sábado, 20 de abril de 2013

JMJ : folia ou celebração cristã ?

Imagens valem mais que mil palavras !!!

Cenas das JMJs anteriores que captam um pouco do espírito do evento :


Baderna , anarquia , desordem e sensualismo












  

Revolução Cultural sob proteção da Igreja



Acima: um padre e uma freira dançando em cima de barris em frente à Catedral de Cologne.
À direita: jovens mulheres em trajes brancos dançando pelo altar onde está exposto o Santíssimo Sacramento num ostensório.





  Novas devotas






Estilo Woodstock Ainda Presente na JMJ em  Sydney







A Dança da Freira com o Padre missionário



Cologne 2005, Agosto 16 - 21 – A belga Irmã Johanne Vertommen dança com o padre missionário John em dois close-ups da Jornada Mundial da Juventude 2005. 

Falta de pureza na JMJ de Toronto






Bordel "sagrado"?




Sensualidade a flor da pele em Madrid 2011.




Caro leitor tire suas conclusões !!!

quarta-feira, 17 de abril de 2013

Por que judeus estão apoiando o casamento gay ?

ADL forma bloco de organizações para o casamento gay.

Grupos judeus-sionistas formam coalizão de apoio a igualdade no casamento. 

A liga de anti difamação reuniu uma série de organizações religiosas e sionistas judaicas a qual está chamando de "ampla coligação em apoio à igualdade no casamento"; a organização anunciou essa aliança em fevereiro de 2013.

Entre os grupos de judeus que aderiram coalizão da ADL são a Conferência Central de Rabinos Americanos, as Mulheres da Reforma do Judaísmo, Hadassah - As Mulheres Organização Sionista da América, Truah: Rabinos pelos Direitos Humanos - América do Norte e Liga Feminina para o Judaísmo Conservador.

Grupos não-judeus, como a Sikh-América pela defesa legal e  o Fundo de Educação da Fundação Hindu- americana também são membros.

A ADL apresentou duas ações à Suprema Corte dos EUA para dois casos pendentes centradas em torno da questão do casamento homossexual
.

O primeiro caso desafia a constitucionalidade do projeto de lei da Califórnia a Proposição 8, que restringe o casamento a casais do sexo-oposto enquanto o segundo trata da constitucionalidade da Seção 3 do  "Defense of Marriage Act" (DOMA).

Deborah M. Lauter, diretora da ADL , afirmou que, em ambos os casos, o ADL havia reunido o que ela chamou de "coalizão incrivelmente diversa e impressionante de organizações religiosas e culturais."
 

"Defendemos que as opiniões religiosas de casamento deve ser mantido distintas de uma compreensão civil do casamento. A lei mal concebida e discriminatória de 1996 desrespeita esse princípio constitucional de longa data, codificando uma compreensão religiosa particular de casamento em lei federal ". 

 Fonte : [http://www.jpost.com/Jewish-World/Jewish-News/ADL-forms-bloc-of-organizations-for-gay-marriage].Tradução do autor do Blog.

A PERGUNTA QUE NÃO QUER CALAR É : POR QUE JUDEUS QUE COMPARTILHAM COM CRISTÃOS A VISÃO BÍBLICA DA NATUREZA DO CASAMENTO COMO UNIÃO HOMEM E MULHER ESTÃO NA LUTA PELA UNIÃO CIVIL DE GAYS ? 

 Para bem conhecer o judeu, o melhor meio é estudar o caminho seguido por ele no seio dos outros povos e no decorrer dos séculos.Os judeus sempre foram perseguidos, desde a mais ou menos dois mil anos ou seja desde a diáspora ocorrida no ano 70 DC.Foi exatamente por isso que saudaram e apoiaram alem de terem trabalhado pelas revoluções liberais modernas no século 18 - 19 pois elas lhes trariam igualdade e liberdade dando-lhes direitos de cidadania.Inicia daí sua metamorfose em "benfeitor" da humanidade", digo metamorfose por que é típico do espírito judeu interessar-se apenas por si mesmo e visar apenas aos fins de sua raça. Para que a atitude de bondade que, agora, resolveu assumir, possua uma base real, ele não se pode apegar à antiga frase bíblica, segundo a qual a esquerda não deve saber o que a direita dá, tem que adotar, quer queira quer não, a prática de propagar por toda parte o quanto sente os sofrimentos da humanidade e que sacrifícios faz pessoalmente em beneficio desta.

O judeu fica de repente liberal, começando a sonhar com a necessidade do progresso humano. Pouco a pouco, transforma-se no arauto de uma nova época.Para consolidar sua posição política, tenta destruir as barreiras raciais e de cidadania, que mais do que tudo o embaraçam a cada passo. Para atingir tal fim, luta, com sua resistência típica, pela tolerância religiosa, encontrando na Maçonaria, que caiu inteiramente em seu poder, um excelente instrumento para o combate e para a realização de suas aspirações. Os círculos governamentais, assim como as camadas superiores da burguesia política e econômica, caem em suas armadilhas, guiados por fios maçônicos, mal se apercebendo disso.

Os judeus sempre se envolveram na luta por maior igualdade ou liberdade pois isso lhes traria maior espaço de ação cultural e por efeito maior poder político e econômico.

 A luta atual de grupos judaicos pelo casamento gay no plano civil atende a variados fins entre os quais :

A) ENFRAQUECER A CIVILIZAÇÃO OCIDENTAL DESTRUINDO-LHE A BASE RELIGIOSA CRISTÃ, INSTAURANDO NELA UMA VERDADEIRA ANARQUIA DE COSTUMES.

B) AFETAR A DEMOGRAFIA DO OCIDENTE QUE ABALADA POR ARRANJOS ANTINATURAIS ENTRE AS PESSOAS ( COMO O CASAMENTO GAY QUE NÃO É PRODUTIVO EM TERMOS DE GERAÇÃO DE PROLE) ABRIRÁ ESPAÇO PARA SEU ENFRAQUECIMENTO COMO SOCIEDADE.

C) DESTRUIR A NOÇÃO DE FAMÍLIA NATURAL BASE DA PROPRIEDADE PRIVADA E DA TRANSMISSÃO DE PATRIMÔNIO ABRINDO TERRENO PARA A DOMINAÇÃO POLÍTICA OU CULTURAL DAS FAMÍLIAS JUDIAS.

A anarquia moral dá aos judeus uma grande vantagem pois faz parecerem os arautos da salvação em meio a uma sociedade em ruínas já que embora defendam estas medidas para a sociedade civil jamais as defendem para dentro de suas comunidades raciais ou religiosas.Como na era medieval e moderna quando os comerciantes judeus trapaceavam com os cristãos nas taxas e juros mas eram honestíssimos para os de dentro da comunidade.Desde então os judeus praticam essa dupla moral com o fim obter ganhos para si.

A redução da demografia dos países ocidentais expõe suas economias que ficam a cada dia mais vulneráveis e necessitadas dos auxílios da rede bancária internacional nas mãos de grandes famílias judias  ( morgan , rockfeller , rotschild , etc.).

Sem uma clara e vigorosa cultura familiar o ocidente cristão se desorganizará e uma era de controle judeu sobre o ocidente virá , controle esse possibilitado pelo fato de que as famílias judias serão fortemente preservadas da invasão da ideologia de gênero e consequente da influência do gayzismo , lesbianismo , transexualismo.Sem uma família natural onde o casal gera prole não há caldo de cultura para o estímulo a poupança , ao investimento e aos negócios que são em última instância motivados pelo desejo de assegurar continuidade familiar , segurança e patrimônio para os descendentes.Instaurar o casamento civil gay é instaurar como princípio de conduta a busca de prazer sexual acima de tudo jogando fora a noção de dever moral que funda a família natural.Casais gays são comprovadamente instáveis e dificilmente formam unidades que persistem no tempo tornando assim inviável a constituição de famílias fortes e produtivas.Mesmo que se admitisse a adoção de crianças por gays faltaria nessa relação o sentimento natural de filiação e paternidade o que tornaria frágil tais "famílias" ; isso no fim das contas impossibilitaria a perpetuação da sociedade ocidental e de sua tradição cristã naquilo que ainda resta de pé.



 

sábado, 6 de abril de 2013

A Rede conspiratória liderada por Dom Helder durante o Concílio Vaticano II

Dom Helder líder da sociedade secreta "Igreja dos pobres" criada com o fim de comunistizar a Igreja Católica
O renomado historiador Roberto de Mattei , autor de “Concílio Vaticano II , uma história nunca escrita” traz informações importantes sobre um rede conspiratória que trabalhou pela eleição do Cardeal Montini ao Papado.
Essa rede tinha como meta tornar Montini Papa da Igreja para controlá-la por dentro pondo – a
a serviço da revolução e da modernidade.
Isso ficou claro na medida em que desde o começo do CV II a ala modernista dos bispos francos  - alemãos( nessa ala inclua-se a ala belga – holandesa) buscaram frustrar os planos da cúria romana de controle dos temas e dos conteúdos  que seriam discutidos no Concílio.
Para frustrar tais planos o Cardeal Lienart , bispo de Lille , deu um golpe na primeira sessão exigindo do Cardeal Tisserant que paralisasse o processo de votação que iria decidir os membros das comissões.Lienart alegava que “é impossível votar desta maneira sem conhecer os candidatos mais qualificados” ao que Tisserant disse “ Eminência a ordem do dia não prevê debates.Estamos reunidos apenas para votar”.Insatisfeito com a resposta o bispo de Lille tomou o microfone e tentou convencer a assembleia a não votar.Os cardeais Konig , Frings e Dopfner apoiaram Lienart e conseguiram levar a assembléia a se dispersar.
O que poderia parecer um fato espontâneo ou uma inspiração do Espírito Santo a Lienart se tratou antes de uma conspiração secretamente montada no dia 13 de outubro de 1962 um dia antes do concílio começar no seminário Santa Clara , onde os cardeais Garrone e Ancel tinham preparado um texto a ser lido por Lienart para barrar os planos da cúria.
 
Ao sair da aula conciliar um bispo holandês disse “ foi nossa primeira vitória”. O concílio começou com um ato conspiratório.
 
Em conseqüência disso uma nova forma organizativa foi criada : as conferencias episcopais é que passariam a ter a responsabilidade pela condução do concílio.Isso era um golpe : não seria mais Roma e o Papa que o conduziriam mas as Igrejas nacionais.
 
Cardeal Suenens líder da ala modernista dentro do CV II e patrocinador da RCC
Isso permitiu a articulação dos bispos da ala progressista européia com a CNBB e o CELAM ambas lideradas por Dom Helder Câmara , arcebispo comunista.
O novo modelo de reunião conciliar não lembrava em nada ao Concílio Vaticano I mas sim ao Concílio de Constança do século 15 que promulgou no seu início a doutrina conciliarista não reconhecida pelos Papas justamente por seu caráter democrático com sua tese de que é o Concílio e não o Papa a autoridade suprema da Igreja.
Quem passou a controlar os trabalhos foram os teólogos nomeados como especialistas dos bispos.Eles não se limitavam a aconselhar mas redigiam os textos dos bispos.Entre esses peritos nomeados estavam os teólogos defensores da nova teologia que defendia centenas de teses antitradicionais: Rahner , Schilebeeckx, Lubac , Danielou , Congar , Haring, etc.
 
O maior inimigo desses peritos era o Santo Ofício e a Cúria Romana, fontes das condenações que pesavam sobre eles.Estes fizeram uma aliança com os bispos para demolir o papel e o poder sobretudo do Santo Ofício.Por isso afirmou Gerald Fogarty em “L’ avvio del assemblea”  : "a colaboração entre bispos e peritos permitiu arrebatar o Concílio ao controle de Ottaviani( Cardeal líder do Santo Ofício)."
Uma afirmação de Dom Marcel Lefebvre na época deixa claro o drama da situação :"os nomes dos padres De Lubac e Congar são nomes que evocam , e com bons motivos , oposição ao pensamento da Igreja e a Humani Generis de PIO XII.Como é possível que estes teólogos de espírito modernista tenham sido nomeados ?”(Tromp , Diarium , p. 815).
Para efetivar a vitória modernista na Igreja Dom Helder criou vários grupos secretos para agir nos bastidores do CV II e junto deles uma rede conspiratória para tomar o controle da Igreja através da eleição do Cardeal Montini :

"Câmara estabeleceu desde a primeira semana de trabalho uma intensa cooperação com o cardeal Suenens que , na sua correspondência , designa pelo nome cifrado de "padre Miguel".O bispo brasileiro narra que ...foi ter ...com Suenens para lhe pedir que liderasse a frente progressista , que estava a organizar discretamente um grupo , posteriormente chamado de "Ecuménico"...Suenens ter-lhe á perguntado: "toda a gente sabe que o senhor é amigo de Montini ; por que pensa em mim e não nele , para este diálogo e para a liderança do Concílio ? Ao que Dom Helder respondeu sem hesitar: " Temos reservado Montini para suceder João XXIII".”
O sacerdote belga François Houtart professor da Universidade de Lovaina reconstituiu a rede de Dom Helder :

"a rede que Dom Helder tinha estabelecido ...compreendia bispos não só da América Latina , mas também de quase todos os países Europeus ...da Bélgica , dos Países baixos , da França , da Alemanha ...E compreendia certo número de Teólogos como Schilebeeckx , Congar , Lubac e Danielou"

Dom Helder dirigia inclusive outros grupos semisecretos como o "Opus Angeli" e a "Igreja dos Pobres".
O Cardeal Suenens disse certa vez sobre Dom Helder : “ este homem  desempenhou um papel fundamental nos bastidores , embora nunca tenha tomado a palavra durante as sessões conciliares”(Suenens,”Souvenirs et espérances, p. 177)
A aliança dos bispos progressistas estava ligada ao CIDOC , aberto pelo padre Ivan Illich com o apoio financeiro do cardeal Spellman de Nova Iorque e dos judeus.Foi o CIDOC  que criou as estratégias de intervenção no Concílio utilizadas por tais bispos.
Illich escreveu em 1959 um artigo cujo título era : “ o clero em vias de extinção”.Nele afirmava que “dessem as boas vindas ao desaparecimento dos aspectos institucionais da Igreja”  augurando a redução do clero e sua secularização com a redução definitiva de poder da Igreja.
O próximo passo era dominar a Conferência Italiana de Bispos a CEI ainda muito ultramontana( ou seja muito defensora do poder do Papa e de Roma , logo de uma Igreja monárquica e com forte autoridade) .Para isso o cardeal Lercaro uniu os Padres Dossetti , jurista e canonista ao Pe Congar para criarem as estratégias para mudar a mentalidade da CEI e ou impedir sua atuação ultramontana no Concílio.O Pe. Dossetti ajudou os bispos progressistas a usar o direito canônico para barrar as iniciativas dos bispos mais conservadores e Congar forneceu-lhes assistência teológica ficando responsável por converter os bispos italianos a idéia de COLEGIALIDADE.
Sobre Congar é interessante citar as anotações de seu diário que revelam os inimigos da ala progressista e como Congar os qualificava : Monsenhor Pietro Parente assessor do Santo Ofício “o homem da condenação de Chenu ,  fascista , o monofisita” , o Pe Tromp secretário da comissão teológica " um temperamento fascista”, o futuro Cardeal Ciappi “espírito pobre e limitado , ultraprudente , ultracurial , ultrapapista”, o Cardeal Pizzardo “miserável , ultra medíocre, sem ponta de cultura , sem horizontes , sem humanidade” culpado por ter sido “um dos opositores de  Montini ( FUTURO PAPA PAULO VI ) , um daqueles que o fizeram sair de Roma”.
A frase  mais reveladora de Pe Congar é a seguinte : “A congregação dos estudos com o imbecil do Pizzardo , Staffa , Romeo é a típica concentração de cretinos...o ultramontanismo é uma realidade...os colégios , as universidades e as escola de Roma destilam-no em doses ; e a dose mais alta quase mortal é que se ministra atualmente na Lateranense ...miserável eclesiologia ultramontana...o meu trabalho desagrada-lhes pois e eles sabem-no tem como objetivo por em circulação idéias que desde há 400 anos mas sobretudo nos últimos 100 eles procuraram eliminar por todas as formas”- Congar , Diário , vol I p. 278( comentário nosso : ele se refere as idéias condenadas pelo Concílio de Trento e por PIO IX na Syllabus , Leão XIII na Libertas , PIO X na Pascendi e PIO XII na Humani Generis)
A "Igreja dos pobres" foi fundada no pacto das catacumbas feito por bispos modernistas
 
Caros fica claro por esses testemunhos insuspeitos e bem confirmados pelas fontes documentais que o CONCÍLIO VATICANO II FOI DOMINADO DESDE O INÍCIO POR UMA CONSPIRAÇÃO MODERNISTA.
 Fica claro inclusive que PAULO VI FOI ELEITO PAPA GRAÇAS A ESSA REDE DE CONSPIRADORES
E também fica claro que essa ALA PROGRESSISTA DE BISPOS E OS TEÓLOGOS LIDERES DA NOVA TEOLOGIA TINHAM  UM MESMO OBJETIVO : REDUZIR O PODER DO PAPA.
Senhores depois de fatos tão estarrecedores só resta pedir a Deus que faça seu juízo vir sobre estes inimigos da Igreja instalados dentro dela desde então.
Hoje são os ensinos destes teólogos que são ministrados nos seminários , nas paróquias , dioceses , até nas universidades romanas.
A ala modernista venceu mas não para sempre.Dia chegará em que Deus fará justiça aos verdadeiros católicos que dentro da Igreja militam contra estes mestres do erro , contra os doutores da ciência de satanás!
 
Fonte : Concílio Vaticano II , uma História Nunca Escrita. Roberto De Mattei. Editora caminhos romanos. Páginas 187 a 195.

quarta-feira, 27 de março de 2013

A paixão de Cristo e o reino da Verdade !



Caros nesta semana comemoramos a semana santa onde refletimos sobre os mistérios centrais de nossa salvação e sobre os eventos que a oportunizaram : a paixão , morte , e ressurreição de Nosso Senhor Jesus Cristo.

Cristo assume a figura do servo sofredor tipificada pelo Profeta Isaías.Em todos os profetas que foram perseguidos e mortos antes de Cristo vemos prefigurada sua paixão.


Logo importa entendermos qual foi exatamente a natureza de sua condenação a morte, da qual muito se fala mas pouco se entende.


É comum dizer que Jesus foi levado a julgamento por dois processos : um político , dirigido a Pilatos , governador romano da Judéia , onde constava a acusação de que ele tinha se feito Rei dos Judeus.Outro religioso dirigido a Caifás , sumo sacerdote e chefe do Sinédrio  naquele ano, tribunal penal religioso ligado a estrutura sacerdotal do Templo de Jerusálem.No processo religioso Cristo era acusado de se fazer o Filho de Deus.

Jesus tinha se declarado Messias e pretendia para si a dignidade real mas de um modo diferente.Reivindicar isso era um delito para a Lex Romana.

Afinal quem de fato desejaria a morte de Jesus ? O Evangelho de João sublinha a atuação da liderança do Templo e da Aristocracia e chama-os de Judeus ( Pois as lideranças na medida em que são autoridades constituídas representam o povo inteiro); Marcos em seu evangelho indica com o termo “Ochlos” que foi a massa quem quis a morte de Cristo.Ou seja autoridades e o povo queriam a morte de Jesus.Todo o povo e todas as autoridades ? Não é claro! Haviam partidários de Jesus no Sinédrio e entre o povo mas estes eram minoria.Daí podemos inferir que o povo judeu se tornou culpado da morte de Deus pelo fato de o pecado das autoridades ter sido  imputado a todo o conjunto do povo judeu.Era assim que Deus agia no AT.Quando sacerdotes e reis pecavam , todo o povo era punido.Alguns dirão que essa linguagem do AT se trata de uma metáfora, mas não é assim.A revelação sempre ensinou que o pecado do povo era sempre reflexo dos pecados de seus guias , de seus líderes.Toda sociedade é reflexo de suas autoridades que são os que dão o tom para as massas.São as elites que dirigem a sociedade e se elas estão corrompidas , corromperão os demais grupos sociais.Assim a culpa da elite judaica da época se estende a todo corpo nacional , a todos os judeus.Não a toa a Tradição Católica classifica-os como deicidas.Há que lembrar das conseqüências coletivas dos pecados individuais.Uma prova do que dizemos é o enfoque do Evangelho de São João.Quando ele foi escrito havia uma dura perseguição do Império Romano aos cristãos.Por que então João adotou um enfoque que culpabilizava sobretudo os judeus e não os romanos ? João tinha motivos para retratar Pilatos como maior culpado em face da perseguição de Roma, mas não o fez preferindo ressaltar no processo de Jesus queos judeus eram de quem falava quando disse que  “aqueles que te entregaram a mim tem maior culpa “; certamente João prefiriu ser fiel aos fatos históricos.

Embora a maior culpa fique com os judeus , Pilatos  não pode ser absolutamente desculpado pelo crime de ter condenado Deus Filho a morte na Cruz.Por quê ?

Em geral há a tendência de apresentar Pilatos como um político pragmático que não quis se envolver com o caso para não por em risco sua relação com Roma e com o Imperador Tibério.A Palestina era um problema geopolítico para o Império; era um local estratégico de ligação entre Ocidente e Oriente , área de rotas comerciais importantes , fundamental para garantir o controle e a defesa do vasto território imperial mas ao mesmo tempo foco de constantes revoltas lideradas por fanáticos que tencionavam restaurar o tempo de Davi e a pureza da religião judaica e da terra de Israel comprometida com a ocupação de um império pagão.

Pilatos interroga Jesus e nesse interrogatório faz a célebre Pergunta : “ Tu és Rei?”.da resposta dada a ela dependia o destino de Jesus.E ele responde “ sim eu o sou mas meu reino não é deste mundo”.Que pensou Pilatos de tal conceito de reino e de realeza ? Jesus liga a sua realeza a VERDADE.Jesus diz que a essência de sua realeza é o testemunho da verdade.

A questão que nasce daí é a seguinte : Pode a política assumir a verdade para a sua estrutura ? Ou deve deixar a verdade restrita ao âmbito pessoal , subjetivo e tentar assim criar a paz e a justiça só com os critérios do poder ?

Hoje em dia dada a dificuldade de se encontrar um consenso sobre a verdade cada vez mais se propõe como caminho político o relativismo e o pragmatismo.No entanto sem a verdade é possível a justiça ? Não é verdade que as grandes ditaduras totalitárias existiram graças a mentira ideológica e que só a verdade traz a libertação ?


São Tomás diz que “ a verdade está no intelecto de Deus em sentido próprio e em primeiro lugar enquanto no intelecto humano está em sentido derivado”( De veritatis , q. 1 , a. 4c).O mundo é verdadeiro na medida em que reflete Deus.O homem se torna verdadeiro quando se conforma a Deus.Deus é a medida do ser.A perdição do mundo consiste em que os homens não decifram a verdade , não reconhecem a verdade o que conduz ao domínio do útil de do cômodo , e deste modo faz do poder dos fortes o deus deste mundo.A realeza de Jesus é o reino da Verdade.


Pilatos será então ameaçado pelos Judeus “ se o soltas não és amigo de César”(Jo 19, 12).A preocupação de Pilatos com a carreira e com o poder foi mais forte que sua convicção de que Jesus era um homem justo.

O processo de Jesus revela então o drama da existência humana no mundo.

 Para entendermos isso preciso é voltarmos nosso atenção para o Mito da Caverna, do Filósofo Platão.

O Mito da Caverna, também conhecido como “Alegoria da Caverna” é uma passagem do livro “A República” do filósofo grego Platão. É mais uma alegoria do que propriamente um mito. É considerada uma das mais importantes alegorias da história da Filosofia. Através desta metáfora é possível conhecer uma importante teoria platônica: como, através do conhecimento, é possível captar a existência do mundo sensível (conhecido através dos sentidos) e do mundo inteligível (conhecido somente através da razão). O mito fala sobre prisioneiros (desde o nascimento) que vivem presos em correntes numa caverna e que passam todo tempo olhando para a parede do fundo que é iluminada pela luz gerada por uma fogueira. Nesta parede são projetadas sombras de estátuas representando pessoas, animais, plantas e objetos, mostrando cenas e situações do dia-a-dia. Os prisioneiros ficam dando nomes às imagens (sombras), analisando e julgando as situações.Imaginemos que um dos prisioneiros fosse forçado a sair das correntes para poder explorar o interior da caverna e o mundo externo. Entraria em contato com a realidade e perceberia que passou a vida toda analisando e julgando apenas imagens projetadas por estátuas. Ao sair da caverna e entrar em contato com o mundo real ficaria encantado com os seres de verdade, com a natureza, com os animais e etc. Voltaria para a caverna para passar todo conhecimento adquirido fora da caverna para seus colegas ainda presos. Porém, seria ridicularizado ao contar tudo o que viu e sentiu, pois seus colegas só conseguem acreditar na realidade que enxergam na parede iluminada da caverna. Os prisioneiros vão o chamar de louco, ameaçando-o de morte caso não pare de falar daquelas idéias consideradas absurdas.

Os seres humanos tem uma visão distorcida da realidade. No mito, os prisioneiros somos nós que enxergamos e acreditamos apenas em imagens criadas pela cultura, conceitos e informações que recebemos durante a vida. A caverna simboliza o mundo,no seu estado de desordem, mentira e pecado,  pois nos apresenta imagens que não representam a realidade. Só é possível conhecer a realidade, quando nos libertamos destas influências culturais e sociais, ou seja, quando saímos da caverna.O sol que ilumina o mundo externo é símbolo do Bem que para Platão é o Deus supremo.Este bem é a verdade que ilumina e liberta das trevas.A verdadeira realidade não é a aparência do mundo mas Deus mesmo.

Platão ao falar de um homem que se livra da caverna e volta para esclarecer seus amigos usa uma alegoria para falar de Sócrates que foi condenado a morte em Atenas por causa da filosofia ou seja de seu amor a verdade.Sócrates acusa os líderes de Atenas de não governarem segundo a verdade ; será isso o que irá motivar seu assassinato.Sócrates é um tipo de Cristo , uma prefiguração do messias que vindo  a este mundo de trevas o ilumina com a verdade.


O mesmo que se deu com Sócrates se dá com Cristo ; ele ao acusar as autoridades de seu tempo irá atrair para si a ira delas.Cristo as acusa de distorcer a lei de Deus , de hipocrisia , de exploração dos fiéis , de terem transformado o templo em covil de ladrões.

Uma tal acusação só poderia atrair para Cristo o ódio.E nela está expresso o ódio a verdade que é marca do homem desde sua queda no paraíso.O homem ao escolher a si odiou a Deus que é a verdade e se tornou filho do Pai da Mentira que é Satanás.

O processo de Jesus é a narrativa da luta entre o reino de Deus e o Reino do Diabo, entre a cidade de Deus e a cidade dos Homens , entre e Jerusalém celeste e a Babilônia , cidade que representa o orgulho e o pecado dos homens.

No fim em Pilatos venceu a interpretação prática do direito: mais importante que a verdade , para Pilatos era importante a “pacificação”.A não condenação de Jesus podia prejudicá-lo e também provocar revoltas e desordens que era preciso evitar.

Para Pilatos a paz foi mais importante que a justiça.Naquela hora Jerusalém tranqüilizou-se.Mas no decorrer da história o fato de que a paz não pode ser estabelecida contra a verdade iria manifestar-se.

Tal drama prova a ilegitimidade das tentativas atuais do clero católico , através de ecumenismos , diálogos interreligiosos e colaboração com os poderes deste mundo aceitando princípios como laicidade , separação estado – igreja , liberdade religiosa , de estabelecer uma paz civil , uma convivência pacífica entre diferentes culturas e credos , sem a verdade.Isso nos lembra o escândalo dos Encontros de Assis onde ao invés de gritar em bom e alto som que só NOSSO SENHOR JESUS CRISTO é a verdade, entregaram igrejas e templos católicos para que pagãos adorassem falsos deuses tudo com a aprovação das altas autoridades católicas.Não há paz fora da realeza de Cristo , a paz sem a verdade é calmaria momentânea , aparência de tranqüilidade.

Que a Paixão de Cristo nos faça tomar consciência da necessidade de lutar contra a Nova Ordem Mundial que quer fundir todas as religiões dentro de um ideal ecológico , pacifista e ecumênico onde a verdade que é Cristo será relegada a segundo plano.Resistamos também ao projeto de demolição da verdade dentro da Igreja onde clérigos impõem a agenda do relativismo.

Uma santa semana santa para todos!!

sexta-feira, 22 de março de 2013

Por que uma Igreja dos pobres é absurda?

Papa PIO XII em suas vestes faustosas indicando bem o poder divino do Sumo Pontificado.



















"É evidente que a fé da Igreja dos pobres é uma fé sem credo nem conteúdo.Significa simplesmente a presença reveladora de Deus nos atos libertadores"-Dom Boaventura Kloppenburg.Igreja Popular, p. 164.

Recentemente a eleição do Cardeal Bergoglio ao Papado com o nome de Papa Francisco reacendeu a discussão sobre a "Igreja dos pobres".O Pontífice reiterou que quer uma "Igreja pobre para os pobres".Como católicos aderimos de todo coração e mente ao Papa como supremo mestre da cristandade.O Papa quando ensina em termos de fé e moral , nas condições devidas , é infalível.Porém nem sempre o é quando adota esta ou aquela linha de pastoral ou de ação , sobretudo quando ela se afasta dos princípios repetidos ininterruptamente pelo Magistério.O poder do Papa é tão divino que o que um Papa ligou outro não pode desligar.E em nome disso é que nos posicionamos contra esta noção de Igreja dos pobres , dada a sua insuficiência teológica e por representar um desvio em relação a Tradição Bimilenar da fé.Nada mais absurdo que uma Igreja dos pobres.Afirmar isso é dizer que a Igreja é um partido!!

São Paulo Apostolo deixa claro que a Igreja de Cristo não é um partido :" Não há judeu nem grego; não há escravo nem livre; não há homem e mulher, porque todos sois um só em Cristo Jesus. (Gl 3, 27-28)".Logo nem pobres nem ricos mas todos igualmente membros do Corpo de Cristo.Essa á base real da caridade e fraternidade cristã.Quem pretenda falar em nome de uma Igreja dos pobres fala em referência a uma parte do corpo e não de todo o corpo.Logo o divide.

.Muitos diriam que falar de Igreja pobre e dos pobres é referência a São Francisco de Assis , mas é fato que em nenhum dos escritos franciscanos se encontram tais expressões ou categorias teológicas.Ainda que a pobreza franciscana tenha seu valor e sentido dentro da espiritualidade católica, Eric Voegelin já dizia que dentro do ideal de pobreza franciscana haviam elementos que podiam , perdendo o equílibrio , resultar em revolucão social :

"Em qualquer caso, o ideal de pobreza,juntamente com outros conselhos evangélicos, estava destinado a ser o símbolo da revolução...São Francisco alargou o nosso mundo mas a sua tónica na nova dimensão negligenciou outras dimensões. Traz a irrupção de novas forças intramundanas; não traz asíntese; a espiritualização da natureza é um naturalismo.A fórmula da vida em conformidade com Cristo é conformidade com o sofrimento de Cristo, não comCristo-rei em sua glória.São Francisco criou o símbolo do Cristo intramundano que absorve a parcela pessoal do salvador que se conforma com os humildes e sofredores. Mas o Cristo dos pobres não é o Cristo da hierarquia sacerdotal e régia, nem a cabeça do corpo místico de Cristo e da humanidade. A evocação de São Francisco desestabiliza o compromisso com o mundo, característico do período imperial ocidental e a diferenciação dos homens e oestabelecimento das duas ordens como funções do corpo místico. O mundo rompe-se quando Cristo deixa de ser acabeça do corpo diferenciado da cristandade e se torna o símbolo de uma sua parte. "-Eric Voegelin , in estudos de ideias políticas.

Uma das maiores patifarias atuais é que criaram o mito de um São Francisco de Assis como um espírito anarquista - hippie, amigo dos animais, precursor da Reforma protestante e das revoluções sociais. Um São Francisco critico da clericalização da Igreja , não muito a vontade com o poder do Papado , um filho de burgueses que adere a um ideal revolucionário.Tudo mentira , tudo farsa, patrocinada nesses últimos dias desde a eleição do Papa pelo instituto humanista Unisinos , por vaticanistas liberais , por bispos pró TL , enfim por toda a laia de demônios que hoje habitam a Igreja de Deus para espalhar nela a fumaça de satanás.

Hoje ninguém consegue nada se não for "sensível aos problemas sociais".Servir ao social, ter sensibilidade social é o mandamento de nosso tempo.Aos poucos vão lançando no lixo os dez mandamentos da Lei de Deus para por em seu lugar a liberdade , a igualdade , a luta pelos pobres , o cotismo , o coletivismo , o estatismo , o internacionalismo , o globalismo...quem não entrar na dança vira um perigoso fora da lei, um não homem , um monstro , um fascista insensível ao clamor das massas.Inclusive o que "prova" se alguem ama a Deus para a mentalidade de hoje é o "amor aos pobres".Aquilo que Dietrich Boenhoffer , teólogo luterano ,que  havia defendido um "cristianismo ateu" onde o homem fosse o centro da ação cristã , já está aí.A essência do cristianismo está sendo atacada por esse pobrismo social.O cristianismo não veio para resolver os problemas da terra mas para levar o homem para o céu.

 O politicamente correto invadiu tudo até ambinetes eclesiais católicos.Hoje católicos que vissem Jesus expulsar a chicotadas os vendilhões do templo ou maldizer os fariseus ficariam chocados.Tudo sempre é lindo , tudo é sempre rosa.Experimenta dizer que é cinza para ver ? Te massacram moralmente , te patrulham...ainda mais se você tiver fatos que comprovem que a cor é cinza.Assim fizeram com os profetas: eles anunciavam desgraças , mostravam o pecado do povo e a ira próxima de Deus, e por isso , o povo que não suportava ouvir verdades os matavam.Já os falsos profetas pintavam a situação de rosa e todos os bajulavam.Hoje os profetas da desgraça não tem mais lugar por que já não se acredita mais no pecado nem no juízo só no progresso ininterrupto da humanidade mesmo que os sinais digam o contrário.

E os sinais presentes neste novo pontificado são assustadores.O nome Francisco para o Papa já vinha sendo defendido pela ala progressista antes do conclave.Vejam que ao defender o nome do Papa defendem também um programa : "Deponho esta férula de prata: como diz Marcos, não levem para a viagem nada mais do que um bastão. Deponho este chapéu anacrônico: mais do que um pastor, ele me mostra como um sátrapa oriental". Ele se desfolha como uma cebola: do anel de zafira, da cruz de ouro maciço, dos paramentos "luxuosos que deveriam render glória a Deus e se tornam ofensa para os pobres"http://www.ihu.unisinos.br/noticias/518273-a-hora-impossivel-de-um-papa-francisco-i

Ou seja o que estão defendendo é pura e simplesmente uma Igreja Socialista !!!!

Sabemos da assistência divina ao Papa , mas sabemos também que sua santidade Francisco I pode dar um tom diferente daquele que teve o Pontificado de Bento XVI mais ocupado com a reforma liturgica e com a doutrina e também de abertura a tradição e a missa tradicional depois de décadas de imcompreensão.Bento XVI tinha claro a crise de fé e a necessidade de curar esta crise.Isso vai continuar ?

Minha preocupação é com o que virá.Dias atrás no Entre Aspas da Globo News um padre jesuíta dava graças a Deus pelo fim da era Bento XVI e por um papa simpático !

Preocupa também o que vejo vir da ala mais progressista da Igreja. Hans Kung chegou a dizer o seguinte sobre o Papa Francisco: " é também um latino-americano de mente aberta.Francisco de Assis foi a alternativa ao programa da Igreja vista e vivida como poder. Foi a antítese do maior e mais importante papa de poder da Idade Média, Inocêncio III, que encarnava a Igreja do poder: Francisco viveu e testemunhou a Igreja das pessoas simples, dos pobres, dos modestos. Eu só espero que Francisco possa realmente realizar na Igreja e na relação entre a Igreja e o mundo tudo o que certamente ele se propõe a fazer... ele não é o candidato da Cúria candidato das vozes progressistas da Igreja, incluindo os progressistas entre os cardeais alemães."

Espero que o Papa siga as diretrizes do ultimo pontificado sem ceder as exigências da ala liberal.

Porém não é o que estamos assistindo nos primeiros atos desse pontificado: ocorre uma deposição dos símbolos litúrgicos que vinham sendo resgatados por Bento XVI. O fim dos símbolos é o abandono da realidade , é a negação implícita da ontologia e a afirmação do subjetivismo e humanismo.É a redução da missa católica ao gosto e sensibilidade do homem moderno.

Para terminar fica a advertência de Dom Manuel Pestana:

"Creio que já ultrapassamos os limites do tolerável. Não é apenas a fumaça de Satanás que entrou na Igreja, por alguma fenda oculta, como lamentava o Santo Padre Paulo VI: é, transpondo triunfalmente os portões, o diabo inteiro, presente nos mais altos postos, através de seus fiéis seguidores... TUDO ISSO claramente indica que o caminho que estamos seguindo não leva a Jerusalém nem muito menos a Roma: vai direto a Sodoma e Gomorra, que já não estão muito longe."-Dom Manoel Pestana , falecido Bispo de Anápolis. 


Rezemos pelo Papa para que siga não a si mesmo nem tampouco os liberais mas a Jesus Cristo e sua Igreja.