sábado, 29 de junho de 2013

Homossexualismo é desordem emocional e tem cura

A PALAVRA DE UM EXPERIENTE ESPECIALISTA
 
 
O Dr. Gerard van den Aardweg, psiquiatra e Ph.D. em Psicologia pela Universidade de Amsterdam (Holanda)  tem mais de trinta e sete anos de trabalho com homossexuais. Exerceu a psicoterapia desde 1963 na Holanda, especializando-se na homossexualidade. Entre as suas diversas obras, está o livro ja citado “A Batalha pela Normalidade Sexual” (Editora Santuário, 2000), para ajudar às pessoas que sofrem problemas de sexualidade. É uma obra científica, bem documentada, e divide-se em duas partes: O conceito de homossexualidade e Recursos terapêuticos.
Dr. Gerard Aardweg não é favorável à tese de que o homossexualidade seja devido a fatores biológicos, genéticos e hereditários.  Ele afirma:
“Se algum fator biológico fosse descoberto como estreitamente relacionado com a homossexualidade, isso não seria argumento em favor da sua normalidade. Nem seria necessariamente uma causa direta... Entretanto, ainda é um grande “se”. As evidências todas no campo biológico mostram uma causalidade não fisiológica, não biológica” (pp. 23s).
Ele julga que a homossexualidade tem sua explicação em falhas da educação por parte de pai ou mãe como também no relacionamento com colegas e companheiro(a)s de infância ou adolescência. Eis o que escreve às pp. 35s:
“Muitos homossexuais, por exemplo, tiveram uma mãe superprotetora, ansiosa, preocupada, ou dominadora, ou que os admirou ou mimou excessivamente. Seu filho era “o bom menino”, “o menino obediente”, “o menino bem-comportado”, e muitas vezes um menino psicologicamente retardado em seu desenvolvimento, sempre visto como “um bebê” por um período excessivamente longo. E o futuro homossexual masculino em parte permaneceu esse filhinho da mamãe. Porém, uma mãe dominadora, que vê em seu filho um “homem de fato” e quer torná-lo um homem, não há de produzir um “efeminado”. O mesmo se aplica à relação pai-filha.
Em suma, o estudo da homossexualidade revela a importância de os pais terem noções e hábitos sadios com relação à masculinidade e à feminilidade. Na maior parte dos casos, entretanto, é a combinação de atitudes de ambos os pais que prepara o terreno para um desenvolvimento homossexual”.
O Dr. Aardweg julga que em certa porcentagem é possível a plena mudança do paciente. Para tanto propõe os seguintes recursos:
 “Uma ajuda importante é ver como são infantis esses contatos homo-eróticos – na realidade ou na fantasia. Procure perceber em tais anseios que você não é uma pessoa madura, responsável, mas uma criança que quer mimar-se a si mesma, ter afeição e prazer sensual para si mesma. Compreenda que isso não é amor real, mas a busca de si, em que o parceiro é mais objeto de prazer do que uma pessoa” (pp. 125s).
 
“O homossexual deve atingir uma plena decisão da vontade: não deve deixar nenhum espaço a nenhum desses impulsos homossexuais. Ele deve crescer gradativamente nesta decisão... Na grande maioria dos casos em que um homossexual tem boa vontade; mas tem pouco sucesso, isso é devido a uma vontade que não está completamente decidida; por essa razão, é incapaz de combater vigorosamente e estará inclinada a criticar a força de sua orientação homossexual ou as circunstâncias desses magros resultados e não o caráter incompleto de sua decisão. Depois de vários dias de relativo sucesso e recaídas periódicas em fantasia homossexual, um homossexual masculino descobriu que nunca desejara plena e realmente ficar livre de seu prazer. “Agora é claro para mim por que tinha sido tão difícil. Quisera a minha mudança, certamente, mas não cem por cento”. A primeira batalha por isso é esforçar-se por ter uma vontade purificada. Uma vez alcançado isso, deve-se renovar esta decisão de forma regular, de modo que se torne estável, um hábito. Caso contrário, a decisão novamente se enfraquecerá” (p. 124).
 
Dr. Gerard recomenda a oração:
“O bom cristão também deve recorrer à oração. A oração pode ser a coisa mais eficiente na superação das fantasias sexuais e dos impulsos de masturbação. Isso, porém, não exclui a luta pela vontade de que falamos acima. Em primeiro lugar, porque não deve ser oração em geral, mas oração nos momentos cruciais, quando os impulsos se apresentam. Uma observação interessante que pode ser feita aqui é que muitas pessoas religiosas com complexo homossexual, embora rezem em outras horas, recusam-se a orar justamente no momento da tentação. Orar nestas circunstâncias requer um esforço da vontade. Se este for feito, e a pessoa procurar com sinceridade aplicar os métodos disponíveis, embora ainda se sinta incapaz de superar um forte ímpeto a estar com o companheiro, a masturbar-se, a tolerar sonhos acordados homo-eróticos, perceberá que uma oração honesta com a estrutura mental de um filho que se dirige ao bom Pai, não o deixará sucumbir. Quem realmente procura fazer o que pode e então sinceramente pede ajuda, experimenta-a de modo sutil, mas sem falta.
Um bom católico também poderá recorrer à Santíssima Virgem, cuja intercessão junto de Deus é particularmente eficaz em matéria de castidade, aos santos e ao anjo da guarda. Ele será internamente fortalecido pelos sacramentos da Confissão e da Eucaristia” (p. 129).
 
A voz do Dr. van den Aardweg é baseada em sérios estudos (que a ampla bibliografia indicada no livro comprova) e em longa experiência. O próprio Dr. Aardweg escreve:
“A maior parte dos que tentam praticar regularmente os métodos propostos, melhoram segundo avaliação feita após vários anos de tratamento (uma média de três a cinco anos). Seus desejos e fantasias homossexuais perdem força e desaparecem; a heterossexualidade surge ou é consideravelmente fortalecida e suas personalidades tornam-se menos problemáticas. Alguns, não todos, sofrem recaídas ocasionais (sob stress, por exemplo) em suas antigas representações homossexuais, mas, se voltam à luta, a recaída não dura muito” (p. 10).
Ao homossexual que quer viver a castidade, o Dr. Gerard  Aardweg, diz que muitos que trazem esta tendência dizem da “boca para fora” que são felizes  e que “eu me aceito como sou”, mas que na verdade são infelizes e muitos são deprimidos. Ele cita o desenhista de alta costura alemão Wolfgang Joop, homossexual, que afirmava em tom de cinismo, em uma entrevista à revista Der Spiegel: “Este é um estilo de vida que cria adição, com uma espécie de frigidez. Como não se está satisfeito, aumenta-se a dose e, em consequencia, se multiplicam as frustrações”.
Dr. Gerard recomenda em seu livro “Homossexualidade e Esperança” (Eunsa, Pamplona 1997), como um caminho de esperança que a pessoa busque a verdade sobre si mesma sem deixar-se arrastar por um derrotismo de “eu sou assim”. Nesse livro ele dá orientações:
“A idéia fica mais clara – afirma – se  consideramos que os desejos homossexuais transformam-se em  depressões que vêm da juventude: sentimentos de solidão, complexo de inferioridade sobre a identidade sexual, sentimentos de auto-dramatização. Todo o contrário da esperança”.
“É preciso dissipar toda a nuvem de fatalismo que envolve a homossexualidade: se está nos genes ou se é uma variedade a mais da sexualidade, ou de que não se pode mudar. São slogans de propaganda. Saber que não pesa sobre alguém um determinismo hereditário oferece perspectivas de esperança. A idéia de que haja fatores hereditários que simplesmente predisponham à inclinação homossexual, é puramente especulativa.
As causas estão na família: nos meninos, a conhecida relação com uma mãe super-protetora, dominante; ou com um pai psicologicamente distante, ou demasiado critico, ou pouco viril, ou que não lhe dá atenção em favor de seus irmãos. Também prejudica os filhos na identificação com seu próprio sexo o pai ou a mãe que não goste do seu próprio sexo. Além disso, o fato dos pais tratarem o menino como menina, ou vice-versa, de modo que a criança se sinta desaprovada ou não desejada como o que de fato são”.
“É muito importante também os companheiros do mesmo sexo. A maioria dos homossexuais dizem sentir-se excluídos em sua infância ou juventude, por seus companheiros, na hora de jogar ou de fazer outras atividades. É um complexo de marginalização, de não haver sido aceito. Para viver a castidade é preciso desejá-la; há que se convencer que a castidade é um ideal possível e vantajoso. Infelizmente isto não é ensinado nas escolas, e sim o contrário”.
“Evitar os contatos e os locais de encontros; lutando contra a masturbação, não cedendo às fantasias sexuais, vencendo a curiosidade na internet ou nas publicações pornográficas. Buscando ajuda e, em tempo livre, fomentando atividades boas e com boas companhias”.
“É importante que o homossexual veja o sacerdote como um pai. Em termos psicológicos, pai significa proteção, apoio, valorização, interesse; e também fortaleza, direção, quem corrige e exige. Os homossexuais, tanto homens como mulheres, precisam de uma figura de pai, que lhes faltou na juventude. Não um pai para continuar a ser um menino dependente, mas um pai que o ajude a seguir o seu caminho, a se manter na luta”.
“Outro problema dos homossexuais é sua solidão interior e social. Necessitam de uma figura paterna para perseverar em uma luta nada fácil. Precisam ser animados a serem abertos, a sair de seu eu, a não buscar interesse e atenção só para si mesmos. Precisam aprender a amar, e sair do seu egocentrismo. Isto alivia a depressão e as fantasias homossexuais”.

sexta-feira, 28 de junho de 2013

Lula admite : projeto do PT é o comunismo

Caros esse vídeo é um achado.O srº  Luis Inácio Lula da Silva , ex presidente , admite verbalmente que o projeto do PT é o comunismo e que Duda Mendonça o marqueteiro oficial do PT ajudou a maquiar a campanha petista em 2002 para não assustar o povo.

E ela ainda admite que é fruto da teologia da libertação.

Mais claro impossível.Vale a pena ver:






sexta-feira, 21 de junho de 2013

Revolução e Banditismo

Foto extraída do site Yahoo , 21 -06-2013, apontando um grupo de "manifestantes"
Como Lênin dizia : para fazer a revolução é necessário por em ação na ruas uma malta da criminosos

Essa foto diz tudo ou alguem duvida ? Está na cara que os protestos estão cheios deles !!

"Ao longo de trinta anos ou mais, a esquerda fez tudo o que podia para favorecer a ascensão do banditismo: ensinou técnicas de guerrilha urbana aos delinqüentes presos na Ilha Grande, integrou quadrilhas de criminosos no esquema do Foro de São Paulo; cultivou com devoção fiel a fantasia ideológica que desculpa o criminoso e inculpa a sociedade; promoveu líderes do narcotráfico à condição de “líderes comunitários” e “intelectuais populares”; glamurizou as drogas como meio de “libertação psicológica”; promoveu o massacre moral da polícia através da mídia, do show business e das escolas, ao ponto de tornar os policiais uma classe inibida e atemorizada, persuadida de que o cumprimento fiel das suas funções legais só lhe trará novas perseguições e punições; debilitou o senso moral dos formadores de opinião por meio de engodos acadêmicos como o multiculturalismo, o relativismo, a maliciosa exploração psicológica das frustrações raciais e sexuais das minorias; garantiu a impunidade para os delinqüentes menores de idade; promoveu por todos os meios a desmoralização do direito de propriedade; e por fim diminuiu as penas para os crimes hediondos. Sua ação no sentido de fortalecer o crime e debilitar a sociedade foi tão coerente, tão contínua e tão abrangente que ela basta para explicar a desordem e a violência atuais, para as quais ela própria fabrica, ex post facto, pretextos diversionistas destinados a agravar ainda mais o estado de coisas. O resultado desse esforço sistemático e perverso está hoje ante os olhos de todos, e ele é a maior prova de que o esquerdismo é criminoso em si, por essência e vocação.
Alcançado esse resultado, só restam ao esquema esquerdista dominante duas alternativas: ou governar em aliança com a bandidagem, tentando organizá-la como força armada paralegal e subjugando a ela o que resta do aparato policial e militar do Estado; ou dar a volta por cima, usando como pretexto a atmosfera geral de pavor, criando um Estado repressivo com a ajuda das forças militares, aparecendo como salvador da pátria e angariando o apoio maciço de uma população amedrontada, desmoralizada, disposta a aceitar todas as exigências ditatoriais em troca de uma promessa de alívio.
É cedo ainda para a liderança esquerdista optar por uma dessas vias. Por enquanto, ela pode prosseguir no entretenimento dialético de acirrar as contradições, apostando nos dois cavalos ao mesmo tempo e esperando para ver qual das alternativas será a mais vantajosa no instante temível da mutação revolucionária.
No trato com as duas forças opostas, ela tem sabido até agora conduzir com habilitade notável a manipulação perigosa do “duplo jogo duplo”, de um lado fomentando o banditismo sem lhe ceder o controle total da situação, do outro estonteando e subjugando as forças armadas por meio da bem dosada alternância de pancadas difamatórias e lisonjas sedutoras.
Por mais sofisticada que seja a brincadeira, ela não é original: é o procedimento-padrão da estratégia revolucionária desde o século XVIII.
Num ponto qualquer do processo, será preciso escolher. A experiência histórica ensina que, no fim, a aliança com os militares predomina sempre. É mais fácil utilizar as forças estatais já existentes do que organizar uma nova com elementos anárquicos, rebeldes e ilimitadamente ambiciosos. É absolutamente impossível que, entre os estrategistas do Foro de São Paulo, nenhum esteja consciente disso. O momento de trair os amigos delinqüentes e esmagá-los entre aplausos da população está chegando, como chegou para Robespierre, para Lênin, para Hitler, para Mao Dzedong e para Fidel Castro. A massa tem de ser preparada para vivenciar o advento da ditadura sangrenta como um consolo e uma libertação. O regime criminoso, como sempre aconteceu, será cimentado com o sangue dos criminosos. O socialismo não admite delinqüentes porque ele é o monopólio estatal da delinqüência.
Ainda há tempo para as forças liberais e conservadoras abortarem a gestação desse feto hediondo. Mas só o conseguirão por um ataque direto ao coração mesmo da estratégia maligna. É preciso mostrar ao povo a unidade profunda de banditismo, corrupção e revolução comunista"-Olavo de Carvalho in : http://www.olavodecarvalho.org/semana/060717dc.html

terça-feira, 18 de junho de 2013

Comunismo, esquerdas e o PT se vale da indignação popular para tocar fogo no Brasil !

É assim : toda revolução social precisa apelar para os sentimentos de justiça para ganhar fôlego.Durante o processo que levou a revolução russa em 1917 foi assim também.As políticas do Czar levavam o páis a falência econômica  e social.Em 1905 militantes de esquerda, se aproveitando desta situação péssima em que o povo russo vivia, foi para as ruas.Marcharam até o Palácio de Inverno e as tropas do Czar abriram fogo.O episódio ficou conhecido como Domingo Sangrento e virou o mote de luta contra o autoritarismo do Czar.Em 1917 depois de várias baixas durante a 1 guerra mundial a Rússia ia de mal a pior : fome no campo , miséria nas cidades.Manifestações e greves.Em fevereiro se valendo do movimento das massas - como todo boa massa aquela russa era manobrável - os revolucionarios mencheviques tomam o poder e derrubam o Czar.Eram socialistas moderados.Não quereim o socialismo para já.Mantiveram a Rússia na guerra.Em Abril, Lênin líder dos radicais bolcheviques - que queriam socialismo já - volta do exílio e começa a movimentar seus asseclas.Toma o poder nos soviets.E em outrubro de 1917 com o recem formado exército vermelho tira os mencheviques do poder , fecham a Duma e decretam a Ditadura de Partido único que não contava com nenhum líder popular.O povo não participou do golpe nem participaria do novo governo.Uma elite de revolucionarios iluminados passaria a guiar as massas.

A esquerda de hoje mudou de tática mas não de essência.Quer alcançar os mesmos objetivos por outras vias.Não se apela mais a luta da classe operária ( a não ser os fósseis comunistas que ainda usam este jargão do século 19 ) mas aos desajustados e sem lugar na sociedade: a esquerda visa reunir a escória , o lixo da sociedade  - punks  , maconheiros de plantão , gays , bissexuais , transexuais  e feministas , cheiradores de pó da zona sul do RJ  , moleques desajustados , menininhas hippies e prostitutas , revolucionarios profissionais que estudam ciencias sociais em alguma universidade que nunca trabalharam na vida, etc.Ou seja a esquerda hoje apela a todos os insatisfeitos.E a insatisfação sempre existe em algum grau nas sociedades.Viver em sociedades é viver com limites.E o homem moderno odeia limites: qualquer movimento que apele para a ultrapassagem dos limites terá portanto sucesso imediato.

A esquerda sente a necessidade de sempre explicar tudo em termos de culpados e vítimas.É O QUE ESTÁ ACONTECENDO AGORA NO BRASIL.

A Folha de São Paulo de hoje ( 18 -06-2013) traz como manchete de capa "Milhares vão a rua contra tudo". Se isso não tem um espírito de revolução socialista o que teria ? Toda revolução social pretende sempre destruir tudo e recomeçar do zero. Não dá para zerar a História.Fato é que o povo brasileiro é a fonte de sua própria ruína.Temos um povo indolente , burro , carnavalesco e devasso, que gosta de mamar nas tetas do governo.O que muita gente desse movimento quer é um governo que dê mais leite ainda. Eles estão reclamando que o leite é pouco querem mais e mais e mais.A situação social e econômica do páis é ruim ? Sim ela não é das melhores, mas a solução que se proõe a isso será ainda pior se vier a se viabilizar.Quem está nas ruas liderando protestos é o imbecil coletivo manietado pelas esquerdas nacionais e internacionais.Esses apelam para o sentimento justo de indignação do povo para tocar fogo no Brasil.Como o povo não tem organização própria quem vai liderar o processo são os revolucionários de carteirinha.Depois de tudo algum vai aparecer com uma solução mas com uma condição : a entrega do poder total em suas mãos. No fundo as organizações de esquerda pretendem tirar proveitodo movimento para aumentar O PODER DO ESTADO.Querem um estado que resolva todas as suas demandas para já. São como crianças chorosas.Não tem projeto , não tem seriedade , clareza de objetivos , senso de realidade. Só tem delírios.Você não livra um país da corrupção e do mal mudando o governo. Você muda ,mudando antes os hábitos e a mentalidade do povo. Não é o governo que tem que mudar mas o povo. De um povo moralmente corrompido nada sairá de bom. Mas como o brasileiro hoje já não suporta ver sua corrupção estampada na cara prefere fazer a dicotomia governo mal - povo bom(CULPADOS - VITIMAS A VELHA ESTRATÉGIA ESQUERDIZANTE)  prefere dizer que tudo é culpa do Estado.Ora mas esse governo está aí  por escolha do povo não é mesmo ?

Vamos então aos fatos !!

Como se explicam as recentes manifestações ? Ações espontâneas de um povo cansado ? Estratégia política do PT e das esquerdas ??

No início eu cheguei a simpatizar com o protesto contra o aumento das passagens.Eu mesmo gasto muito por mês com passagem.Lutar por uma causa concreta e limitada não tem nada a ver com revolução que pretende reorganizar toda a sociedade de uma vez.Uma luta específica era até justa.A rebelião contra leis injustas é um direito natural do homem.São Tomás de Aquino mesmo define que é um direito derrubar um tirano - um rei ou governo que abusa do poder e fere o bem comum.O mesmo se aplica a uma lei tirânica.Mas aos poucos foi ficando claro que tudo não passava de bandalha liderada pela esquerda.Tudo começou quando ficou claro que o Movimento Passe Livre que iniciou as manifestações em São Paulo era financiado pelo PT através da Lei Rouanet que repassa verbas públicas para ongs com finalidades "sociais".Os líderes do grupo que organizou as manifestações e atos de vandalismo em SP não é o mais afetado pelo aumento das passagens.São todos jovens de 18 a 30 anos , estudantes de classe média da USP.Ligados a PSOL , PCB , PCO , PSTU , anarquistas e punks conseguiram mobilizar uma massa para o centro de SP e do RJ.Entre os recrutados que lideram a coisa só temos jovens de classe média em geral desajustados.Como é o caso de Sávio Spanner do RJ pego pela PM RJ depois de quebrar a moto de um policial.Depois de repetir seguidas vezes na escola Sávio se diz preocupado com as "questões sociais".( Mas nunca se preocupou em ser um bom aluno e se formar para contribuir com o seu país e sua sociedade).Outro caso é o dos jovens J.B. de 16 anos do Colégio São Vicente no Cosme Velho no RJ e Paulo Henrique de 24 anos que faz segurança pública na UFF.Ambos foram presos e disseram que não estavam atrás de um aventura mas de uma "ideologia para viver".Os dois são de classe média e se enxergam como heróis :" tem muita gente que não tem condições de lutar então por que não lutar por mime  pleos pobres ? "[Fonte : Jornal O Globo , 13-06-2006, primeiro caderno].Eles se autointitulam como representantes dos pobres.Como todo revolucionário pretendem ter a chave para mudar o mundo.

O filósofo Olavo de Carvalho define bem o que seja essa mente revolucionária:

"Mentalidade revolucionária é o estado de espírito, permanente ou transitório, no qual um indivíduo ou grupo se crê habilitado a remoldar o conjunto da sociedade – senão a natureza humana em geral – por meio da ação política; e acredita que, como agente ou portador de um futuro melhor, está acima de todo julgamento pela humanidade presente ou passada, só tendo satisfações a prestar ao “tribunal da História”. Mas o tribunal da História é, por definição, a própria sociedade futura que esse indivíduo ou grupo diz representar no presente; e, como essa sociedade não pode testemunhar ou julgar senão através desse seu mesmo representante, é claro que este se torna assim não apenas o único juiz soberano de seus próprios atos, mas o juiz de toda a humanidade, passada, presente ou futura. Habilitado a acusar e condenar todas as leis, instituições, crenças, valores, costumes, ações e obras de todas as épocas sem poder ser por sua vez julgado por nenhuma delas, ele está tão acima da humanidade histórica que não é inexato chamá-lo de Super-Homem.Autoglorificação do Super-Homem, a mentalidade revolucionária é totalitária e genocida em si, independentemente dos conteúdos ideológicos de que se preencha em diferentes circunstâncias e ocasiões.Recusando-se a prestar satisfações senão a um futuro hipotético de sua própria invenção e firmemente disposto a destruir pela astúcia ou pela força todo obstáculo que se oponha à remoldagem do mundo à sua própria imagem e semelhança, o revolucionário é o inimigo máximo da espécie humana".[http://www.olavodecarvalho.org/semana/070813dc.html]

A ligação do movimento com uma rede mais ampla ficou clara a partir do momento em que  o Movimento passe livre financiado pela Lei Rouanet não aceitou fazer manifestação contra o mensalão do PT ! 

Entendamos portanto que essa patifaria toda é montada para acelarar a revolução comunista - atéia - totalitária no Brasil !http://osamigosdopresidentelula.blogspot.com.br/

 Ainda ontem o PT admitiu que já pretende usar o movimento para implantar o totalitarismo no país :

"PT pode assumir a qualquer momento o comando do movimento:

"A Direção do PT também convoca seus filiados e militantes a defenderem os movimentos sociais e suas legítimas manifestações, também cumprindo nosso papel histórico de liderar os movimentos pela construção de uma sociedade justa e igualitária, inspirada no sonho de uma sociedade socialista".

Executiva Estadual do PT-SP São Paulo, 17 de junho de 2013 - See more at: http://www.pt.org.br/noticias/view/comissaeo_executiva_do_pt_sp_divulga_nota_oficial_sobre_manifestacoes_na_ci#sthash.OSlzRDqu.dpuf
 

Em comentário recente via facebook Olavo de Carvalho deixou claro o seguinte "O governo federal usando de uma massa de punks alucinados para desestabilizar governos locais e o Parlamento - esta é uma fórmula  velha e clássica. O ódio mesmo que uma parte da população tem ao próprio governo federal pode aí ser desviado para alvos laterais que o governo quer destruir"



O vídeo mostra como funcionários da Presidenta estão sendo pagos para fazer manifestações!!

Alguns dirão : o governo vai pagar para fazerem protestos contra o governo ? Parece um coisa impossível mas se atentarmos no seguinte nem tanto.Um cenário possível é que diante de tudo isso o governo apareça querendo negociar com os manfestantes.E nesse negociação aceite realizar as demandas do movimento( entre elas a estatização do transporte público).O governo sai como herói o povo fica satisfeito e o PT dá um passo importante para o efetivo início da estatização geral da propriedade privada em nome do bem público e de fazer investimentos maciços em saúde e educação, transporte e moradia.Ou seja a equação é a seguinte : tocamos fogo no país depois oferecemos um plano salvador.Esse plano para ser executado será uma espécie de "todo poder ao povo" ou melhor ao governo para em nome do povo resolver tudo.Nessa equação sem dúvida aparecerá o fechamento do congresso nacional visto pela "opinião pública" como fonte de corrupção , altos salários , etc."Fechemos o congresso pela moralização do país" , quase já vejo gente gritando isso por aí.E daí advirá um totalitarismo do "povo" mas sob o controle das ongs e grupelhos de esquerda.Exatamente como foi na Rússia.

O tempo dirá o que virá adiante.

 
 

domingo, 16 de junho de 2013

Punks recrutados pelo PSOL para fazer arruaça no RJ !!

Jovens durante a manifestação contra o aumento da tarifa nas ruas de SP; polícia diz que PSOL recruta 'punks' para os protestos O serviço secreto da Polícia Militar afirma em relatórios sobre as manifestações contra o aumento das tarifas de transporte em São Paulo que os grupos mais violentos nem sempre agem de maneira espontânea.
Punks que partem para o quebra-quebra são arregimentados por militantes do PSOL (Partido Socialismo e Liberdade) com o objetivo de desgastar o PT do prefeito Fernando Haddad e o PSDB do governador Geraldo Alckmin, de acordo com documentos sigilosos .
Para a polícia, a forma de ação desses supostos punk é "semelhante a atos de guerrilha". Seria também uma forma que integrantes do PSOL teriam encontrado de constranger os dois governantes sem aparecer numa situação que poderia desgastar a imagem do partido, de acordo com esses relatórios.
Um dos relatórios do P2, sigla pela qual é conhecido o serviço reservado da PM, frisa que não há envolvimento do PSOL como partido, mas de militantes avulsos. A avaliação foi feita por policiais militares infiltrados.

Marlene Bergamo/Folhapress  
Está aí meu povo : a prova de que os protestos não são apenas por aumentos de passagens!


Femen : a nova organização feminista mundial a serviço do mal !!

A Femen está presente hoje em vários países com um único objetivo : a implantação da Nova Ordem Mundial impossível sem a destruição do que resta de civilização cristã no mundo ocidental !!

É verdade que a Femen foi dissolvida no Brasil ; a líder feminista do grupo aqui no Brasil diz que entre os motivos da ruptura com o movimento foi que elas planejavam que feministas pichassem os Cristo Redentor :

EXAME.com - Como aconteceu esse rompimento com o Femen da Ucrânia?
Sara Winter –
Elas têm uma postura muito ditatorial e pouco interesse em conhecer a cultura brasileira. Não prestam atenção nas nossas religiões e mandavam pedidos absurdos para nós.

EXAME.com – Quais seriam esses pedidos?
Sara –
Por exemplo, elas pediram que a gente pichasse o Cristo Redentor. A gente não ia conseguir apoio popular nenhum, só ia receber a ira da população. Havia uns absurdos assim. Elas queriam que a gente contratasse um helicóptero para poder pintar o símbolo do Femen no Cristo. É uma coisa completamente inviável e só quem não é do Brasil pensa numa possibilidade dessas.

EXAME.com – Uma das fundadoras do grupo na Ucrânia, Alexandra Shevchenko, a acusa de ter usado mal uma verba enviada pela sede para ação no Brasil. Como você se posiciona sobre isso?
Sara –
Elas mandaram um dinheiro para que fosse comprado extintor de incêndio para irmos na Sapucaí, no Carnaval, e jogar espuma de extintor nas pessoas. O grupo até tinha concordado em fazer, mas depois pensamos bem e decidimos que não dá para usar um extintor de incêndio. Não tem nem como entrar lá com um e você pode acabar machucando as pessoas. Tentamos renegociar com as meninas da Ucrânia. Mas elas viraram o demônio em pessoa. Não aceitaram e me ameaçaram. Disseram que se eu não cumprisse as ordens elas iam espalhar para a mídia que eu era ladra.

EXAME.com – E o que aconteceu com o dinheiro?
Sara –
Esse dinheiro foi usado para outro protesto. Um que aconteceu no aeroporto do Rio de Janeiro.

EXAME.com – Mas esse protesto não pareceu ter nada que exigisse mais gastos.
Sara –
Não, não teve nada assim. Só a gente no aeroporto. As meninas da Ucrânia enviaram dinheiro para o transporte das ativistas de vários lugares do Brasil para o Rio de Janeiro, mas ninguém tinha calculado outros gastos. As ativistas chegaram sem dinheiro para comer, sem coroa, sem cartaz, sem ter onde ficar. Eu não podia deixar elas sem alimentação e teve vários gastos que não estavam nos planos.

EXAME.com – O grupo não era muito grande ou rentável no país. Você tem algum emprego?
Sara –
Eu faço vários bicos como modelo fotográfica, mas naquela época elas enviaram para mim 1.200 reais como dinheiro pessoal porque elas estavam me devendo desde que voltei para o Brasil.[http://exame.abril.com.br/brasil/noticias/sara-winter-revela-porque-o-femen-nao-deu-certo-no-brasil]

Assistam o vídeo esclarecedor de Alain Sorel !!



sábado, 8 de junho de 2013

Por que o homem ama o pecado e o absurdo ??

Cortes , filósofo do conservadorismo católico.
O espírito humano tem fome de absurdo e de pecado (Donoso Cortés)
 
(Donoso Cortez - "Obras Completas: Ensaio sobre o Catolicismo" - B.A.C., Madrid, 1946, Tomo 2, p. 377)

Não foi pela beleza de sua doutrina que Nosso Senhor venceu o mundo. Se Ele não fosse senão um homem de belas doutrinas, o mundo O teria admirado por um momento, e pouco depois teria esquecido não só a doutrina, como também o homem. No início, essa doutrina tão admirável foi seguida apenas por gente do povo; os mais distintos dentre os judeus a desprezavam, e durante a vida do Mestre o gênero humano O ignorou.

Não foi por seus milagres que Nosso Senhor Jesus Cristo venceu o mundo. Entre os homens que deram testemunho d’Ele, que com seus próprios olhos O haviam visto transformar as coisas, e lhes mudar a natureza por sua mera vontade, andar sobre as águas, acalmar o mar, amainar os ventos, exercer seu império sobre a vida e sobre a morte, alguns O chamaram Deus, outros demônio, outros, enfim, prestidigitador e mágico.

Não foi porque se cumpriram em sua pessoa as antigas profecias, que Nosso Senhor Jesus Cristo venceu o mundo. A sinagoga, depositária delas, não se converteu; não se converteram os doutores que as conheciam, nem se converteram as multidões, a quem os doutores as tinham ensinado.

Não foi pela verdade que Nosso Senhor Jesus Cristo venceu o mundo. A verdade que o Cristianismo encerra, quanto ao fundo e à essência, estava no Antigo Testamento como está no Novo, porque a verdade não muda: ela é sempre una, eterna, idêntica a si mesma; eternamente presente no seio de Deus, ela foi revelada ao homem, comunicada a seu espírito e depositada na História no próprio momento em que soou no mundo a primeira palavra divina. No entanto, o Antigo Testamento, no que ele tinha de eterno e de essencial, como no que ele tinha de acessório, de local e de contingente, nos seus dogmas como nos seus ritos, permaneceu como apanágio do povo eleito, e jamais transpôs o seu âmbito.

Este mesmo povo deu muitas vezes o espetáculo de grandes prevaricações e de grandes revoltas; nós o vimos perseguir seus profetas, estrangular seus doutores, seguir a trilha dos gentios até a idolatria, fazer pactos abomináveis com os espíritos infernais, entregar-se de corpo e alma a sangrentas e horríveis superstições; e, enfim, no dia em que teve diante de si a Verdade Encarnada, negá-La, maldizê-La e crucificá-La no Calvário.

Naquele momento preciso, quando a Verdade contida nos antigos símbolos, representada pelas antigas figuras, anunciada pelos antigos profetas, atestada pelos prodígios mais assustadores, pelos milagres mais espantosos, era cravada na cruz, estando Ela pessoalmente na Terra, a dar por sua presença a razão mesma de todos esses milagres, de todos esses prodígios, a cumprir todas as palavras proféticas, a mostrar a realidade oculta sob um véu de figuras e de símbolos; naquele momento preciso o erro reinava sobre o mundo, e o havia invadido e coberto todo inteiro com suas sombras, livremente, como que sem obstáculos, com uma rapidez prodigiosa e sem socorro algum de símbolos ou de figuras, de profecias ou de milagres. Terrível lição, memorável ensinamento para aqueles que crêem na força de expansão inerente à verdade e na radical impotência do erro para se estabelecer nesta Terra por sua própria força.

Se Nosso Senhor Jesus Cristo venceu o mundo, Ele o venceu apesar de ser a Verdade, apesar de ser Aquele que os profetas, os símbolos e as figuras anunciaram; Ele o venceu apesar de seus milagres prodigiosos e da incomparável beleza de sua doutrina. Qualquer outra doutrina que não fosse a do Evangelho seria impotente para triunfar com um tal aparato de testemunhos irrecusáveis, de provas irrefutáveis e de argumentos invencíveis. Se o maometanismo conseguiu se propagar como um dilúvio em tantas regiões, na África, na Ásia, na Europa, é porque ele avançava sem todo esse fardo, e porque levava na ponta da sua espada todos os seus milagres, todos os seus argumentos e todos os seus testemunhos.

O homem prevaricador e decaído não é feito para a verdade; nem é a verdade feita para o homem neste estado de prevaricação e de queda. Entre a verdade e a razão humana, desde a prevaricação do homem, Deus colocou uma imperecível repugnância e uma invencível repulsa. A verdade tem em si mesma os títulos de sua soberania, e impõe seu jogo sem pedir permissão; ora, o homem, desde que se revoltou contra Deus, não reconhece senão sua própria soberania, e não quer admitir qualquer outra a não ser que ela solicite previamente seu sufrágio e seu consentimento. Eis porque, quando a verdade se lhe apresenta, seu primeiro movimento é negá-la; negando-a, ele afirma sua soberana independência. Se negá-la lhe é impossível, ele entra em luta com ela; combatendo-a, ele combate por sua soberania. Vencedor, ele a crucifica; vencido, ele foge; fugindo, ele imagina escapar de sua servidão; crucificando-a, ele acredita crucificar seu tirano.

Ao contrário, entre a razão humana e o absurdo existe uma afinidade secreta e um estreito parentesco. O pecado os uniu pelo vínculo de um indissolúvel desponsório. O absurdo triunfa no homem precisamente porque é destituído de qualquer direito anterior e superior à razão humana. Não tendo direitos a alegar, não pode ter pretensões, e eis por que o homem, em seu orgulho, não encontra nenhum motivo para o repudiar. Longe disso, o orgulho o leva a acolhê-lo; o absurdo, sua vontade o aceita, porque é engendrado por sua própria inteligência, a qual, por sua vez, se compraz nele, isto é, no seu próprio filho, no seu próprio verbo, testemunho vivo de seu poder criador. Criar é próprio da Divindade; criando o absurdo, o homem como que se torna Deus, e confere a si mesmo honras divinas. Contanto que ele seja Deus, que ele aja como Deus, que lhe importa o resto? Que importa a existência de um Deus da Verdade, se ele é, ele próprio, o Deus do absurdo? Não será ele, desde então, independente como Deus? Soberano como Deus? Adorando a obra de sua criação, glorificando-a, é a si mesmo que ele glorifica e adora.

Quem aspira subjugar os homens, dominar as nações, exercer algum império sobre a raça humana, não se anuncie como arauto de verdades manifestas e evidentes; e sobretudo quem possuir provas certas e inconcussas, abstenha-se de mostrá-las; jamais o mundo os reconheceria como mestres. A limpidez da evidência, longe de o persuadir, o revolta; é um jugo que ele não quer suportar. Há um caminho melhor: anunciar que se tem um argumento que põe por terra tal ou tal verdade matemática, pelo qual se demonstra que dois e dois não é igual a quatro, mas a cinco; que Deus não existe ou que o homem é Deus; que o mundo até agora viveu sob o império das mais vergonhosas superstições; que a sabedoria dos séculos não passa de mera ignorância; que toda revelação é uma impostura; que todo governo é uma tirania e toda obediência uma servidão; que o belo é feio, e o feio é a suprema beleza; que o mal é o bem, e o bem é o mal; que o demônio é Deus, e Deus o demônio; que depois desta vida não existe Céu nem inferno; que o mundo em que vivemos sempre foi e continua a ser um inferno verdadeiro, mas que o homem pode transformá-lo e o transformará, dentro em breve, num verdadeiro paraíso; que a liberdade, a igualdade e a fraternidade são dogmas incompatíveis com a superstição cristã; que o roubo é um direito imprescritível, e a propriedade é um roubo; que só existe ordem na "an-arquia", e que a verdadeira anarquia é a ordem, etc.

Prometei implantar essas contraverdades ou outras que tais, e podereis estar certos de que com esta simples promessa o mundo, tomado de admiração, fascinado por vossa ciência e penetrado de respeito por vossa sabedoria, prestará a vossas palavras ouvidos atentos.

Ide então mais longe. Tendo dado sobejas provas de bom senso ao anunciar a demonstração destas belas coisas, mostrai que desse bom senso ainda vos resta muito, abstendo-vos sempre de toda e qualquer demonstração. Como única prova de vossas afirmações e blasfêmias, repeti essas mesmas afirmações e essas mesmas blasfêmias; o mundo, não duvideis, vos levará às nuvens. Se quiserdes atingir o máximo nesta arte e tornar vosso triunfo ainda mais brilhante, fazei alardear a sinceridade que vos caracteriza, a qual vai ao ponto de apresentar a verdade nua, sem este aparelho vão de provas e argumentos, de testemunhos históricos, de prodígios e de milagres, pelo qual ordinariamente se procura enganar os homens. Nada persuadirá melhor do que vossa fé, que repousa apenas no poderio da "verdade", e de que não contais senão com ela mesma para garantir seu triunfo. Isto feito, apontai tudo aquilo que não seja vós, perguntai onde estão e quais são os vossos inimigos, e o mundo, de uma só voz, admirará e celebrará vossa magnanimidade, vossa grandeza e o brilho de vossos triunfos; ele vos proclamará digno de todo o respeito e de toda a felicidade; enfim, ele vos glorificará.

Eu não sei se existe sob o sol algo de mais vil e de mais desprezível do que o gênero humano fora das veredas católicas.

No mais fundo deste abismo, nos extremos da degradação e do aviltamento, estão as multidões desviadas pelos artífices da impiedade e curvadas sob o jugo de mestres opressores; vêm em seguida os falsos doutores que as seduziram. Examinando bem os fatos, o tirano é ainda menos degradado, menos vil, menos desprezível do que esses sofistas e essas multidões, que vão para onde ele as impele aos golpes de seu chicote sangrento; pois é em proveito da tirania que o erro trabalha, e ele conduziu sempre os povos à servidão. Os primeiros idólatras só escaparam da mão de Deus para cair nas mãos dos tiranos de Babilônia.

O paganismo antigo não fez outra coisa senão rolar de abismo em abismo, de sofista em sofista, de tirano em tirano, e para se tornar, enfim, escravo de Calígula, monstro de formas humanas, horrível, imundo, juntando aos paroxismos da loucura os apetites da besta. Quanto ao paganismo moderno, ele começou por se adorar a si mesmo na pessoa de uma prostituta, e acabou por se prostrar aos pés de Marat, o tirano cínico e sanguinário, aos pés de Robespierre, a encarnação suprema da vaidade humana e de todos os seus instintos ferozes e inexoráveis. Eis que surge um novo paganismo; ele cairá num abismo ainda mais profundo e mais obscuro; e é possível que já agora, nas cloacas onde jaz a borra da sociedade, esteja em germinação o monstro que lhe curvará a fronte; imporá sobre ele um jugo superior a tudo o que no passado se viu, quanto ao peso e à ignomínia.