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segunda-feira, 30 de janeiro de 2017

Anticomunismo não basta pra ser bom católico




Um ensinamento claro sobre o engano de alguns setores neoconservadores católicos, dado pelo padre Luiz Cláudio Camargo da FSSPX, sobre a posição do Pe. Paulo Ricardo, um notório crítico do comunismo mas por um viés olavista e liberal:



[A] condenação (ou não) do comunismo, mesmo com toda a sua urgente atualidade e inegável conveniência, é problema menor no Vaticano II. Essa ausência de condenação [...] é um indício evidente da mentalidade não católica que reinou no Vaticano II. Certamente não é possível ser católico e ai mesmo tempo aprovar o comunismo, nem teórico nem prático. A Igreja já o condenou solene e definitivamente várias vezes. Já ensinou pelo seu Magistério autêntico que esse pensamento é incompatível com a Fé católica. Isso é certíssimo e qualquer católico sabe disso, ou deveria saber. Mas - esta é a primeira observação que queria fazer - não basta ser anticomunista para ser católico. O anticomunismo não é o critério último e definitivo do catolicismo autêntico. É possível, apoiado numa doutrina liberal também condenada pela Igreja, reprovar o comunismo. É possível ser anticomunista e estar completamente fora do pensamento da Igreja." - Padre. Luiz Cláudio Camargo (FSSPX) / Revista Permanência. 

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