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quinta-feira, 13 de abril de 2017

Bergoglio promove nova via sacra para limpar a barra dos judeus

 
A associação de Bergoglio a judeus como Skorka, na foto acima, é abjeta, escandalosa e ofensiva. Os judeus são inimigos arqui-seculares da Igreja Católica a quem desejam destruir.  
 
 
 
 
 
 
Já não bastassem as vias sacras escandalosas realizadas nas últimas duas JMJs - Rio 2013 e Cracóvia 2016 ( http://www.traditioninaction.org/RevolutionPhotos/A691-Stations.htm) - teremos amanhã, em Roma, mais um ato ofensivo à memória da paixão de Nosso Senhor Jesus Cristo ( http://www.acidigital.com/noticias/as-novas-estacoes-da-via-sacra-do-papa-francisco-na-sexta-feira-santa-63874/).
 
O Vaticano optou por nomear uma biblista francesa, Anne-Marie Pelletier, para organizar a via sacra deste ano. A sr. Pelletier decidiu inovar inserindo novas estações com o seguinte fito:
 
"Então, “decidi inserir a negação de Pedro e a cena em que Pilatos, consultado pelas autoridades judaicas, declara também ele que Cristo deveria ser crucificado. Para mim era muito importante querer recordar, nesta circunstância, judeus e pagãos unidos na cumplicidade da condenação à morte de Jesus”."
 
A declaração da biblista é sintomática: o objetivo é reduzir o papel e a culpa dos judeus no processo de Jesus. A finalidade é colocar no mesmo plano a culpa de pagãos e judeus. Porém não é isso que Nosso Senhor Jesus Cristo diz no seu evangelho. 
 
Os judeus podiam tê-lo reconhecido como profeta, messias e Deus mas se recusaram, por pura má vontade. Os romanos não o conheceram porque não tinham as profecias. Erraram mais por ignorância que por malícia: ainda que Pilatos soubesse que Jesus era um homem justo, aplicou a sentença mais por medo do povo que por ódio a Cristo. Bem diferente foi o caso dos Judeus que odiavam Cristo e queriam matar-lhe desde os primórdios de seu ministério. Em Nazaré, quando anunciou na Sinagoga que nele se cumpriam as profecias que Isaías tinha feito acerca do tempo de graça que seria inaugurado pelo Messias, tentaram lançá-lo de um penhasco, mas disso se livrou Jesus, fugindo em meio a confusão causada pelos Judeus. Tão grande era este ódio que se dizia que "todavia ninguém falava dele abertamente, por medo dos judeus."(João 7,13).  
 
O mesmo evangelho decreta a suprema culpabilidade dos Judeus: "Saiu, pois, Jesus fora, levando a coroa de espinhos e roupa de púrpura. E disse-lhes Pilatos: Eis aqui o homem. Vendo-o, pois, os principais dos sacerdotes e os servos, clamaram, dizendo: Crucifica-o, crucifica-o. Disse-lhes Pilatos: Tomai-o vós, e crucificai-o; porque eu nenhum crime acho nele. Responderam-lhe os judeus: Nós temos uma lei e, segundo a nossa lei, deve morrer, porque se fez Filho de Deus. E Pilatos, quando ouviu esta palavra, mais atemorizado ficou. E entrou outra vez na audiência, e disse a Jesus: De onde és tu? Mas Jesus não lhe deu resposta. Disse-lhe, pois, Pilatos: Não me falas a mim? Não sabes tu que tenho poder para te crucificar e tenho poder para te soltar? Respondeu Jesus: Nenhum poder terias contra mim, se de cima não te fosse dado; mas aquele que me entregou a ti maior pecado tem.(João 19, 5-11).
 
Sabemos bem a quem isso serve: reduzir a culpa judaica ajuda a criar uma aura de positividade sobre o povo deicida. E isso prepara o advento do Anticristo judeu (http://catolicidadetradit.blogspot.com.br/2016/01/o-anticristo-e-o-papel-dos-judeus-nos.html).
 
 Bergoglio está a trabalhar, decisivamente, para subjugar a Igreja à influência judaica o que, no fim das contas, submeterá a organização eclesiástica ao poder do falso messias hebraico quando ele se apresentar. Basta ligarmos os pontos: a ONU é uma organização inspirada num ideário judaico como já mostramos aqui ( http://catolicidadetradit.blogspot.com.br/2014_08_01_archive.html); Bergoglio vem dobrando-se à ONU ( http://catolicidadetradit.blogspot.com.br/2014/01/a-tacada-final-para-o-anticristo-onu.html), além de manter proximidade a vários rabinos de proa. Agora favorece, explicitamente uma nova via sacra que reduz a culpa dos hebreus no assassinato de Deus.
 
Quem tem olhos de ver que veja!
 
Rafael G. Queiroz.

8 comentários:

  1. Rafael, bom texto. Porém, a meu ver, não é possível fundamentar biblicamente (como você faz) a perspectiva de que os Judeus têm mais culpa do que pagãos. Sabendo que os evangelhos são uma construção que tem seu início pelo núcleo da Paixão e depois acrescida dos relatos da ressurreição e finalmente pela vida pública, ao menos Marcos e Mateus estão restritos a igreja de Jerusalém e, portanto, dialogando com os judeus restantes. O fato é que este é o horizonte bíblico da época. O que quero dizer é que a maneira como foi constituída a narrativa do evangelho não podia deixar que enfatizar a culpa dos judeus na morte de Jesus. Por isso, utilizar o texto bíblico para fundamentar este fato só tem validade se você acrescentar o contexto em que ele foi constituído. Daí sim não teremos interpretações livres do texto.

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    1. Oras, o próprio JESUS disse que a CULPA MAIOR é dos JUDEUS:
      Jesus disse a Pilatos:
      Jo 19,11: “QUEM ME ENTREGOU a ti tem pecado maior.”

      E todos sabem que quem ENTREGOU jesus a morte foi o sinédrio judaico.
      Lc 24,20: “Nossos SUMOS SACERDOTES e nossos chefes O ENTREGARAM para SER CONDENADO À MORTE e o crucificaram”

      Judeus mataram Jesus e não o império romano que matou....o texto deixa bem claro....
      Não que o império romano(besta) seja inocentado....mas quem pede a morte são os judeus.

      "Então, que farei com aquele a quem vocês chamam rei dos judeus? ", perguntou-lhes Pilatos.
      "Crucifica-o", gritaram eles.(judeus)
      "Por quê? Que crime ele cometeu? ", perguntou Pilatos. Mas eles gritavam ainda mais: "Crucifica-o!

      Não foi sem motivo que SÃO PAULO disse:

      1Ts 2,15 "AQUELES JUDEUS QUE MATARAM O SENHOR JESUS, que nos perseguiram, que não são do agrado de Deus, que são inimigos de todos os homens,"

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    2. Os romanos crucificaram JESUS a pedido dos Judeus, pois JESUS FOI MORTO segundo a lei dos judeus.

      Jo 19, 7: “Responderam-lhe OS JUDEUS: Nós temos uma lei, e segundo essa lei ELE DEVE MORRER”

      Para PILATOS Jesus não era nenhuma ameaça:
      Lc 23,4: - ” ...EU NÃO ACHO NESTE HOMEM CULPA ALGUMA”
      Inclusive tentou até solta-lo, mas se acovardou diante da pressão dos JUDEUS.

      Os próprios Judeus assumiram essa culpa para todas gerações.
      "Que o sangue dele caia sobre nós e sobre nossos filhos! " (Mateus 27, 25).

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    3. Daniel este contexto que tu citas é o lugar hermenêutico básico para entender o sentido espiritual do texto: ele indica o pecado do deicídio, pecado que cabe, sobremaneira, aos judeus. Os judeus podiam saber que Jesus era o Messias. Mas ignoraram por má fé, como Jesus mesmo indicou várias vezes. Agora se tu partes da compreensão de que o texto bíblico não é expressão da verdade das palavras de Nosso Senhor mas sim uma construção comunitária tal como pensa a exegese modernista, então não há diálogo possível pois partimos de premissas completamente opostas.

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    4. Dentro dessa visão teológica hermenêutica os judeus atuais devem ser culpabilizados ? Qual o sentido de judeu, religioso ou étnico ? Um judeu ateu como Woody Allen ou um convertido ao catolicismo como Bob Dylan são tão culpados quanto um rabi talmudista ? Isso cheira a antissemitismo com viés religioso ao invés das teorias racialistas nazis. Povo deicida, vixe. As elites judaicas da época não representavam o povo. As críticas antissionistas de direita sempre descambam para uma totalização perigosa, indo muito além do que realmente a conspiração judaico-maçônica representa.

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  2. Não? Para o mundo que eu quero descer...

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    1. Como pode usar o termo contexto para justificar que alguém que nunca esteve antes com Jesus, portanto, não o conhecia, poderia ter culpa no mesmo grau do povo judeu que o conhecia de fato, a ponto de acusarem-no de ser o falso Messias? Não tenho nada contra, nem a favor do povo judeu, mas, a meu ver, a explicação do artigo é clara e coesa, ao contrário do seu comentário que nada esclareceu.

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  3. Sugiro a todos a leitura do livro, "A assembleia que condenou nosso senhor jesus cristo" dos irmaos lemann, judeus convertidos.

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