terça-feira, 13 de maio de 2014

Evangélicos a serviço do dinheiro!

POLÍCIA FEDERAL NA COLA DE PARLAMENTARES PROTESTANTES

História que se repete todo dia. Mas o rebanho protestante não consegue enxergar os fatos, preferindo alienar-se com os "louvores" enquanto a liderança tira até o tutano de seus ossos. 


Mais uma vez fica claro qual o "deus' a que a canalha protestante no congresso serve. E não é ao Deus da Bíblia mas sim ao ídolo chamado Mamon, o "deus" do dinheiro.

Nomes como Eduardo Cunha (PMDB-RJ, Filho do Dono da Rádio Melodia-RJ)

Marcelo Aguiar (DEM-SP), Benedita da Silva (PT-RJ),

Magno Malta (PR-ES),

Marcelo Crivella (PRB-RJ CANDIDATO A GOVERNADOR NO RIO),

Walter Pinheiro (PT-BA), entre outros.

Parlamentares da bancada evangélica integram uma lista de beneficiados por empresas fornecedoras da petroleira que estão sendo investigadas pela Polícia Federal.

De acordo com a revista Veja, a Polícia Federal descobriu que os “grupos empresariais ambicionavam estabelecer relações com um espectro amplo de partidos e políticos” e que “um em cada cinco deputados e um em cada três senadores eleitos receberam alguma doação oficialmente das empresas” ligadas de alguma forma ao esquema de corrupção do doleiro Alberto Yousef ou ao ex-diretor de Abastecimento da Petrobras, Paulo Roberto Costa.

O deputado evangélico Eduardo Cunha aparece como recebedor de R$ 500 mil em doações do grupo de empresas.

Já o cantor gospel Marcelo Aguiar recebeu R$ 100 mil, enquanto Benedita da Silva, R$ 3 mil.

A deputada Bruna Furlan (PSDB-SP), ligada à Congregação Cristã no Brasil e filha do ex-prefeito de Barueri, aparece como beneficiada das empresas em R$ 400 mil.

O senador Magno Malta, postulante à presidência da República, teria recebido R$ 200 mil em doações, assim como seu colega Walter Pinheiro.

O pré-candidato ao governo do Rio de Janeiro, bispo Marcelo Crivella, teria recebido R$ 100 mil.

O Congresso tem dado andamento à instalação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para apurar os fatos em torno do esquema, mas há quem se preocupe com a eficácia das investigações, uma vez que boa parte dos membros da Câmara e do Senado estão envolvidos de alguma forma.

Dom Rifan explica os limites da obediência às autoridades!

                                                              Verdade X Autoridade




Nosso Senhor fundou uma Igreja hierárquica, com Papa e Bispos 
a quem se deve obedecer. Esses hierarcas não são donos ou 
proprietários da Igreja. São administradores; e o que deles a Igreja 
exige é que sejam fiéis transmissores (Concílio Vaticano I – Denz. 
3070). Seu poder é grande, mas não absoluto ou sem limites. E o 
fiel pode muito bem usar do direito – e da obrigação – de 
comparação entre o que se lhe ensina hoje e o que foi sempre 
ensinado; conforme proclama o Apóstolo São Paulo: “Mas, ainda 
que nós mesmos ou um anjo do céu vos anuncie um Evangelho 
diferente daquele que vos tenho anunciado, seja anátema” (Gal. 1, 
8). A Igreja quando manda obedecer não o faz incondicionalmente, 
mas dá ao fiel o direito de analisar, comparar e resistir, se for 
preciso, como o disse e fez São Paulo com relação a São Pedro, 
primeiro Papa (Cfr. Gal. 2, 11-14 e Suma Teológica II-II, q. 33, a. 
IV). 

Quando os tempos são normais e as autoridades nos transmitem a 
verdadeira doutrina tradicional, não há porque não obedecer, como 
o fizeram os santos de tais épocas. Mas se não, eles sabiam resistir e 
arrostar todas as pressões, arbitrariedades e abusos de poder. 
O célebre hagiógrafo católico Dom Guéranger assim resume esta 
posição, comentando a resistência oposta pelos fiéis às autoridades 
que patrocinaram o erro, no tempo da heresia do Bispo Nestório: 
“Quando o pastor se transforma em lobo, é ao rebanho que, em 
primeiro lugar, cabe defender-se. Normalmente, sem dúvida, a 
doutrina desce dos Bispos para o povo fiel, e os súditos, no domínio 
da Fé, não devem julgar seus chefes. Mas há, no tesouro da 
revelação, pontos essenciais, que todo cristão, em vista de seu 
próprio título de cristão, necessariamente conhece e 
obrigatoriamente há de defender. O princípio não muda, quer se 
trate de crença ou procedimento, de moral ou de dogma. (...) Os 
verdadeiros fiéis são os homens que extraem de seu Batismo, em  
tais circunstâncias, a inspiração de uma linha de conduta; não os 
pusilânimes que, sob pretexto especioso de submissão aos poderes 
estabelecidos, esperam, para afugentar o inimigo, ou para se opor 
a suas empresas, um programa, que não é necessário, que não lhes 
deve ser dado” (L’Année Liturgique, p. 340 ss). 

Evidentemente, viver em tempos de crise, como os que nós 
vivemos, é muito penoso e exige-se então, de cada um, verdadeiro 
heroísmo. É muito fácil defender causas já vitoriosas. O difícil é 
trabalhar arduamente pela vitória de uma causa justa. É muito fácil 
ser o corajoso adepto de uma verdade já vencedora. O difícil é 
aderir à vontade quando ela está perseguida e humilhada. É mais 
cômodo juntar-se às fileiras do exército vencedor. É mais agradável 
seguir a maioria, estar bem com quem está no poder. Mas é 
tremendamente incômodo lutar pela verdade quando até as 
autoridades patrocinam a causa contrária e favorecem o erro. 
Hoje, quando a história já deu ganho de causa a Jesus Cristo, 
contra Anás e Caifás, não há quem julgue que, se vivesse naquele 
tempo, teria sido um fiel discípulo do Salvador e jamais teria 
tomado o partido de Caifás. Mas, teriam esses mesmos coragem de 
enfrentar as autoridades oficiais da religião verdadeira de então? 
Caifás era o Sumo Pontífice, cercado de outros representantes 
oficiais do poder de Deus. E nós vemos pelo Evangelho a "pressão" 
que essas autoridades faziam sobre os que queriam seguir a Jesus. 
São João no seu Evangelho (9, 22) narra aquela passagem dos pais 
do cego curado por Cristo negando-se a confessar o milagre porque 
os judeus tinham decidido expulsar quem aderisse a Jesus. É difícil 
ficar com a verdade até contra a autoridade. Por isso Jesus ficou 
com bem poucos amigos, porque a maioria não suportou a pressão e 
o peso da autoridade religiosa e preferiu ficar do lado do Sumo 
Pontífice Caifás e condenar a Jesus como impostor, ladrão e 
agitador do povo. 

Hoje, séculos depois, quando vemos na História da Igreja (Cfr. 
Denz.-Sch. 561 e 563) que o Papa Honório I favoreceu a heresia e 
por isso foi condenado pelo seu sucessor Papa São Leão II e pelo VI 
Concílio Ecumênico por estar em desacordo com a tradição da  
Igreja, fica fácil dizer que nós, naquele tempo, também estaríamos 
do lado de São Máximo e São Sofrônio, que resistiram ao Papa e 
foram canonizados, isto é, colocados pela Igreja como modelo de 
fidelidade para todos os cristãos. Mas se defendêssemos o "dogma" 
da obediência incondicional ao Papa, como muitos hoje o fazem, 
estaríamos sim do lado dos hereges. 

Assim também no confronto entre o Papa Libério e Santo 
Atanásio, este, defensor da ortodoxia e por isso expulso de sua 
igreja, e aquele, o Papa, que assinou uma fórmula ambígua e 
heretizante, ao sabor dos hereges e excomungou Atanásio porque 
este se recusava acompanhá-lo na sua defecção. O Papa Libério 
então, em nome da paz e da concórdia, declarou-se em união com 
todos os Bispos, inclusive os semi-arianos, menos com Atanásio, ao 
qual proclamou alheio à sua comunhão e à comunhão da Igreja 
Romana (Cfr. Denz.-Sch. 138). Santo Atanásio, por defender a sã 
doutrina, foi condenado como perturbador da comunhão eclesial! 
Hoje, depois que a Igreja canonizou Santo Atanásio como ínclito 
defensor da Fé e da Tradição, fica fácil dizer que estavam certos 
aqueles poucos que ficaram ao lado do Santo e foram expulsos das 
igrejas oficiais, sendo obrigados a se reunirem nos desertos debaixo 
de sol e chuva, mas conservando a fé intacta e respondendo aos 
hereges: vocês têm os templos, nós temos a Fé! (Cfr. São Basílio, 
ep. 242, apud Cardeal Newman - Arians of the Fourth Century, 
apêndice V). Mas, como ficariam, se vivessem naquele tempo, 
aqueles que põem na obediência o seu universo mental? 

Evidentemente do lado mais fácil e cômodo da autoridade, e da 
heresia por ela favorecida. 

Hoje, a história da Revolução Francesa nos ensina quão covardes 
foram aqueles padres e bispos que, para conservarem as suas igrejas 
e seus cargos, aceitaram um compromisso com os dominantes e 
fizeram o juramento revolucionário, e quão heróicos foram aqueles 
sacerdotes que a isso se recusaram e foram expulsos, tendo que 
atender ao povo fiel nos paióis, escondidos e perseguidos. 
De nossa parte, temos a plena convicção de que o melhor serviço 
que podemos prestar à Igreja, ao Papa, ao Bispo e ao povo cristão é  
defendermos a tradição, a doutrina que a Igreja sempre ensinou, 
mesmo à custa de sermos perseguidos, injuriados e até expulsos das 
igrejas. Podem nos tirar os templos, mas jamais a nossa Fé! Assim o 
dizemos, confiados unicamente na Graça de Deus. 
A história nos dará razão! E, mais do que o tribunal da história, o 
tribunal de Deus, para o qual apelamos! Que Nossa Senhora nos dê coragem e perseverança.

Fonte: Rifan, Pe Fernando Arêas. Quer agrade, quer desagrade. Páginas 46 a 49. 

quinta-feira, 17 de abril de 2014

Os judeus são culpados pela morte de Jesus Cristo?


Quatro foram os que mataram Jesus: em primeiro lugar o povo judeu que, representado por seus sacerdotes deram a sentença de morte no Sinédrio, e representado pelos que estavam em Jerusalém para a Páscoa, pediu sua crucificação a Pilatos; em segundo lugar os romanos que executaram a pena, dando-lhe cumprimento no Gólgota; em terceiro lugar a democracia que foi o método usado para decidir sobre a soltura ou não de Jesus; em quarto lugar cada um nós por causa de nossos pecados. 

No primeiro, segundo e terceiro caso temos as causas históricas de sua morte na cruz. No quarto temos a causa teológica de sua morte. 

Judeus e romanos não agiram como atores cegos do plano divino da redenção que implica que, através da morte de Cristo, seja operada a salvação do mundo. Ambos foram culpados pelo crime de lesa majestade cometido. Lesa majestade por que Cristo é Deus. Nada há de maior que a majestade divina. Porém a culpa maior foi dos judeus que tinham o conhecimento das profecias que anunciavam a vinda do Messias. Os judeus podiam tê-lo reconhecido como profeta, messias e Deus mas se recusaram por má vontade. Os romanos não o conheceram por que não tinham as profecias. Erraram mais por ignorância que por má vontade: ainda que Pilatos soubesse que Jesus era um homem justo, aplicou a sentença mais por medo do povo que por ódio a Cristo. Bem diferente foi o caso dos Judeus que odiavam Cristo e queriam matar-lhe desde os primórdios de seu ministério. Em Nazaré, quando anunciou na Sinagoga que nele se cumpriam as profecias que Isaías tinha feito acerca do tempo de graça que seria inaugurado pelo Messias, tentaram lançá-lo de um penhasco, mas disso se livrou Jesus fugindo em meio a confusão causada pelos Judeus.

Tão grande era este ódio que se dizia que "todavia ninguém falava dele abertamente, por medo dos judeus."(João 7,13). Jesus, no evangelho de João, mostra como os Judeus, por ódio a verdade, tinham se tornado filhos do pai da mentira e homicidas: "Por que não entendeis a minha linguagem? Por não poderdes ouvir a minha palavra.Vós tendes por pai ao diabo, e quereis satisfazer os desejos de vosso pai. Ele foi homicida desde o princípio, e não se firmou na verdade, porque não há verdade nele. Quando ele profere mentira, fala do que lhe é próprio, porque é mentiroso, e pai da mentira.Mas, porque vos digo a verdade, não me credes.Quem dentre vós me convence de pecado? E se vos digo a verdade, por que não credes?Quem é de Deus escuta as palavras de Deus; por isso vós não as escutais, porque não sois de Deus.Responderam, pois, os judeus, e disseram-lhe: Não dizemos nós bem que és samaritano, e que tens demônio?Jesus respondeu: Eu não tenho demônio, antes honro a meu Pai, e vós me desonrais.Eu não busco a minha glória; há quem a busque, e julgue.Em verdade, em verdade vos digo que, se alguém guardar a minha palavra, nunca verá a morte.Disseram-lhe, pois, os judeus: Agora conhecemos que tens demônio. Morreu Abraão e os profetas; e tu dizes: Se alguém guardar a minha palavra, nunca provará a morte.És tu maior do que o nosso pai Abraão, que morreu? E também os profetas morreram. Quem te fazes tu ser?Jesus respondeu: Se eu me glorifico a mim mesmo, a minha glória não é nada; quem me glorifica é meu Pai, o qual dizeis que é vosso Deus.E vós não o conheceis, mas eu conheço-o. E, se disser que o não conheço, serei mentiroso como vós; mas conheço-o e guardo a sua palavra.Abraão, vosso pai, exultou por ver o meu dia, e viu-o, e alegrou-se.Disseram-lhe, pois, os judeus: Ainda não tens cinqüenta anos, e viste Abraão?Disse-lhes Jesus: Em verdade, em verdade vos digo que antes que Abraão existisse, eu sou.Então pegaram em pedras para lhe atirarem; mas Jesus ocultou-se, e saiu do templo, passando pelo meio deles, e assim se retirou.(João 8,43-59 )".

O mesmo evangelho decreta a suprema culpabilidade dos Judeus: "Saiu, pois, Jesus fora, levando a coroa de espinhos e roupa de púrpura. E disse-lhes Pilatos: Eis aqui o homem.Vendo-o, pois, os principais dos sacerdotes e os servos, clamaram, dizendo: Crucifica-o, crucifica-o. Disse-lhes Pilatos: Tomai-o vós, e crucificai-o; porque eu nenhum crime acho nele.Responderam-lhe os judeus: Nós temos uma lei e, segundo a nossa lei, deve morrer, porque se fez Filho de Deus.E Pilatos, quando ouviu esta palavra, mais atemorizado ficou.E entrou outra vez na audiência, e disse a Jesus: De onde és tu? Mas Jesus não lhe deu resposta.Disse-lhe, pois, Pilatos: Não me falas a mim? Não sabes tu que tenho poder para te crucificar e tenho poder para te soltar?Respondeu Jesus: Nenhum poder terias contra mim, se de cima não te fosse dado; mas aquele que me entregou a ti maior pecado tem.(João 19,5-11).

Quem seria "aquele" de quem Jesus falou a Pilatos? Este "aquele" se refere ao povo Judeu. Jesus aí fala no singular. Dado que eram várias as autoridades judias ali presentes diante de Pilatos, ele não pode tratar de uma delas em especial. A explicação mais plausível para o termo "aquele" é que ele se refere a uma coletividade, ou seja, ao povo. 

Quanto a isso reflitamos sobre as Bodas de Caná onde Jesus fez seu primeiro milagre. Os noivos de Caná eram judeus, membros da Antiga Aliança, e suas núpcias se davam ainda de acordo com a Lei de Moisés e os costumes da Sinagoga. Eles representavam então as núpcias de Deus com a Sinagoga, que São Paulo comparou com as núpcias de Abraão com sua escrava Agar, e a de Jacó com Lia. Agar era a escrava e não a esposa legítima e primeira, e Lia tinha os olhos doentes e, por isso, não via bem. Assim, a Sinagoga foi a escrava e não a verdadeira esposa, e, quando chegou o Esposo, ela não o reconheceu, porque não viu nele a realização das profecias, Ela "foi cega ao meio dia", hora em que levantaram Cristo na cruz no Calvário. Pois, como o próprio Moisés profetizara, caso Israel fosse infiel: " O Senhor te fira de loucura e de cegueira e de frenesi, de sorte que andes às apalpadelas ao meio dia, como um cego costuma andar às apalpadelas nas trevas, e não acertes os teus caminhos" (Deuteronômio 28,29). E Isaías confirmou isto ao profetizar: "Tira para fora o povo cego, apesar de ter olhos, o povo surdo, apesar de ter ouvidos" ( Isaías 47,8).

Nossa Senhora, cheia de zelo e de prestimosa caridade, é quem observa a Cristo: "Eles não têm mais vinho" ( Jo, II, 3).Falando da situação embaraçosa e humilhante em que se encontravam os pobres noivos de Caná, ela se referia, de fato e num plano superior, à situação lastimável do povo eleito, que já não tinha mais "vinho" em seu coração, para ofertar a Deus no Templo. Era Israel como as virgens loucas da parábola, que já não tinham óleo em suas lâmpadas, quando chegou o esposo.E que vinho era que faltava aos judeus?São Tomás, no seu Comentário ao Evangelho de São João, explica que aos judeus faltavam então três vinhos: 1º. o vinho da Justiça; 2º o vinho da Sabedoria; 3º o vinho da Caridade. Porque a Justiça dos judeus no Antigo Testamento era imperfeita, sua Sabedoria era em figura e não real, e sua Caridade não era filial, mas servil. (Cfr. São Tomás, Op. Cit. Cap. II, lição I, nº 347, vol. I, p. 332).

Os judeus (líderes e povo) foram os agentes principais do deicídio porque é óbvio, a partir dos Evangelhos, que o gentio mais envolvido, Pôncio Pilatos nunca teria condenado Jesus à morte, se os líderes judeus não tivessem levantado o grito do povo para a sua crucificação (Mateus 27, 20). Certamente os líderes foram mais culpados do que as pessoas ignorantes, diz Santo Tomás de Aquino (Suma III, 47, 5), mas todos em uníssono pediram que seu sangue caísse sobre eles e seus filhos (Mateus 27, 25). O Papa Leão XIII considerou que havia verdadeira solidariedade entre os judeus que clamaram então para Jesus ser morto e a coletividade dos judeus atuais.

Não sem razão disse dos judeus São Gregório de Nisse: "Homicidas do senhor, assassinos dos profetas, rebeldes e odientos para com Deus, ultrajam a Lei, resistem à graça, repudiam a fé de seus pais. Comparsas do diabo, raça de víboras, delatores e caluniadores, toldados de cérebro, fermento farisaico, sinédrio dos demônios, malditos, execráveis, lapidadores, inimigos de tudo aquilo que é belo..." In: Patrologia Grega de Migne, 46, 685.

Nesta sexta feira da paixão que não nos esqueçamos de rezar pelos "pérfidos judeus".E que Deus nos dê o dom de que não sejamos como os judeus que rejeitaram Cristo. Que por nossa vida cristã alcancemos o testemunho que eles não deram e que deviam dar de abertura e fidelidade ao verbo encarnado. Que os festejos da semana santa nos santifiquem e nos comuniquem essa graça do alto.  







terça-feira, 15 de abril de 2014

A Igreja deve salvar os estados e nações e não só os indivíduos!

O Batismo de Clóvis, rei dos francos, nos albores da era medieval, significou a cristianização de toda uma nação que serviria, durante mais de mil anos, a Igreja de Cristo na terra em sua missão salvadora. 
"O individualismo dos reaças criptoliberais não concebe que além do julgamento direto de cada pessoa, há o julgamento indireto cuja sentença se manifesta relativamente às coletividades mais ou menos palpáveis, o Estado incluso.

Como os Estados não existirão para além da vida terrena, cada qual será julgado já aqui na Terra, e não necessariamente no Juízo Final. Dessa forma, para que participemos o mínimo possível dos castigos divinos aos desmandos que os Estados fazem em nosso nome, devemos tomar todas as medidas para orientá-lo cristãmente, cuidado cuja culminância poderá redundar no reconhecimento legal à Realeza Social de Cristo. 

Envidando os sobreditos esforços, mesmo que não logrando o êxito da Realeza Social de Cristo juridicamente encampada, poderemos possibilitar (mas não garantir) que tais desmandos sejam menores e mais infrequentes, e dessa forma, desviar de nós alguma parte da ira de Deus que decorrerá do mal que é feito em nosso nome por nossa omissão.

Lembro ainda que eventualmente extinto um Estado iníquo, o mal feito por ele não deixa de existir, e que assim não há prejuízo às sanções na vida do porvir por todo esse mal. Ora, como já foi dito que os Estados não mais existirão na outra vida, e tendo em conta que a extinção de um Estado ímpio não extingue os débitos por ele contraídos, resta óbvio que serão os que em vida foram a ele subordinados que pagarão no fogo (purgatorial ou infernal) por esses débitos, cada qual conforme seu grau de participação neles.

Daí a necessidade de se lutar pela cristianização de TODOS os aspectos não apenas da vida pessoal de cada um, mas também da vida cívica e comunitária de forma mais global."-Victor Fernandes. 


sexta-feira, 11 de abril de 2014

EUA patrocinam leis pró-lgbt no mundo: o caso Uganda.

Yoweri Museveni, presidente de Uganda e herói da luta antihomossexualismo.


Para os que amam os EUA e os vêem como bastião da ordem moral no mundo é importante tomar nota desta notícia. O estado americano vai retirar a ajuda que dá a Uganda apenas por que o país africano, usando de seu direito de autodeterminação, decidiu aprovar leis contra a perversidade homossexual. Alguns dirão que isso não é uma política de estado mas de governo. Não é o que os fatos apontam: ano passado o Senado dos EUA aprovou um projeto de lei que impede a discriminação de lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais em ambientes de trabalho. Em suma: o projeto prevê que comportamentos gays- claramente desordenados- não poderão ser punidos pela chefia dado que isso será tido como crime. Exemplifico: se um gay se candidatar a dar aulas numa escola católica ele não poderá ser descartado. A escola será punida, caso seja. Caso a escola descubra que um de seus professores é gay e entendendo que isso afeta a boa formação moral dos alunos, decidir demiti-lo, ela será punida. A lei tendo sido aprovado vira base de um política de estado para os próximos anos não só nos EUA mas no mundo. 
E isso se revela agora em Uganda.:
" A economia do Uganda começa já a sofrer os primeiros efeitos da aprovação de uma nova lei anti-gay, que pune os homossexuais com prisão perpétua. Ontem, a moeda nacional, o Xelim do Uganda, desvalorizou 2% em resultado da provável deterioração da relação deste país africano com os seus parceiros ocidentais.
Segundo a Times, a medida, aprovada pelo presidente Yoweri Museveni no passado dia 24, foi prontamente condenada pela comunidade internacional. O Secretário de Estado americano, John Kerry, alertou para a provável revisão das relações entre EUA e Uganda, que recebe USD 400 milhões de ajuda anual de Washington.
Às ameaças dos EUA, seguiram-se a Noruega e a Dinamarca. Esta tomada de posição parece confirmar as previsões do Ministro das Finanças Sueco, Anders Borg, que, durante esta semana, alertou paras o risco financeiro que o Uganda passou a correr depois da aprovação desta medida."
Fonte: Reuters/ James Akena. 27/02/2014.



sábado, 5 de abril de 2014

Pinay explica que é "antisemitismo"





Anti-Semitismo, Citações de Maurice Pinay

“... Em todas as suas entidades imperialistas e revolucionárias, os judeus empregaram uma tática peculiar para enganar os povos, utilizando conceitos abstratos e vagos ou jogos de palavras de significado flexível que podem se entender de forma equívoca e que podem se aplicar de diferentes maneiras. Aparecem, por exemplo, os conceitos de igualdade, liberdade, fraternidade universal e, sobretudo, o de anti-semitismo, vocábulo este último de flexibilidade enorme; abstração a qual vão dando diferentes significados e aplicações tendentes a prender e massacrar os povos cristãos e gentios, tendo em vista impedir que possam se defender do imperialismo judaico e da ação destruidora de suas forças anti-cristãs.

A enganosa manobra pode ser resumido como segue:

PRIMEIRO PASSO. Conseguir a condenação do anti-semitismo por meio de hábeis campanhas e de pressões de todo gênero (insistentes, coordenadas e enérgicas), exercidas por forças sociais controladas pelo judaísmo ou executadas por meio de seus agentes secretos introduzidos nas instituições cristãs, em suas igrejas ou em seus estados. Para poder dar esse primeiro passo e conseguir que os chefes religiosos e políticos da Cristandade vão, um depois de outro, condenando o anti-semitismo, dão a este um significado inicial que o representa:

1º — Como uma discriminação racial do mesmo tipo que a exercida pelos brancos de certos países contra os pretos ou pelos pretos contra os brancos. Também apresentam o anti-semitismo como um racismo que discrimina de inferiores outras raças, contrário aos ensinamentos e à doutrina do Mártir do Gólgota, que estabeleceu e afirmou a igualdade dos homens diante de Deus.

2º — Como simples ódio ao povo judaico, que contradiz a máxima admiração de Cristo: “Amai-vos os uns aos outros”.

3º — Como ataque ou condenação ao povo que deu seu sangue a Jesus e Maria. A este, os judeus lhe chamaram o “argumento irresistível”.

Dando ao anti-semitismo inicialmente esses ou outros significados análogos, conseguiram os judeus ou seus agentes infiltrados na Cristandade, surpreender a caridade, a bondade e boa fé de muitos governantes cristãos e inclusive de hierarcas religiosos, tanto da Santa Igreja Católica como das igrejas protestantes e dissidentes (39) para que, cedendo a tão bem organizadas como obscuras e persistentes pressões, se formulem censuras ou condenações abstratas e gerais contra o anti-semitismo, sem entrar em detalhes sobre o que realmente se condena ou sobre o que significa esse anti-semitismo censurado, deixando assim, impreciso e vago, o que foi realmente a intenção da condenação, com perigo de deixar os judeus e seus agentes dentro da Cristandade como únicos “maquinadores-corruptores” de tão graves decisões. Quando os hierarcas religiosos (submetidos a imensuráveis pressões) têm pelo menos o cuidado de definir o que entendem por esse anti-semitismo que condenam, o perigo é menor, já que na condenação ficam bem precisos os termos do que se condena, por exemplo, a discriminação racial ou o ódio aos povos. Assim, embora os judeus tenham, de todos os modos, a audácia de ambicionar uma interpretação mais ampla do anti-semitismo para estender habilidosamente o raio de ação da condenação, é mais fácil descobrir e demonstrar o sofisma em todos os seus alcances.

SEGUNDO PASSO. Depois que os judeus ou seus agentes secretos conseguem essas condenações do anti-semitismo, dão a este vocábulo um significado muito diferente do que lhe atribuíram para obter tais condenações.

Então, serão anti-semitas:

1º — Os que defendem seus países das agressões do imperialismo judaico, fazendo uso do direito natural que têm todos os povos de defender sua independência e sua liberdade.

2º — Os que criticam e combatem a ação destruidora das forças judaicas que destroem a família cristã e degeneram à juventude com a difusão de falsas doutrinas ou de toda classe de vícios.

3º — Os que de qualquer forma censuram ou combatem o ódio e a discriminação racial, que os judeus acreditam ter o direito de exercer contra os cristãos, ainda que hipocritamente tratem de ocultá-lo; e os que, de alguma forma, denunciam as maldades, delitos e crimes cometidos pelos judeus contra os cristãos, muçulmanos ou demais gentios e pedem o merecido castigo.

4º — Os que desmascaram o judaísmo como líder do comunismo, da franco-maçonaria e de outros movimentos conspiradores, pedindo que se adotem as medidas necessárias para impedir sua ação destruidora no seio da sociedade.

5º — Os que de qualquer forma se opõem a ação judaica que têm por objetivo destruir a Santa Igreja e a civilização cristã em geral…”



Retirado do livro: COMPLÔ CONTRA A IGREJA, Maurice Pinay, Terceira Parte, A SINAGOGA DE SATANÁS, Capítulo Quinto

sexta-feira, 21 de março de 2014

Lobão é conservador?

Virou modinha entre a neo-direita tupiniquim admirar e tomar como herói qualquer um que faça apontamentos críticos ao governo PT. 

Há quem considere Rodrigo Constantino e Lobão as lideranças necessárias nessa hora grave de crise moral que nos acomete. 

Já até vi quem dissesse que Lobão agora era "conservador". Eu não sei se agora ele é conservador mas fato é que ele, durante anos, contribuiu muito para a perversão moral de nosso país, que como todos sabem, é um instrumento da revolução social que precisa destruir a ética cristã para instalar uma nova moralidade comunista. Em suma: o liberalismo - moral, econômico e político- queiram ou não, serve a causa comunista na medida em que libera a práxis social da religião. 

A entrevista que reproduzimos é de 2000. Alguns dirão, "Lobão mudou". Quando alguém muda é esperado que se retrate, que repudie seu passado e diga "me arrependo", até para reparar o mal que fez. Esperamos então que os que pensam que o Lobão é uma liderança conservadora de fato nos provem que ele, hoje em dia. repudia isso de maneira clara e inequívoca e que mudou. Não provando, temos o direito de continuar desconfiando do "conservadorismo" do Lobão!

"LOBÃO –
Ah, cara, fui muito tardio. Inclusive as minhas iniciações sexuais foram ridículas.
PLAYBOY –
Conta aí.
LOBÃO –
Desde a minha primeira masturbação na cruz. Tive tesão por Jesus
Cristo [ri]. Tinha 6 anos de idade e foi numa Sexta-Feira Santa. Fui beijar o corpo de
Cristo na igreja, e, pô, aquela tanguinha, que delícia! [Risos.] Meu pai tinha uma oficina e
eu, diligentemente, saboreando sexualmente o trabalho, fui fabricando um crucifixo em
tamanho natural para mim. Tinha dois pedaços de madeira, fui lá, pum!, preguei, fiz a
cruz. Botei um robe de chambre para me sentir com o sudário, simulei a via crucis, caí
libidinosamente... Quando cheguei ao quarto, botei a cruz no colchão, deitei em cima e
me masturbei pela primeira vez.
PLAYBOY –
Peraí, Lobão. Como é que um menino de 6 anos constrói uma cruz de madeira
em tamanho natural e veste robe de chambre?
PS: O tópico reproduz trecho de entrevista concedida por Lobão à Revista Playboy em 2000.
LOBÃO –
É verdade [ri]. Desde muito cedo aprendi a mexer com madeira. Meu avô adorava
marcenaria e meu pai tinha essa oficina nos fundos da casa.
PLAYBOY –
E ninguém em casa estranhou aquela cruz enorme no seu quarto?
LOBÃO –
Ah, eles devem ter pensado: “Nossa, como esse menino é religioso!” [Risos.]
Ao mesmo tempo que era uma coisa meio pervertida, era lúdico. É por isso que até
hoje gosto de arte sacra: acho a coisa mais libidinosa do mundo." Playboy, ano 2000, edição de fevereiro.

CRÉDITOS AO JOE QUINTANILHA PAGANINI QUE ENVIOU A MATÉRIA DA REVISTA.