quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

A tacada final para o Anticristo: ONU pretende subjugar a Santa Sé a sua "autoridade"!!



Por direito divino a Igreja é imune em relação aos poderes políticos e isso por uma razão clara : ela sendo instituição divina está acima dos poderes humanos.
 
Todavia desde o século 13-14, existe, no ocidente, uma tendência que procura sujeitar o poder da Igreja aos poderes civis - políticos. Cabe lembrar do que fez o rei Felipe, o Belo, da França, que tentou  a deposição do papa Bonifácio VIII e transferiu o papado para a cidade de Avinhão, para colocar a Igreja sob seu controle.
 
O fortalecimento do poder dos reis no século 14 , permitiu que no século 16 a reforma protestante tivesse sucesso já que foi sobre o abrigo de reis e princípes interessados em se livrar da ingerência da Igreja nos assuntos temporais, através de seu magistério, que os ditos reformadores conseguiram fazer avançar suas doutrinas e seitas.
 
Lembremos também de Clemente XIV, que aboliu a Ordem dos Jesuítas ( Cia de Jesus) para atender aos déspotas esclarecidos do século 18 que estavam sob a influência do iluminismo - vendo portanto a Igreja como inimiga da civilização e da razão. Os monarcas dessa época exigiam a supressão dos Jesuístas pois os mesmos controlavam as cátedras universitárias e as universidades que em geral estavam nas mãos da Igreja. Importava tirar da Igreja o controle da educação para que os "filósofos" iluministas ocupassem as universidades e assim pudessem forjar a mentalidade das futuras gerações. Clemente XIV era bem visto pelos governos adversos aos Jesuítas. Embora espremido pelas circunstâncias, ele contemporizou quatro anos. Só em 1773 publicou o breve Dominus ac Redemptor noster, com o qual extinguiu a Companhia . Os soberanos Bourbons de França, Espanha, Nápoles e Parma não permitiram mais a permanência dos inacianos em seus países. Sebastião José de Carvalho e Melo, conde de Oeiras e marquês de Pombal, já os expulsara das terras lusitanas. O Geral, Padre Lourenço Ricci, não admitia modificações essenciais na constituição jesuítica. Preso no castelo Santo Ângelo, morreu octogenário em 1775.
 
Foi graças a isso que a Revolução Francesa se tornou possível - a atuação jesuítica teria decerto  minorado a influência iluminista-maçônica na França o que poderia ter resultado em que não houvesse a explosão revolucionária sobretudo a de 1792 sob liderança jacobina. 
 
Eis que desde 1962 - ano de início do Concílio Vaticano II - o clero vem se abrindo a realidade laica e secular que marca o mundo moderno como se fossem coisas positivas e queridas por Deus. Em razão disso a tradicional doutrina de sujeição dos estados a realeza de Cristo e de seu pontífice( o papa) vem sendo deixada de lado. Não são mais os Estados que devem sujeitar-se a Igreja e aos princípios eternos que ele preserva: antes, pensa o clero modernista,  é ela que deve se adequar a nova realidade onde o poder político de cunho humanista se arroga o direito de ser a última palavra e de ser o portador dos princípios de ordenação da civilização numa inversão satânica da reta ordem criada por Deus!
 
Exemplo disso é que a encíclica "Mater et Magistra" de João XXIII já abria espaço para um poder que regulasse os problemas internacionais, uma autoridade laica a qual todos - incluída aí a Igreja Católica - deveriam obediência : "Os progressos científicos e técnicos multiplicam e reforçam, em todos os setores da convivência, as relações entre os países, tornando a sua interdependência cada vez mais profunda e vital. Por conseguinte, pode dizer-se que os problemas humanos de alguma importância – qualquer que seja o seu conteúdo, científico, técnico, econômico, social, político ou cultural, apresentam hoje dimensões supranacionais e muitas vezes mundiais. Assim, as comunidades políticas, separadamente e com as próprias forças, não têm já possibilidade de resolver adequadamente os seus maiores problemas dentro de si mesmas, ainda que se trate de nações que sobressaem pelo elevado grau e difusão da cultura, pelo número e atividade dos cidadãos, pela eficácia dos sistemas econômicos, e pela extensão e riqueza dos territórios. Todas se condicionam mutuamente e pode, mesmo, afirmar-se que cada uma atinge o próprio desenvolvimento, contribuindo para o desenvolvimento das outras. Por isso é que se impõem o entendimento e a colaboração mútuos. "( Números 199 a 201).
 
Pois bem : hoje nos deparamos com a seguinte notícia referente aos casos- alguns reais outros apenas supostos - de pedofilia dentro da Igreja : http://noticias.terra.com.br/mundo/europa/renuncia-do-papa/onu-cobra-acoes-do-vaticano-para-combater-a-pedofilia-na-igreja,f5e65bfb2ec83410VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html
 
Em suma : a ONU cobra da Igreja a observância de seus estatutos relativos a direitos da infância.
Ok! Nenhum católico em sã consciência pode se opor a que padres respeitem a dignidade infantil.
 
O problema todo não está aí mas sim no que há por trás disso: A ONU PRETENDE QUE A IGREJA A RECONHEÇA COMO AUTORIDADE MORAL SUPREMA E COMPETENTE PARA JULGAR INCLUSIVE A IGREJA NÃO APENAS NO CASO DE PEDOFILIA MAS EM QUALQUER CASO!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
 
O poder laico -secular e mundializante da ONU usa o subterfúgio da "omissão" de parte do clero com os casos de pedofilia para tentar submeter a Igreja a seu juízo.
 
Que consequências imediatas isso pode ter? Imaginem que amanhã grupos de homossexuais poderão procurar a ONU para encaminhar um processo contra a Igreja em razão de sua posição sobre moral sexual e casamento!! O simples fato de autoridades católicas se prestarem ao papel de dar satisfações a ONU fortalece o poder global que se quer criar e abre portas para o império do anticristo.
 
Em suma estamos diante do seguinte problema: que poder deve estabelecer a lei? A ONU crê que as leis que devem reger o mundo globalizado são as que expressam seu credo laicista-secular-humanista. Nesse admirável mundo novo as leis eclesiásticas e divinas não valerão mais. A religião deverá seguir as leis impostas pelo novo clero ( os intelectuais do humanismo secular)!!
 
Será que as autoridades da Santa Sé não enxergam o que há nisso tudo? Rezemos pois os tempos são críticos!
 

sábado, 11 de janeiro de 2014

Ministro protestante denuncia: Silas Malafaia, Assembléia de Deus, Igreja Batista e IURD estão ligadas a Maçonaria!

Silas Malafaia, representante do mamonismo judeu-calvinista
 que irá trabalhar para erguer o templo do Anticristo na Terra
Sabe-se que a fundação da maçonaria moderna tem origem em 1717 na Inglaterra : foi um pastor chamado James Anderson quem a organizou.

“As Constituições de Anderson - redigidas em 1723, veneradas e respeitadas por toda a Maçonaria – viriam esclarecer que o templo de pedra deixava de ser a tarefa do maçon: o edifício a ser levantado em honra e glória ao Grande Arquitecto do Universo passaria a ser a catedral do Universo, ou seja, a Humanidade“.- “The Constitutions of the Free-Masons (1734). An Online Electronic Edit” by James Anderson A.M., Benjamin Franklin et al.
 
 
Foi este pastor presbiteriano, James Anderson, que foi encarregado pela Grande Loja de Inglaterra, de mudar a velha constituição gótica da maçonaria num novo e melhor método. Esta referência ao repúdio do gótico, para “optar por um método melhor" indica a mudança da maçonaria de operativa - como era nos tempos góticos ou medievais - para maçonaria especulativa ou filosófica. Que fosse ele o escolhido para ser o redactor de um documento tão importante como as Constiuições da Maçonaria, nada teve de especial, porque a maioria dos maçons eram protestantes, e muitos presbiterianos, calvinistas, mais tarde episcopais, da Igreja anglicana nos EUA. Que fosse um católico é que seria impossível. Aliás porque os católicos não eram admitidos, nem o seriam durante muito tempo.

Portanto a ligação do protestantismo com a maçonaria é total : a maçonaria não existiria sem o protestantismo.

A denúncia feita pelo "pastor" protestante é correta ( com a excessão, claro, de uma série de fatos trazidos no vídeo que não tem provas suficientes) quanto a infiltração maçônica nas "igrejas" protestantes brasileiras.

Silas Malafaia deu uma declaração interessante sobre isso na Revista Enfoque Gospel - editada pela sua Editora, Central Gospel, vejamos: “Coisa triste é ver um pastor ignorante. Tem muitos pastores falando do que não sabem. Só o conhecimento nos livra deste mal(essa é a doutrina da maçonaria : salvação pelo conhecimento!!), por isso é bom se informar antes. É lógico que nós abominamos sociedades secretas, mas Rotary e Lions nada têm a ver com isso. São sociedades abertas, instituições sérias, éticas e que desenvolvem trabalhos importantíssimos junto a comunidade. Eu já palestrei nos encontros deles. Já fui convidado a participar. Só não participo porque não tenho tempo. Membrar-se ao clube, em absolutamente nada prejudicaria a nossa fé”.
 
Como Silas diz que participar do Lions ou do Rotary não prejudica em nada a fé ? Os dois clubes são fundações maçônicas : O Rotary foi fundado por Paul Harris, os Clubes de Lions por Melvin Jones, ambos maçons!!! Em suma: Rotary e Lions são braços da maçonaria dentro da sociedade civil, são seu braço exotérico( esotérico: secreto; exotérico: público)!!
 
Sejamos claros: ninguém seria convidado a falar no Rotary se não estiver identificado com seus valores que são os mesmos da maçonaria. No mínimo é possível suspeitar de uma filiação de Silas Malafaia a maçonaria. 
 
Logo vale a pena assitir a denúncia feita pelo vídeo: mesmo que ele traga conteúdos discutíveis( como por exemplo colocar uma imagem do Papa Bento XVI associando falsamente a maçonaria - evidentemente para tentar desviar a o foco da questão qual seja a de que todo o protestantismo tem relação direta ou indireta com a maçonaria ) há fatos inegáveis trazidos a público por quem está dentro do meio protestante e que precisam ser conhecidos.
 
O início do vídeo é a parte mais indicada. O final é uma mistureba de besteiróis do aventismo, das idéias dos cristãos messiânicos, etc, etc, etc.



http://www.youtube.com/watch?v=ZlUS_k4Cakw

sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

Cebs o retorno: revolução comunista dentro da Igreja Católica e da sociedade!

Altar das Cebs: perversão do autêntico catolicismo
Caros, este início de 2014 vê mais uma celebração do intereclesial das Cebs, desta vez com apoio inclusive de sua santidade o Papa - o que evidentemente clama aos céus!

Não me recordo de Bento XVI ter apoiado os eventos das Cebs aqui no Brasil. Não estou - deixo claro isso - querendo estabelecer um contraste absoluto entre o último pontificado ( que teve limitações evidentes) com o atual. Apenas fico admirado que Francisco dê apoio explícito e público a uma realidade que sempre se pautou pelo estabelecimento da revolução comunista dentro da Igreja Católica e da sociedade civil através da criação de um novo modelo de organização eclesial, não mais aquela tradicional baseada na paróquia e na diocese mas uma que se baseie nas "bases": em suma, uma organização que nasça do povo e esteja a serviço do povo e não de Deus.

Cabe então esclarecer como as Cebs trabalham pela destruição da Igreja tal como instituída por Jesus Cristo.

1- As Comunidades Eclesiais de Base são grupos recrutados por elementos do Clero secular e regular, por Ordens e Congregações religiosas femininas, entre os católicos mais atraídos pela religião, que precisamente por o serem, se acercam dos representantes qualificados da Igreja.

Padres, frades, freiras atuam junto ao povo católico no snetido de reunir grupos que tem por finalidade o estudo da Bíblia a luz da "realidade do povo". Formam-se aí os cículos bíblicos que são os grupos de base: cada Ceb pode ter vários círculos bíblicos.

2- Esses grupos de base têm suas reuniões, uma vez por semana, havendo mensalmente uma reunião de toda a comunidade na "assembléia".As várias Cebs de uma paróquia ou bairro tem um agente pastoral ou equipe pastoral ( pessoas impregnadas da ideologia socialista da Teologia da Libertação e que tem o papel de serem os coordenadores dos círculos bíblicos) que faz a ligação deles como o Pároco. Em geral a Comunidade assume um nome ( O mais comum é Cristo Libertador). Seus membros referem-se a ela como "A comunidade".

3- Os membros das Cebs em geral são pessoas da periferia urbana: donas de casa, operários, empregados do comércio, professoras, aposentados, etc. Seus membros são recrutados nas camadas mais simples da população e nas mais religiosas da paróquia.

4- As Cebs assumem forma colegiada, democrática e igualitária de organização. A direção ostensiva cabe aos agentes de pastoral ( dedicados a fazer a conscientização do povo). Esses direcionam os círculos, as dinâmicas de grupo, etc. Esses agentes formam um grupo que planeja e decide mas sem aparecer, são chamados de "fermento", mas por trás dele há sempre um padre ou freira mas que não aparecem de modo efetivo para que os membros da comunidade pensem que estão participando da co-gestão da vida comunitária. Os membros das Cebs repetirão o que padres e agentes de pastoral lhes ensinam a dizer pois estão criticamente e intelectualmente desarmados. A idéia é fazer crer que as conclusões foram tiradas em comum. Este é o principal artifício empregado para a conscientização dos membros das Cebs.

5- As reuniões semanais são de importância vital as Cebs pois garantem a coesão do grupo, a troca de experiências que criam o espírito comunitário.

6- As atividades das Cebs se dividem em :

A- Religiosas: catequese, cursos bíblicos, equipes de liturgia, etc
B- Social:  Trabalho coletivo, alfabetização, corte e costura, recreações para idosos, escola política.
C-Econômicas: Roças comunitárias, farmácia comunitária, bazar comunitário, caixa comunitária.

O comunitarismo exacerbado é a característica comum das Cebs; nas Cebs é preciso que o indivíduo ceda parte de seu eu , fazendo com que seja substituído por um nós conglomerante e envolvente.

As atividades externas das Cebs mais importantes são as campanhas de mobilização popular para promover alguma reivindicação: reúnem na Igreja ou capela os moradores do bairro, favela, zona rural para tratar de algum problema( água, esgoto, luz, posse de terra, sindicato, etc).

São as Cebs que animam entidades ligadas a CNBB ( Que é um órgão marxista ) como :

- COMISSÃO PASTORAL DA TERRA
-PASTORAL OPERÁRIA
-PASTORAL DA JUVENTUDE
- COMISSÕES DE JUSTIÇA E PAZ
-CENTROS DE DEFESA DE DIREITOS HUMANOS NAS DIOCESES

A função das Cebs é criar um sentimento de revolta e fazer de seus membros militantes pelo socialismo. A teologia da libertação e a leitura da Bíblia em chave revolucionária é a gasolina ideológica das Cebs. 

Os padres marxistas usam então a confiança do povo católico para incutir-lhe as idéias da Teologia da Libertação coo se estas fossem a leitura mais correta da fé ,da Bíblia e dos ensinos de Jesus. Como o povo confia irrestritamente no padre, visto como encarnação da própria Igreja, ele se deixa levar pelas heresias ensinadas. Tal confiança, deformada por uma extensão da infalibilidade do papa, aos bispos e padres e, as vezes, até as freiras, deixo o povo a mercê da ideologização promovida pelos mesmos. 

As comunidades de base, portanto, são organismos inspirados no modelo dos sovietes ( sindicatos revolucionários que reuniam operários e militares e que mobilizaram a massa para a revolução comunista na Rússia em 1917) que tem uma unidade: ela é garantida pelos encontros anuais como o intereclesial. Há um conjunto de bispos, padres, freiras, sociólogos, pastores protestantes que acompanham mais de perto as Cebs. São eles os dirigentes nacionais do movimento.

Cabe lembrar que a Conferência Episcopal Latino Americana(CELAM) de 2007- acontecida em Aparecida- em seu documento final, relançou o tema das Cebs - entre os propositores desse relançamento tínhamos o então arcebispo de Buenos Aires, Jorge Mario Bergoglio - como saída para a Igreja na América. 

Portanto nós estamos diante de uma retomada da ofensiva das Cebs - o próprio Papa Francisco, em sua exortação apostólica voltou a falar da necessidade de reconstruir as Cebs como modelo para a Igreja.

Estamos diante de uma nova ofensiva marxista dentro da Igreja. O site do 13º Intereclesial das Cebs deixa bem claro quais são os seus objetivos: "Em seu livro Pedagogia do Oprimido, Freire explica que um dos principais problemas dos oprimidos é enfrentar o opressor que eles hospedam dentro de si. Segundo ele, a autonomia não é um presente, doação de alguma liderança, mas esforço pessoal e coletivo: “Ninguém liberta ninguém, ninguém se liberta sozinho; os homens se libertam em comunhão” (1985: 27). Referindo-se diretamente ao papel da educação, afirma: Ninguém educa ninguém; ninguém se educa a si mesmo; os homens se educam entre si, mediatizados pelo mundo” (1985:63).Tanto a Teologia da Libertação quanto a Educação Popular incorporaram o conhecido método utilizado pela Ação Católica Brasileira – ver-julgar-agir – e ajudaram a entender as causas da pobreza, da miséria e da exclusão social. Com a apropriação da pedagogia libertadora que valoriza o diálogo, a participação e a práxis houve um avanço significativo no processo de capacitação cidadã e empoderamento popular.O povo não se liberta, se não tem terra. A conquista e repartição da terra é meta do êxodo, com tudo o que isto implica de lutas e de riscos” (Barros, 1988:89). Ao analisar a sociedade capitalista, dividida em classes sociais, a Teologia da Libertação, as CEBs e a Educação Popular têm se utilizado muito da metáfora dos dois times – opressores x oprimidos – amparados na lógica respectiva da opressão x libertação. Na medida em que a pobreza é vista como empobrecimento e exploração não cabem apenas práticas de caridade, mas se fazem necessárias lutas por justiça social. Isso significa um grande avanço político-pedagógico na consciência popular."( In : http://www.intereclesialcebs.org/caminhadacebs.php).



Lutemos contra a obra de subversão da fé e da ordem promovida pelas Cebs! Católicos uni-vos!
                                     

sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

O Papa Francisco e as uniões do mesmo sexo na Itália : como o Papa irá reagir?

Não é sempre que a vida real gera um experimento de laboratório para ajudar a resolver um debate histórico, mas a política italiana pode criar  uma oportunidade para lançar luz sobre uma questão chave biográfica sobre Papa Francisco .
Dado que a questão é o estatuto jurídico das relações de pessoas do mesmo sexo , o pensamento do Papa é, obviamente, muito importante.
Antes de sua eleição ao papado , a linha sobre o Cardeal Jorge Mario Bergoglio de Buenos Aires , Argentina, foi de perfilá-lo como um conservador bastante convencional , em parte por causa de seu papel em 2010  no amargo debate nacional sobre o casamento gay na Argentina.
Esse posição foi gerada por conta da retórica política ardente de Bergoglio , expressa em uma carta de julho de 2010, para os mosteiros argentinos , pedindo-lhes para rezar para o fracasso da iniciativa.
" Não sejamos ingênuos : esta não é simplesmente uma luta política , mas é uma tentativa de destruir o plano de Deus ", escreveu então. " Não é apenas um projeto de lei , mas uma jogada do Pai da Mentira , que procura confundir e enganar os filhos de Deus . "

No final, no entanto, a Argentina se tornou o primeiro país da América Latina a adotar o casamento do mesmo sexo.
Como enquadrar o linha-dura de 2.010  e a atual postura do Papa, hoje visto como um moderado político , determinado a não marcar posição na guerra cultural , que disse a famosa frase : "Quem sou eu para julgar ? "
Existem duas teorias básicas .
Uma delas é que a carta de 2010 é do verdadeiro Francisco, e que o fascínio atual com sua luva de veludo ignora o punho de ferro por baixo. Dê-lhe tempo , esta teoria sustenta , e ele vai mostrar suas verdadeiras cores. ( Esse ponto de vista tende a ser popular entre os conservadores culturais que querem o papa para desenhar linhas na areia e os ativistas gays direitos que temem que ele vai fazer exatamente isso. )
A outra teoria sustenta que a carta de 2010 não era do verdadeiro Bergoglio, e que silenciosamente , ele estava disposto a aceitar uma solução de compromisso para uniões civis como alternativa ao casamento gay , tendo adotado uma postura rígida em público só porque era presidente da conferência dos bispos e se sentiu obrigado a articular a visão da maioria .
O padre argentino, Jorge Oesterheld , que serviu como o porta-voz da Conferência Episcopal da Argentina durante os seis anos que Bergoglio foi seu presidente 2005-2011 ,  teria feito precisamente esta afirmação em uma entrevista de abril, com a NCR .
" Alguns [ bispos ] eram mais inflexíveis do que outros ", disse Oesterheld . " O cardeal foi junto com o que a maioria queria. Ele pensou que era o seu trabalho como presidente da conferência dos bispos para apoiar o que a maioria decidiu , e ele não impõs seus próprios pontos de vista sobre os outros bispos ."

Na quinta-feira , o novo líder carismático do Partido Democrata de centro-esquerda  de Florença, prefeito Matteo Renzi , expôs elementos-chave de seu programa em uma carta aos líderes do partido. As pesquisas mostram que Renzi é o favorito para se tornar o próximo primeiro-ministro do país.
Um elemento do programa é o suporte para as uniões civis, ao longo das linhas da " Lei de Parceria Civil ", de 2005 , no Reino Unido adoptados no âmbito do governo Blair.
Dado o ethos fortemente católico da Itália, observadores acreditam que os direitos do casamento completo para casais do mesmo sexo é improvável, mas as pesquisas mostram que há o apoio público para a união civil .
" Estes não são os direitos civis , mas deveres civis ", disse Renzi . "Como pode um país que não leva a sério estas questões se chamar civilizada ? "
Apesar de apoio popular, especialistas políticos na Itália consideram-no uma postura um tanto ousada , uma vez que o suporte para uma medida similar em 2006-2008 ajudou a derrubar o segundo governo de centro-esquerda, o primeiro-ministro Romano Prodi.
Prodi apoiou uma medida união civil conhecido pela sigla italiano " Dico ", que agitou a oposição feroz da Igreja italiana . Ela foi sustentada pelo ultra- poderoso presidente da Conferência dos Bispos , no momento , o Cardeal Camillo Ruini , com o forte apoio do Vaticano e do Papa Bento XVI.

A proposta morreu na videira em 2008, quando Prodi perdeu um voto de confiança no Senado italiano e renunciou.
Assumindo Renzi, seguirá o impulso para o tema da união civil que  pode estar de volta em um futuro governo de centro -esquerda, e o drama , então, tornar-se-á : Será que a resposta sob Francisco seria diferente?
Com base no tom já definido pelo novo papa, muitos observadores esperam que sim. Escrevendo no atual La Stampa , o jornalista Fabio Martini afirmou que na era Francisco os chamados " -cons Theo ", ou seja os políticos que invocam os valores cristãos para defender posições conservadoras ", tornaram-se sem voz , e vai ser difícil recuperar o seu vigor . "
Duas advertências estão em ordem.
Primeiro, Francisco tem dito repetidamente que a igreja não deve tomar posições diretamente políticas , e, portanto, pode ser improvável se expressar de forma explícita. Em segundo lugar, ele também é um forte adepto da colegialidade , e provavelmente iria deixar que os bispos italianos assumam a liderança.
Dito isto , o novo regime em conferência dos bispos italianos , sem dúvida, está ansioso para levar suas sugestões a partir do papa . Francisco está colocando seu próprio selo sobre a liderança do grupo , tendo recentemente nomeado Bispo Nunzio Galantino da diocese Cassano all'Jonio como seu secretário.
No momento em que um governo hipotético Renzi assumisse as rédeas,  a direção da Igreja na Itália deve ser colocada  firmemente nas mãos de Bergoglioístas .
Na quinta-feira , Maurizio Gasparri , da centro-direita e vice-presidente do Senado italiano , disse que a variável crítica no debate iminente será como católicos vão reagir nas principais coligações.

Para o resto do mundo , no entanto , a questão mais intrigante é  : Como irá reagir Francisco ?




John L. Allen Jr , NCR Today , 3 de Janeiro de 2014
 

Católicos de BH são agredidos por seguidores do herege Frei Claudio Van Balen

DEPOIMENTO  DE GUSTAVO HENRIQUE SOBRE O OCORRIDO NA PARÓQUIA DO CARMO DE BH NO DIA 01/01/2014

Ontem,... no dia 01 de janeiro de 2014, dia de Santa Mãe de Deus, às 19:30h dois Leigos Carmelitas foram agredidos dentro da Igreja de Nossa Senhora do Carmo em Belo Horizonte a mando do Frei Claudio Van Balen.

Ao chegar para a Missa de Santa Mãe de Deus, a senhora que é da Ordem Terceira do Carmo (Leiga Carmelita) percebeu que a celebração seria presidida pelo Frei Claudio, (ele não tem costume de celebrar nesse horário), e se aproximou dele para entender toda a situação e conversar com o Frei Claudio sobre o ocorrido. Na presença testemunhal do sacristão da Igreja, Lucas Braga, o Frei Claudio agrediu verbalmente a Terceira Carmelita com palavras de baixo calão e completou: "O meu povo é muito mais forte que você mulher e eu vou mandar eles te lincharem!"
E minutos depois uma turba de pessoas se aglomeraram em torno de uma senhora de quase 60 anos, com problemas cardíacos sérios e irmã carmelita e a jogaram no chão, bateram, pisotearam e por fim uma senhora disse para os que imobilizavam: "Agora todos nós vamos pisotear até a morte". Ela desmaiou por alguns instantes.

Os agressores foram impedidos por 3 pessoas que presenciaram os fatos e conseguiram resgatar esta senhora.

A Leiga Carmelita telefonou para o 190 e para seu filho que também é leigo da Ordem Carmelita e quando este chegou na Paróquia Nossa Senhora do Carmo, foi recebido por um homem que alegou que o filho da senhora estava os filmando pelo simples fato de estar com o celular nas mãos (mesmo que estivesse, a Igreja é publica e acontecia um culto público que qualquer cidadão pode registrar em fotos ou vídeos).

Porém este homem violentamente torceu os braços do jovem Carmelita o imobilizando e o jogando no chão, na sacristia da Igreja Nossa Senhora do Carmo, e outras muitas pessoas se juntaram a este homem e diante da mãe deste jovem, começaram a agredi-lo violentamente com chutes, pontapés sobre a cabeça deste jovem, tapas e até mordidas. O principal agressor tomou o celular do jovem carmelita e lhe arrancou o óculos, o quebrando e entregando para os outros esbravejando que era para todos "talharem ele até ele sangrar a ultima gota".

Neste momento a polícia que já estava no local desde o primeiro fato escutou toda a gritaria e adentrou as dependencias do Convento e Igreja do Carmo, pegando EM FLAGRANTE a agressão covarde contra esse jovem e ainda ouvindo o que o principal agressor dizia: "Vamos jogar pela escada e matar de uma vez".

A Polícia registrou o flagrante e as duas vítimas (mãe e filho) foram encaminhados à unidade de saúde para o atendimento médico, pois foram violentamente agredidos com lesões aparentes.

Será Arquidiocese de Belo Horizonte e Dom João Justino, que vai ser preciso que a Igreja de Belo Horizonte faça MÁRTIRES em pleno século XXI por um problema que a Arquidiocese já poderia ter resolvido?
Será que a Arquidiocese terá que ser lavada com sangue católico primeiro para resolver isto? O pároco, Frei Evaldo também já foi ameaçado de morte por estas mesmas pessoas agressoras em julho de 2013.

É um Frade que além de apostata e herege, caluniador e como vimos, suspeito até de mandante de homicídio é que causou tudo isso.

O que me levou a crer, que o principal motivo da agressão mandada pelo Frei Claudio Van Balen contra os dois, deve-se principalmente porque a senhora carmelita agredida, dias antes em conversa com os outros dois frades que ali residem, Frei Antônio Bento O.Carm e Frei Evaldo Xavier Gomes O.Carm, soube através dos dois que no mês de dezembro ultimo, encontraram enterrado no Jardim do Convento e Igreja do Carmo um caixão. Uma urna funerária.

Agora teremos além de tudo um processo civil, mas e o eclesiástico, o que a Igreja vai fazer diante disso? Deixar que criminosos continuem nos altares?

Deixo meu total repúdio e indignação.
Espero uma posição da Igreja Católica.

Abaixo links de dois vídeos gravados no Pronto Atendimento com depoimentos dos dois agredidos e fotos das lesões causadas.

https://www.facebook.com/photo.php?v=230719957101730&set=vb.100004911822499&type=3

https://www.facebook.com/photo.php?v=230720960434963&set=vb.100004911822499&type=3

domingo, 29 de dezembro de 2013

A política Vaticana com o Comunismo do MST : omitir-se ou resistir ?

Dr Plínio Correa de Oliveira nos esclarece que posição tomar ante as últimas situações ocorridas em Roma  onde se promoveu um congresso "científico" que reuniu organismos sociais de cunho marxista-comunista para discutir a questão da exclusão , congresso que contou com terroristas e líderes comunistas como João Pedro Stédile do MST que tem espalhado o terror revolucionário no campo brasileiro há décadas:

"A diplomacia de distensão do Vaticano com os governos comunistas cria, entretanto, para os católicos anticomunistas, uma situação que os afeta a fundo, muito menos enquanto anticomunistas do que enquanto católicos. Pois a todo momento se lhes pode fazer uma objeção supremamente embaraçosa: a ação anticomunista que efetuam não conduz a um resultado precisamente oposto ao desejado pelo Vigário de Jesus Cristo? E como se pode compreender um católico coerente, cuja atuação ruma em direção oposta à do Pastor dos Pastores? Tal pergunta traz como conseqüência, para todos os católicos anticomunistas, uma alternativa: cessar a luta, ou explicar sua posição.

Cessar a luta, não o podemos. E é por imperativo de nossa consciência de católicos que não o podemos. Pois se é dever de todo católico promover o bem e combater o mal, nossa consciência nos impõe que defendamos a doutrina tradicional da Igreja, e combatamos a doutrina comunista.
 

O mundo contemporâneo ressoa por toda parte com as palavras "liberdade de consciência". São elas pronunciadas em todo o Ocidente, e até nas masmorras da Rússia... ou de Cuba. Muitas vezes essa expressão, de tão usada, toma até significados abusivos. Mas no que ela tem de mais legítimo e sagrado se inscreve o direito do católico, de agir na vida religiosa, como na vida cívica, segundo os ditames de sua consciência.
Sentir-nos-íamos mais agrilhoados na Igreja do que o era Soljenitsin na Rússia soviética, se não pudéssemos agir em consonância com os documentos dos grandes Pontífices que ilustraram a Cristandade com sua doutrina.
A Igreja não é, a Igreja nunca foi, a Igreja jamais será tal cárcere para as consciências. O vínculo da obediência ao Sucessor de Pedro, que jamais romperemos, que amamos com o mais profundo de nossa alma, ao qual tributamos o melhor de nosso amor, esse vínculo nós o osculamos no momento mesmo em que, triturados pela dor, afirmamos a nossa posição. E de joelhos, fitando com veneração a figura de S.S. o Papa Paulo VI, nós lhe manifestamos toda a nossa fidelidade.
Neste ato filial, dizemos ao Pastor dos Pastores: Nossa alma é Vossa, nossa vida é Vossa. Mandai-nos o que quiserdes. Só não nos mandeis que cruzemos os braços diante do lobo vermelho que investe. A isto nossa consciência se opõe." http://www.pliniocorreadeoliveira.info/MAN%20-%201974-04-08_Resistencia.htm

terça-feira, 10 de dezembro de 2013

Resumo da palestra de Roberto de Mattei sobre o Concílio Vaticano II em 8 de dezembro de 2013 no Rio de Janeiro.






Eu estive na palestra do renomado historiador Roberto de Mattei autor de uma célebre obra sobre o Concílio Vaticano II, obra que abre perspectivas importantes pra o entendimento do mesmo e da crise da Igreja da qual tanto se fala e pouco se entende.
Durante a mesma fiz diversas anotações que quero compartilhar com os leitores do blog. Algumas são palavras de De Mattei, outras são leituras minhas do que ele disse. Em parênteses destacarei as palavras dele e fora deles as minhas observações.
1  1-      No CV II o “pastoral” se torna princípio anterior ao dogma. Nos outros concílios a pastoralidade não precisava ser afirmada pois estava lá espontaneamente. No CV II a pastoralidade toma forma no estilo narrativo que não impõe sentenças obrigatórias. O estilo novo de linguagem implica num novo conteúdo.
2-      As omissões do CV II são graves : do que não se fala dá a impressão de que não existe : não falar do inferno não é heresia mas leva a perda da noção de perdição eterna em razão da ausência de seu ensino.Isso levará nos anos seguintes ao CV II a uma ênfase excessiva na “misericórdia” e a perda da idéia de responsabilidade e pecado.
3  3-      O CV II ignorou o horror comunista , mas por quê? Até o CV II a Igreja tinha se manifestado contra o comunismo. Em 62 a crise em Cuba tinha confirmado o perigo comunista. O CV II era o lugar de abrir um processo cultural contra o comunismo expondo sua barbárie ao mundo. Mas no início da década de 60 pairava um clima de otimismo graças a recuperação econômica e demográfica da Europa e a distensão nas relações EUA-URSS. Muitos acreditavam ( inclusive no interior do clero) que o comunismo era a ponta de lança da modernidade – logo criam que tanto a Igreja, quanto o comunismo poderiam se tornar melhores se houvesse uma aproximação entre ambos. Imagina-se que o comunismo iria durar séculos e que o melhor que a Igreja tinha a fazer era tentar humanizá-lo.
4   4-      Segundo De Mattei nesse contexto “encontraram-se documentos pessoais de Paulo VI ( na época ainda cardeal) confirmando o Pacto de Metz”. O Cardeal Montini foi o principal articulador dessa estratégia de aproximação catolicismo-comunismo.
5   5-      O CV II pode ser entendido então como arena de uma conspiração comunista na Igreja.
6  6-      A Gaudium et Spes foi uma revolução nas relações igreja-mundo: A GS calou-se sobre o comunismo instaurando um sentimento de simpatia da Igreja pelo mundo.
7   7-      A Ostpolitik Vaticana acreditava que o comunismo era a expressão do anseio de justiça da humanidade.
8   8-      “O que eu faço neste livro é ser a voz dos vencidos, a voz da tradição, que é uma voz profética”.
9   9-      “O CV II são os estados gerais dentro da Igreja o princípio da revolução na Igreja”,  diria Plínio Côrrea de Oliveira.
1  10-   “No plano histórico os documentos não são tudo – quase ninguém sabe os textos da revolução francesa mas conhecem a guilhotina e conhecendo-a entendem o caráter histórico da revolução”.
1   11-   “O CV II foi o fim do espírito militante na Igreja”.
1   12-   “Na época ariana os fiéis leigos testemunharam mais a fé que os Bispos”.
1   13-   “Ninguém pode nos tirar a palavra quando está em jogo o bem da Igreja”.
1   14-   “Para nós o modelo é a virgem que guardou sozinha a fé naquele sábado depois da paixão”.
1   15-   “A Tradição é a regula fidei da Igreja...a Tradição é a norma divina na História”.
1   16-   “Não existe hermenêutica da continuidade em Bento XVI ( no tocante a liturgia) pois a missa nova é uma descontinuidade em face da liturgia tradicional da Igreja.”
1   17-   “Em relação a renúncia de Bento XVI chamo a atenção ao último discurso dele que é uma referência total ao CV II é uma confissão do fracasso de sua tentativa de levar a cabo a hermenêutica da continuidade”.
1   18-   “O CV II não é o texto apenas mas a realidade fática ( incluído aí o dito “concílio virutal” referido por Bento XVI mas que nada mais é que a expressão das forças progressistas que operaram dentro dele e que foram amplificadas pelo mass media) ...Bento XVI abdicou por conta do fracasso de sua hermenêutica da continuidade”.
1   19-   “Papa Francisco vai além da hermenêutica- para ele é importante realizar o CV II”.
2  20-   “Papa Francisco é envolto em mistério...o que houve no conclave?  Tem –se a impressão de algo estranho dentro do Conclave...Francisco é um prático- para entender isso é preciso ler o que Plínio C. de Oliveira escreveu sobre a 4 revolução na Igreja”.  
2   21-   “O que mais me chamou a atenção na exortação última do Papa foi a repetição da frase de João XXIII na abertura do CV II sobre os profetas da desgraça ...na época se entendia isso pois havia um clima de otimismo decorrente da recuperação econômica do pós segunda guerra, mas hoje num tempo de ruína e caos essa repetição parece uma provocação...Francisco encarna a filosofia da práxis: ele não parecer ser um homem de princípios , é verdade que não tem um programa ideológico...mas nós devemos ser homens de princípios pois deles derivam as condutas...porém é necessário dizer que se as idéias tem conseqüências, os fatos podem também produzir idéias...assumir a práxis é já assumir uma idéia pois ela tem impactos e pode mudar a visão das coisas”
2   22-   “São três os inimigos da Igreja: O islã na Europa, o relativismo cultural pois destrói a defesa do ocidente e abre caminho para o Islã e o modernismo do clero – isso quebra a força doutrinária da Igreja”.
2   23-   “As idéias tem um lógica férrea...e as idéias expressas na Sacrosanctum Concilium( como por exemplo o direito das conferências episcopais modificarem a liturgia ) vão acabar tendo efeitos desastrosos”.