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quinta-feira, 24 de agosto de 2017

Privatização da Casa da Moeda no Brasil e o poder sionista a espreita!






Sobre a desastrosa privatização da Casa da Moeda, passo inicial para que nosso Banco Central seja também, alguns pontos a serem considerados:

1- Casa da Moeda não é mera gráfica. Ela trabalha com heráldica e símbolos de segurança em documentos. Isso exige controle estatal para dar fé pública aos documentos e as notas. Uma empresa privada vai ser vigiada por que órgão? Como ela vai evitar que tais símbolos não sejam roubados e usados para emitir notas falsas e documentos falsos, dado que o controle externo será menor em razão de ser empresa privada, fora do controle direto do Estado?

2- A nova Casa da Moeda será uma empresa privada; se ela vai gerir a casa da Moeda ela tem existência jurídica, logo tem vontade própria e pode quebrar contrato de forma unilateral e, simplesmente, se recusar a fornecer moeda pelo preço contratado por considerar que não é mais um bom negócio. Em questão de um dia isso quebraria e pararia o país. Há várias empresas que fazem isso mesmo tendo contratado com o Estado! Lembram do caso em que as pessoas foram as agências da Caixa todas juntas para sacar o bolsa família pois achavam que ele ia acabar? Imagine uma situação onde a Casa quebra o contrato neste contexto! Os bancos ficariam sem papel moeda para garantir os depósitos. O risco público é imenso.

3- A ruptura do contrato seria julgado pela justiça mas a lide poderia se arrastar por anos. O prejuízo para o país seria enorme e imediato mas a correção da quebra de contrato seria incerta e, se viesse a se dar, tarde demais.

4- A nova casa da moeda privada vai até importar papel para fabricá-lo. Quer dizer que podíamos ser soberanos na fabricação de papel moeda mas nem isso somos. Quem vai gerar emprego fabricando papel é a Suécia. E tem quem comemore imaginando que isso vai ser bom para nossa economia e reduzir os gastos do Estado. Ora, isso vai, na verdade, aumentar os custos com fabricação de moeda: o ideal seria produzir aqui, gerar emprego e renda e baratear o preço final da produção monetária. 

5- Quem começou com a coisa de emissão privatizada de moeda pública foram os Rothschilds, banqueiros judeus que impuseram aos EUA e Inglaterra, Bancos Centrais privados a fim de que pudessem gerir o sistema financeiro mundial assegurando especulação, alavancamento e crédito ilimitado sem lastro. O passo seguinte será esse: exigir que o BC do Brasil seja privatizado. E um BC privado é péssimo pois o chefe de estado não tem muitos meios de interferir na política de juros. Os bancos que dominam os BC privados colocam suas políticas de reserva fracionada que consiste em expandir crédito sem lastro a fim de lucrar ilimitadamente; quem sai prejudicado é o povo que tem de pagar a conta com altos impostos para pagar os juros cobrados para garantir depósitos.

6- Para entender isso é simples. Os bancos alavancam seus depósitos. Vamos partir da seguinte hipótese: para cada 10 mil reais depositado os bancos emprestam 40 mil. Mas de onde tiram os 30 mil reais que restam? Do dinheiro que fica parado, de modo que se você fosse resgatar agora estes trinta mil reais que estão lá parados, o Banco vai te pedir um prazo, pois ele não tem esse dinheiro na hora. Ele vai ter estes trinta mil reais um dia, se os juros dos 10 mil forem pagos. Se não forem quem garante esse dinheiro invisível é o Banco Central que é a instituição garantidora da confiança dos depósitos. Um BC privado pode ser usado para resgatar bancos desonestos que alavancam além dos limites e que especulam, deixando pessoas sem os depósitos. Foi isso que o FED fez nos EUA em 2008 com o Goldman e Sachs. UM BC público não pode fazer isso com tanta facilidade pois ele segue leis mais estritas.

7- O Brasil está a beira de ter seu sistema financeiro capturado pelos banqueiros judeus do FED. Apoiar a privatização da Casa da Moeda é apoiar o que virá depois; a privatização do nosso BC.

8- Existe um processo em curso no ocidente em termos de finanças. A desregulação geral e privatização dos sistemas financeiros é regra desde 1990. Bancos que antes eram apenas de depósito foram liberados para especular e investir em mercados futuros nos EUA na era Clinton e Bush sob pressão do FMI e de Alan Greenspan, presidente do FED dos EUA entre 1987 a 2006. A tendência do mundo financeiro é acabar com a tradicional distinção entre bancos de depósitos e bancos de investimentos. Para isso o que tem sido feito? Reduzir o papel financeiro do estado, por exemplo, de modo que leis que antes regulavam as atividades dos bancos foram suspensas nos EUA e em vários países Europeus nos últimos anos. O Brasil agora começa a enfrentar essa onda. O passo seguinte é privatizar o BC pois aí fica mais fácil desregularizar.

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