sexta-feira, 17 de janeiro de 2020

O Caso Alvim: governo Bolsonaro de joelhos ao desconstrucionismo de esquerda

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Roberto Alvim, ex secretário de cultura recém demitido por Bolsonaro 







O governo Bolsonaro mais uma vez injeta doses cavalares de sionismo e subserviência a Israel na goela do povo brasileiro através da demissão sumária de Roberto Alvim da secretaria de cultura do governo, por uma suposta referência a um discurso de Goebbels onde expressões como cultura nacional, heroísmo e valorização imperativa duma arte nova passaram a caracterizar nazismo explícito mostrando o caráter do atual governo como “Protetorado Israelita” no qual um telefonema dum embaixador judeu, somado a pressão midiática da Globo, colocam o presidente de joelhos o que demonstra que quem governa o Brasil não é o sr. Jair mas o Kahal Hebraico e a Mídia Progressista – quantas vezes Bolsonaro não recuou por pressão midiática? Basta lembrar do caso recente do presidente da Fundação Palmares! Eis o líder que ia enfrentar o Establishment!- revelando, com isto, a frouxidão do proclamado “mito”. O capitão que jurava enfrentar e colocar ordem no país vai se revelando um covarde, pusilânime, poltrão, efeminado moral, assustadiço, timorato, molenga.

Para nós nada disso é novidade pois já vínhamos, desde 2018, anunciando que a plataforma Bolsonaro é um esquema judaico-talmúdico de dominação sobre o Brasil como nunca dantes se viu. A novidade – e isto nos deixa deveras preocupado – é que o caso Alvim vai para além de tudo que poderíamos imaginar. Quiçá Alvim tivesse feito referências explícitas a nazismo, Hitler, questão judaica, etc, seria compreensível que houvesse tamanha histeria por parte da CONIB, Embaixada de Israel, Rede Globo, etc. Compreensível todavia jamais justificável dada a lavagem cerebral à qual nossa população é submetida quando se trata deste assunto, jamais considerado com a lisura histórica que merece, dada a carga de emotivismo, irracionalismo, propaganda com a qual o tema é abordado no ocidente, o mesmo ocidente democrático e a mesma mídia progressista que remetem à necessidade do constante diálogo e debate no campo da política mas que desistem do debate quando se trata do tópico em tela. Isso é fácil de compreender: o holocausto e o israelitismo é a crença, o dogma em que se assenta a idolátrica declaração universal dos direitos humanos, deus da democracia laica liberal igualitária onde o Deus Cristão não tem lugar, democracia que consiste numa religião do Homem absolutizado como nova divindade duma nova era histórica, a mesma começada em 1776/1789 com a fundação dos EUA e com a Revolução Francesa. Derrubada a historieta dos 6 milhões de judeus mortos por ordem expressa de Hitler, derrubada a crença de que os judeus nunca tramaram contra povos, nações, estados, a nova era revolucionária da cidadania universal, do mundo sem fronteiras da “fraternidade” humanista consolidada no pós segunda guerra com a vitória dos aliados, cai também. Por isso é preciso exorcizar a todo custo o fantasma nacionalista qualificando tudo quanto é referência a cultura nacional de nazismo. Em tempo: nós sabemos bem que o nazismo cometeu crimes. Não é o caso duma apologia infantil e irracional de tudo que aconteceu na Alemanha sob o regime do NSDAP. Mas é o de situar as coisas no seu devido lugar. E o fato é que no discurso de Alvim não há nenhuma referência direta a nazismo; a única coisa digna de catalogar em termos de nazismo nisso tudo é que seu silenciamento e demissão imediata prova que há mesmo uma trama urdida por elites judaicas que não suportam sequer referências retóricas subliminares a um discurso dum nacional-socialista certamente com o temor de que venham a perder a preeminência sobre governos e estados no dia em que a população se esclarecer minimamente da sua influência discreta, contudo poderosa, percepção esta que não depende de adesão ao nazismo mas tão só dalguma argúcia e inteligência dos fatos políticos (Exemplo disto é que mesmo antinazistas esclarecidos como o historiador Gustavo Barroso, um dos próceres integralistas, foi capaz de inferir o influxo hebraico sobre os destinos dos povos através do estudo aprofundado da história do Brasil ao mesmo tempo que rechaçava a ideologia biológica arianista do nazismo). O que há, desgraçadamente, é a emergência duma narrativa dominante que já não avalia o que as pessoas dizem pelo que escrevem ou falam mas pela ressonância, pela impressão que causam ou por aquilo que fica subentendido e que depende de interpretação e ilação de setores e facções, terreno fértil para elucubrações e fantasias. É a isto que estamos sendo conduzidos: para o reino da arbitrariedade em que o debate púbico já não se dá em torno da fala objetiva mas dos ecos subjetivos que provocam.

O que nos causa ainda mais estranheza e incômodo é ver toda essa degradação moral acontecer sob as barbas dum governo que pretendia brecar a linguagem politicamente correta oriunda da esquerda democrata norte-americana e que entrou no linguajar da mídia nacional, da política do dia a dia, do discurso social faz tempo via influxo da esquerda liberal deste país. O governo Bolsonaro acaba de se render, perigosamente, a uma pauta demandada pela esquerda qual seja a de que as coisas devem ser julgadas não com base no que está escrito na lei mas segundo a hermenêutica típica da teoria crítica desconstrucionista: aquela hermenêutica do “contexto social”; nessa hermenêutica as coisas são o que significam para a sensibilidade social polissêmica do momento (família que na nossa Constituição é homem e mulher pode ser significada, por esta linha de entendimento filosófico/jurídico, como qualquer dupla afetiva que se pretenda intitular como tal por algum grupo; não é difícil imaginar que partindo deste absurdo hermenêutico possamos considerar nazista/racista quem simplesmente use a expressão cultura nacional heróica e imperativa). As portas do inferno foram abertas sobre o Brasil e por um governo que se intitula o inimigo do Diabo. É que, como diz o apóstolo, Satanás se veste de anjo de Luz.

2 comentários:

  1. eu acho que tudo isso foi uma psyop para lembrar o povo que nazismo/fascismo/nacional socialismo é malvadão, por causa do ataque ao porta dos fundos foi muito bem aceita pela população geral.

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  2. Faço minhas suas palavras. Frutos amaríssimos do "Holoconto".

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