, como no liberalismo. Tem, na verdade, um caráter espiritual e ético que organiza e engloba o social e lhe dá força política para existir. O estado é garantidor do futuro de um povo; é um ente que assume sua vontade coletiva, sua linguagem, seus costumes e sua fé: “O Estado representa a consciência imanente da nação” - A doutrina do fascismo, p.34.


Logo, o conceito de soberania liberal – o estado como ente abstrato fruto dum pacto social que se superpõe aos órgãos vitais do corpo social – inexiste no fascismo. Sua noção de soberania e de “estado total” significa o poder administrativo que o mesmo deve ter para organizar a vida nacional, harmonizar as classes, defender a nação e seus corpos. A idéia de que tudo deva estar no estado e nada fora dele, subentende que o estado deva ser um “guarda – chuva” debaixo do qual toda a nação deva ficar para ter um destino de grandeza e não um totalitarismo absorvente a ponto de eliminar completamente a dinâmica dos seus órgãos vitais. Portanto o fascismo equilibra poder político e organicidade fugindo do abstratismo liberal, do totalitarismo socialista como do exagero organicista localista que dificultaria a defesa da nação pela falta de integração. 

quinta-feira, 20 de agosto de 2020

Resposta ao Sr. André Luiz sobre a QTP

2016 novembre - EreticaMente






Existe uma tática retórica que consiste em tentar dissuadir o interlocutor do debate dando-lhe uma resposta extensa e complicada, quase impossível de destrinchar seja pelo tamanho ou por uma aparência de elevação e profundidade que, muitas vezes, não passa de “embromação”, para usarmos um termo popular. Este é o caso da recente resposta do sr. André Luiz da NR a uma série de contestações que fizemos num recente podcast.

Por isso seremos bem objetivos na nossa réplica.

Primeiro iremos resumir a contestação de André Luiz a alguns pontos basais:

Segundo o mesmo:

1- Dugin não identificaria, exclusivamente o Katechon com o Czar Russo mas usaria duma simbologia metafísica que se referiria a um pólo positivo existente em toda religião, pólo este responsável por segurar o desencadeamento do mal.

2- A concepção católica de tempo não é linear mas espiralada. A linearidade seria própria do iluminismo.

3- Não podemos falar de fatalismo em Evola/ Dugin pois Juízo Final, em termos de teologia católica, poderia ser interpretado, sob certa perspectiva, como fatalismo também.

4- Serafim de Sarov teria deixado claro que o “éden ainda está entre nós e que nós que não temos olhos para vê-lo” e que isto seria o fundamento do conceito de temporalidade católica romana em vez daquele que vê a história como processo unidirecional-linear.

Quanto ao ponto 1:

- Dugin diz que:

“a estrutura da compreensão cristã do tempo é simples: Cristo vem, vive 33 anos entre as gentes, funda a Igreja. Em seguida, o mundo cristão começa a ser construído, culminando no processo de cristianização do Império, isto é, na proclamação do imperador romano – o Katechon. E então, o Anticristo vem...Na Segunda Epístola aos Tessalonicenses, o Apóstolo Paulo descreve a vinda do Anticristo: “Porque o mistério da iniqüidade já está em ação, apenas esperando o desaparecimento daquele que o detém”. Ou seja, Katechon. Ele também é responsável por guardar o limiar da história. O Tsar Ortodoxo é aquele que se situa na última linha antes do Anticristo. E quando ele cai, e a lacuna no Ser é perfurada, o Anticristo vem...O Anticristo vem depois que o Cristianismo deixa de ser dominante – quando deixa de ser imperial”

Ele deixa explícito que, na sua compreensão do que seja a temporalidade cristã, a proclamação do imperador romano é o que segura a manifestação do mal visceral. O anticristo virá quando o Cristianismo não tiver mais um imperador romano e isto se dá quando o Czar desaparece. A posição de Dugin é um reflexo de sua cultura: como russo que é adere ao cesaropapismo, doutrina segundo a qual o Czar tem supremacia sobre a cristandade, unificando em si, o poder religioso e político. E é, também, reflexo de seu perenialismo: o Czar simboliza o “Rei do mundo”, uma figura presente na filosofia de René Guénon; para o mesmo a Tradição do Rei do Mundo (ou Tradição Primordial), seria conhecida sob a designação bíblica do rei Melquisedeque e análoga à Agharta oriental, nas suas funções de Autoridade Espiritual e Poder Temporal, expressas na Terra como manifestação real de Deus; segundo René os vários centros espirituais existentes ao longo da história – incluído aí o papado romano - foram sempre expressões secundárias de um Centro Espiritual Maior ou Omphalos do Mundo como meio subsistente e de resguardo da luz divina no atual período de obscurecimento espiritual da Humanidade, a Kali-Yuga.

Ou seja, não existe saída para Dugin: sua concepção de Katechon se funda em duas heresias:

- A primeira, ou cesaropapismo, que consiste em dar primazia ao poder político ( rei ) sobre o poder espiritual ( Igreja Católica ) no governo da cristandade, enquanto representação máxima da ordem cristã ante o mal e o caos.

- A segunda, ou perenialismo, que vê os tais pólos de ordem refletidos nas várias tradições, incluída aí a Igreja e o Papado, como meras expressões segundas dum Centro Espiritual Maior, identificado com o Rei do Mundo, figura que salvaguarda a luz divina em última instância.

Neste sentido a Igreja Católica e o Papado passam a coadjuvantes enquanto muralha que evita a manifestação do Anticristo e o Rei do Mundo ou figuras que o simbolizam ao de protagonista.

Quanto ao ponto 2:

- O sr. Luiz confunde deliberadamente os leitores fazendo uma miscelânea entre concepção temporal católica e a teologia sacramental da missa enquanto atualização do sacrifício de Cristo no altar a fim de atraí-los para dentro duma concepção heretizante.

Sobre a relação da missa com o sacrifício de Cristo o que temos aí é uma relação entre tempo e eternidade e não um “plano temporal superior” ao qual o homem poderia se vincular de modo vertical. Na verdade é Deus quem vincula o homem, dalgum modo, a vida eterna desde esta vida, onde vislumbramos a esperança da glória. Não há dois planos temporais superpostos mas uma inter-relação entre Deus e o mundo, entre o Eterno e o homem. Essa relação se chama história sagrada que é, nada mais, que a era da graça onde a Igreja cresce no mundo sob influxo do Espírito Santo até que chegue o Juízo Final. Essa história não é uma espiral mas uma linha. Espiral é uma curva plana que gira, mais ou menos próxima, em torno dum centro. Mas ela sempre gira. No caso da História Sagrada ela não é uma curva que vai e volta, num movimento cíclico: ela é uma linha que se aproxima do Juízo Final. Um dia ela chegará ao fim. Espirais, ao contrário, não cessam pois é da natureza dum círculo não ter começo nem término. O senhor Luiz usa espiral para evitar o termo ciclo, evitando ser acusado de aderir a um conceito hindu de história; isso pode funcionar com inexpertos mas não conosco.

E aqui é preciso fazer algumas distinções: foi Santo Agostinho quem melhor explicou a natureza da cosmovisão católica sobre o tempo. Embora o platonismo tenha deixado marcas no pensamento do santo, ele não foi tão longe nele quanto foi Orígenes. O contraste entre ambos é fundamental pois marca a estruturação da ortodoxia católica romana ante as tendências platonizantes exageradas de Orígenes e dalguns padres do oriente, tendência esta que marca os cismáticos como o sr. André.

Para Orígenes o processo temporal não tinha um “fim” - uma meta definitiva a atingir. Haveria, para ele, uma sucessão de mundos infindos através dos quais a alma imortal perseguia seu curso. Já que a alma é imortal ela pode cair do mais alto bem para o mais baixo mal ou ser resgatada do mais baixo mal para o mais alto bem. Embora Orígenes rejeite a doutrina helênica clássica do “Retorno de Todas as Coisas” ( A mesma que Evola aceita ) pois ela destruiria o livre arbítrio humano, aderindo a algo mitigado próximo da doutrina hindu do samsara, santo Agostinho a rechaça com a mesma força que usou para rejeitar a das recorrências cíclicas. A teoria do retorno, para Agostinho, é o efeito natural da crença da eternidade do mundo. Uma vez que aceitemos a doutrina da criação não podemos aceitar nem a tese da rotação circular das almas de Orígenes ou a de que nada novo ou final poderá acontecer no tempo que não é uma imagem rotativa da eternidade ( como quer fazer parecer o sr. Luiz ao usar o conceito de espiral ) mas um processo irreversível. Santo Agostinho explodiu os ciclos perpétuos; essa mudança de atitude já estava implícita pois toda a revelação cristã se funda em eventos temporais que possuem significado absoluto, único e irrepetível.


Quanto ao ponto 3:

- Sobre o fatalismo de Evola ele admitia, apenas, a possibilidade de reverter a decadência antes do ocaso do Kali Yuga o que significa se ela não tiver chegado a sua curva descendente final. Caso já estejamos nesta curva só nos restaria acelerar o desencadear do mal entregando-nos a ele: Evola acreditava que para a hora do crepúsculo seria condizente acelerar o fim da Kali-yuga “cavalgando o tigre”, acelerando os processos de dissolução que ocorrem nesses tempos deletérios.

Evola deixa clara essa posição em seu “Revolta Contra o Mundo Moderno”:

“Para alguns, o caminho da aceleração pode ser a abordagem mais adequada para uma solução, considerando que, dadas certas condições, muitas reações são o equivalente daquelas cãibras que apenas prolongam a agonia e, ao retardar o final, também atrasam o advento do novo princípio. Assim, seria conveniente assumir, juntamente com uma atitude interior especial, os processos mais destrutivos da era moderna, a fim de usá-los para a liberação; isso seria como virar um veneno contra si mesmo ou como "cavalgar o tigre".

- Sobre o Juízo Final poder ser entendido como “fatalismo” sob certa perspectiva, isto não o torna “fatal” como é o caso do fatalismo cíclico evoliano que, em certa fase da curva de descenso simplesmente admite a suspensão da responsabilidade e capacidade moral do homem em sua luta contra o desencadear final do mal, revertendo um processo. A cosmovisão católica não suspende, em momento algum do processo histórico, a responsabilidade ou capacidade de nos opormos ao mal; logo classificar a teologia da história católica como “fatalismo”, seja em que sentido for, é uma imprecisão: seria mais adequado falar de finalismo. O resultado do Juízo Final é incerto quanto a quem será julgado digno ou não. Mas é para esse fim que nos dirigimos mantendo, em todos os instantes da história universal, os acontecimentos em aberto inclusive o resultado deste fato derradeiro que é o Juízo Universal.

Quanto ao ponto 4:

- Serafim de Sarov se afasta completamente da fé católica romana na medida em que renega os efeitos do pecado original no homem e no mundo e que são irreversíveis historicamente no estado de queda em que nos encontramos: mesmos aqueles que estão em estado de graça e amizade com Deus vivenciam o poder da concupiscência que faz o homem tender ao pecado; poder este que permanece ativo, por desígnio de Deus, mesmo depois do batismo como um fator que estimula o homem na luta espiritual. Logo aduzir que “o éden está entre nós” é uma falsidade herética dado que nele o homem possuía dons preternaturais (imortalidade, integridade, impassividade) os quais, mesmo em estado de santidade, ninguém pode recuperar. Isto prova, decisivamente, que a teologia da história católica que vê o tempo como linearidade é o modo escorreito de ver as coisas. A não ser que o sr. André Luiz ache algum homem vivendo, agora, em algum lugar da terra, em estado adâmico, não restam mais recursos para o mesmo: esta sua concepção de tempo é anticatólica e heretizante.

Assim os católicos não estão autorizados a se filiar a uma organização – qual seja a NR - que postula uma filosofia da história calcada nos preceitos esotéricos de Evola e Dugin.

terça-feira, 4 de agosto de 2020