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| Roberto Alvim, ex secretário de cultura recém demitido por Bolsonaro |
O
governo Bolsonaro mais uma vez injeta doses cavalares de sionismo e
subserviência a Israel na goela do povo brasileiro através da
demissão sumária de Roberto Alvim da secretaria de cultura do
governo, por uma suposta referência a um discurso de Goebbels onde
expressões como cultura nacional, heroísmo e valorização
imperativa duma arte nova passaram a caracterizar nazismo explícito
mostrando o caráter do atual governo como “Protetorado Israelita”
no qual um telefonema dum embaixador judeu, somado a pressão
midiática da Globo, colocam o presidente de joelhos o que demonstra
que quem governa o Brasil não é o sr. Jair mas o Kahal Hebraico e a
Mídia Progressista – quantas vezes Bolsonaro não recuou por
pressão midiática? Basta lembrar do caso recente do presidente da
Fundação Palmares! Eis o líder que ia enfrentar o Establishment!-
revelando, com isto, a frouxidão do proclamado “mito”. O capitão
que jurava enfrentar e colocar ordem no país vai se revelando um
covarde, pusilânime, poltrão, efeminado moral, assustadiço,
timorato, molenga.
Para
nós nada disso é novidade pois já vínhamos, desde 2018,
anunciando que a plataforma Bolsonaro é um esquema judaico-talmúdico
de dominação sobre o Brasil como nunca dantes se viu. A novidade –
e isto nos deixa deveras preocupado – é que o caso Alvim vai para
além de tudo que poderíamos imaginar. Quiçá Alvim tivesse feito
referências explícitas a nazismo, Hitler, questão judaica, etc,
seria compreensível que houvesse tamanha histeria por parte da
CONIB, Embaixada de Israel, Rede Globo, etc. Compreensível todavia
jamais justificável dada a lavagem cerebral à qual nossa população
é submetida quando se trata deste assunto, jamais considerado com a
lisura histórica que merece, dada a carga de emotivismo,
irracionalismo, propaganda com a qual o tema é abordado no ocidente,
o mesmo ocidente democrático e a mesma mídia progressista que
remetem à necessidade do constante diálogo e debate no campo da
política mas que desistem do debate quando se trata do tópico em
tela. Isso é fácil de compreender: o holocausto e o israelitismo é
a crença, o dogma em que se assenta a idolátrica declaração
universal dos direitos humanos, deus da democracia laica liberal
igualitária onde o Deus Cristão não tem lugar, democracia que
consiste numa religião do Homem absolutizado como nova divindade
duma nova era histórica, a mesma começada em 1776/1789 com a
fundação dos EUA e com a Revolução Francesa. Derrubada a
historieta dos 6 milhões de judeus mortos por ordem expressa de
Hitler, derrubada a crença de que os judeus nunca tramaram contra
povos, nações, estados, a nova era revolucionária da cidadania
universal, do mundo sem fronteiras da “fraternidade” humanista
consolidada no pós segunda guerra com a vitória dos aliados, cai
também. Por isso é preciso exorcizar a todo custo o fantasma
nacionalista qualificando tudo quanto é referência a cultura
nacional de nazismo. Em tempo: nós sabemos bem que o nazismo cometeu
crimes. Não é o caso duma apologia infantil e irracional de tudo
que aconteceu na Alemanha sob o regime do NSDAP. Mas é o de situar
as coisas no seu devido lugar. E o fato é que no discurso de Alvim
não há nenhuma referência direta a nazismo; a única coisa digna
de catalogar em termos de nazismo nisso tudo é que seu silenciamento
e demissão imediata prova que há mesmo uma trama urdida por elites
judaicas que não suportam sequer referências retóricas
subliminares a um discurso dum nacional-socialista certamente com o
temor de que venham a perder a preeminência sobre governos e estados
no dia em que a população se esclarecer minimamente da sua
influência discreta, contudo poderosa, percepção esta que não
depende de adesão ao nazismo mas tão só dalguma argúcia e
inteligência dos fatos políticos (Exemplo disto é que mesmo
antinazistas esclarecidos como o historiador Gustavo Barroso, um dos
próceres integralistas, foi capaz de inferir o influxo hebraico
sobre os destinos dos povos através do estudo aprofundado da
história do Brasil ao mesmo tempo que rechaçava a ideologia
biológica arianista do nazismo). O que há, desgraçadamente, é a
emergência duma narrativa dominante que já não avalia o que as
pessoas dizem pelo que escrevem ou falam mas pela ressonância, pela
impressão que causam ou por aquilo que fica subentendido e que
depende de interpretação e ilação de setores e facções, terreno
fértil para elucubrações e fantasias. É a isto que estamos sendo
conduzidos: para o reino da arbitrariedade em que o debate púbico já
não se dá em torno da fala objetiva mas dos ecos subjetivos que
provocam.
O
que nos causa ainda mais estranheza e incômodo é ver toda essa
degradação moral acontecer sob as barbas dum governo que pretendia
brecar a linguagem politicamente correta oriunda da esquerda
democrata norte-americana e que entrou no linguajar da mídia
nacional, da política do dia a dia, do discurso social faz tempo via
influxo da esquerda liberal deste país. O governo Bolsonaro acaba de
se render, perigosamente, a uma pauta demandada pela esquerda qual
seja a de que as coisas devem ser julgadas não com base no que está
escrito na lei mas segundo a hermenêutica típica da teoria crítica
desconstrucionista: aquela hermenêutica do “contexto social”;
nessa hermenêutica as coisas são o que significam para a
sensibilidade social polissêmica do momento (família que na nossa
Constituição é homem e mulher pode ser significada, por esta linha
de entendimento filosófico/jurídico, como qualquer dupla afetiva
que se pretenda intitular como tal por algum grupo; não é difícil
imaginar que partindo deste absurdo hermenêutico possamos considerar
nazista/racista quem simplesmente use a expressão cultura nacional
heróica e imperativa). As portas do inferno foram abertas sobre o
Brasil e por um governo que se intitula o inimigo do Diabo. É que,
como diz o apóstolo, Satanás se veste de anjo de Luz.

eu acho que tudo isso foi uma psyop para lembrar o povo que nazismo/fascismo/nacional socialismo é malvadão, por causa do ataque ao porta dos fundos foi muito bem aceita pela população geral.
ResponderExcluirFaço minhas suas palavras. Frutos amaríssimos do "Holoconto".
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