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terça-feira, 10 de maio de 2016

O prefeito islâmico de Londres: judeus ontem, muçulmanos agora; o ocidente invadido!


Séculos atrás os judeus – estrangeiros em terra ocidental – foram, pouco a pouco, penetrando em nossa cidade por meio do influxo das novas idéias liberais que foram ganhando força e determinando a aceitação de que judeus deveriam ter os mesmos direitos do povo cristão.

Na enciclopédia de Diderot – obra fundamental do iluminismo – vemos no verbete “judeus” a seguinte afirmativa;

os judeus hoje são tolerados na França, Alemanha, Polônia, Holanda, Inglaterra...mediante tributos que pagam aos príncipes...os príncipes abriram os olhos para seus próprios interesses e trataram os judeus com mais moderação. Sentiu-se em alguns lugares do norte e do sul que não se podia dispensar o auxílio deles...a Holanda, a Inglaterra, animadas pelos mais nobres princípios, deram-lhes toda a suavidade possível, sob proteção invariável de seu governo...” ( Proust, J. Diderot et l' Encyclopédie, Paris, 1962, p. 536).

É fato conhecido que desde a era de Constantino – que dá início a Cristandade, ou seja, a uma Civilização Cristã – os judeus tiveram seus direitos reduzidos;

A vitória do trinitarismo durante o Concílio de Nicéia - que teve a participação de Constantino -fará que judeus sejam incluídos lado a lado com os hereges. O pacto entre o Imperador e a Igreja trará para a comunidade judaica uma mudança de status civil. Ocorrem  proibições de conversão ao Judaísmo tanto de cristãos quanto de pagãos; tributos especiais são exigidos dos judeus. Numa lei datada de 18 de outubro de 315 - bem antes de Nicéia -  Constantino determina que se impeça e se punam os judeus, sua liderança, etnarcas e patriarcas (maiouribus eorum et patriarchis), se depois de a lei ser promulgada ousarem apedrejar ou empregar qualquer forma de “loucura” (saxis aut aulio furoris genere) contra qualquer pessoa que escape de sua seita e se dirija a servir a Deus (qui eorum feralem fugerit sectam et ad dei cultum respexerit). Quem o fizer será queimado, junto com seus ajudantes (mox flammis dedendus est et cum omnibus suis  participibus concremandus). E acrescenta que, se alguma pessoa do povo se converter a esta seita corrompida (nefariam sectam), sofrerá junto com eles as penas correspondentes. A separação dos judeus e das mulheres não judias, forçando a endogamia e impedindo os casamentos mistos e a provável conversão de mulheres não judias ao Judaísmo, foi decretada por Constâncio, filho de Constantino, em lei de 13 de agosto de 339...Constâncio legislará, também, sobre a posse de escravos por judeus. Caso os judeus tivessem escravos, poderiam influenciá-los e convertê-los ao seu credo. O ponto central desta lei e de muitas outras similares seria impedir o proselitismo judaico. Há uma lei no Pentateuco pela qual um judeu não  podia manter outro judeu na escravidão por mais de seis anos,no denominado ano sabático. Portanto para um escravo de um judeu se converter à crença do senhor era bastante atraente. Tratava-se de um perigo para a expansão do Cristianismo.”( http://catolicidadetradit.blogspot.com.br/2014/06/cristaos-x-judeus-amizade-e-dialogo.html)

É sabido também que na Espanha Visigótica os judeus tiveram seus direitos cerceados em razão de terem apoiado sedições arianas – os reis visigodos depois de se converterem ao catolicismo romano implementaram políticas de repressão aos hereges arianos – que não professavam a fé na trindade – e isso incluiu os judeus por terem colaborado com os mesmos, como mostram diversos autores.

A situação dos judeus só começa a mudar quando as idéias das luzes se espargem pela Europa, clamando por igualdade de direitos e por direitos civis universais. Antes mesmo disso – como mostra a Enciclopédia de Diderot – os reis europeus, necessitados de financiamento para suas guerras, passaram a ver o judeu como uma ferramenta econômica para expandir crédito e arrecadar tributos já que eram grandes comerciantes e financistas. O novo contexto burguês-capitalista da Europa Moderna foi fulcral para a lenta penetração do judeu na vida da Cristandade Ocidental – se na Idade Média a terra era a riqueza fundamental, na modernidade o poder do dinheiro ganha espaço e com isso o judeu alcança uma maior integração na nova sociedade moderna; como bem mostra Sombart em sua obra sobre o papel dos judeus no capitalismo, o contributo deles para a criação de mecanismos financeiros que facilitavam as trocas monetárias foram importantíssimas, senão decisivas para a gênese do capitalismo. Se do ponto de vista econômico o judeu já fazia parte da mecânica social moderna, faltava-lhe uma integração política-social. Quem lhe garantiu isso foram a revolução americana e a francesa.

Os judeus americanos apoiaram a independência dos EUA em 1776; em 1789 na festa pública oferecida em Filadélfia para celebrar a nova constituição, havia uma mesa especial onde a comida obedecia às leis judaicas em matéria de dieta; os judeus tinham muito a celebrar com a fundação dos EUA pois a constituição dava-lhes liberdade geral de consciência e acesso a cargos políticos já que todas as provas religiosas prévias a nomeações eram retiradas; na revolução francesa a Assembléia aprovou um decreto de total emancipação dos judeus em 27 de setembro de 1791. Guetos foram eliminados em Avignon, Nice e na região do Reno. Napoleão em 1796-1798 eliminou guetos na Itália. Um novo tipo de judeu – que sempre existira nas sombras – veio a luz do dia: o judeu revolucionário.

O que vemos acontecer agora em Londres é o mesmo que, outrora, se deu com os judeus. Um muçulmano vira prefeito de Londres, consubstanciando aí, o fim de uma época e o começo de outra. Ontem, o novo prefeito islâmico de Londres disse, perante a fala de Donald Trump que, embora defenda que se barre a entrada de maometanos nos EUA, abriria uma exceção ao novo prefeito, que dispensa a exceção e que é preciso que se entenda que os valores liberais do ocidente – diríamos do falso ocidente pois o autêntico é o cristão, nascido com o Édito de Milão – não proíbem o Islão.

"Donald Trump e os que o cercam pensam que os valores liberais ocidentais são incompatíveis com o islã majoritário – Londres provou que ele está errado"( In: http://g1.globo.com/mundo/noticia/2016/05/prefeito-de-londres-seria-excecao-banimento-de-muculmanos-diz-trump.html).

O que está em curso agora é como dissemos, o fim duma época: aquela em que muçulmanos, embora presentes na Europa Ocidental, ainda não ocupavam posições de poder e prestígio, onde apesar de detentores de direitos legais – como no caso de imigrantes naturalizados cidadãos da Europa – ainda não tinham ascendido ao Estado. E, por efeito, o começo de outra, onde o muçulmano, sem deixar se tornar europeu, ascende ao poder político. A história e repete: os judeus que aos poucos viraram ferramentas econômicas para as monarquias modernas, depois ganharam direitos  através das revoluções liberais. Agora os maometanos - muitos vindos de países afroasiáticos pobres, e que viram mão de obra barata numa Europa sem filhos, em franca baixa populacional - tornam-se aos poucos economicamente fundamentais para a economia do velho mundo e depois transformam-se em sujeitos de direitos plenos. É difícil imaginar que tudo isso se trata, apenas, de uma coincidência, embora não seja possível desconsiderar os fatores histórico espontâneos que determinam a penetração do Islão na Europa - como a herança das colonizações e da descolonização. 

Perante este contexto não é a toa que Khan defenda a União Européia, organismo fundado na retórica abjeta dos direitos universais. Sem a UE não haveria base legal para a penetração muçulmana, agora, não só nos bairros franceses, ingleses, alemães, mas até no poder instituído.

A penetração muçulmana segue os mesmos passos daquela efetivada pelos judeus; a consequência dessa penetração hebréia não poderia ter sido pior para o mundo ocidental cristão como mostramos aqui: http://catolicidadetradit.blogspot.com.br/2013/04/por-que-os-judeus-estao-apoiando-o_17.html.

O poder hebreu, instalado, no cerne mesmo do atual ocidente, conspira pelo fracasso de nossa instituição familiar e consequente fracasso civilizacional.

Não nos iludamos: a penetração muçulmana não será menos pior; o efeito imediato dela será a aceleração da descristianização da Europa e do resto do Ocidente. Mais mesquitas serão construídas na Europa, mais facilidades pra naturalização serão oferecidas a muçulmanos; por efeito mais e mais elementos radicais terão acesso a Europa; certamente, não tardará o dia em que tais grupos poderão instalar, plenamente, a sharia em seus bairros, em nome do repeito a diversidade cultural.

A única saída para o combalido ocidente, nesta hora, é o nacionalismo cristão, do qual a Polônia é um exemplo a ser seguido. Um nacionalismo cristão que estimule e faça do aumento da natalidade uma política de estado, de salvação pública; sobretudo um nacionalismo que ignore as diretivas do atual Papa – que em conluio com a UE e ONU vem trabalhando pela entrada sistemática de maometanos na Europa – sobre abertura das fronteiras. Aliás é preciso que se diga que o Papa Francisco hoje é a peça fundamental para a islamização final do ocidente através de sua retórica de abertura das fronteiras. O próximo passo disso poderá ser a islamização da América Latina( http://islambr.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=1028%3A1o-conferencia-das-autoridades-islamicas-da-america-latina&catid=36%3Amanchetes&Itemid=97) Pouco importa e Sadik é um muçulmano liberal de esquerda que defende o “casamento gay”. Pouco importa sua ideologia. O que interessa mesmo é que a exemplaridade de sua eleição abre portas para que qualquer islâmico possa ocupar postos de influência decisiva no continente europeu.

Também é bom recordar que o prefeito de Londres, anos atrás, apareceu em uma manifestação junto com Sulaiman Ghani, líder muçulmano acusado de ser fundamentalista. O que talvez signifique que seu apoio ao casamento gay seja apenas uma estratégia para parecer liberal e ganhar simpatia.

Em suma, nunca como agora o ocidente esteve tão em risco. Ou nos conscientizamos disso e nos unimos em torno de um patriotismo cristão, defendendo nossas fronteiras e famílias da ameaça maometana, com base numa luta contra a noção de direitos universais do homem – a retórica da ONU que embasa a invasão de nossa civilização por elementos estranhos e cancerosos – ou nossa civilização acabará em poucas décadas.


In hoc signo vinces. Pela cruz venceremos. Unamo-nos em torno dela nesta hora de  terríveis perigos!!! 





Um comentário:

  1. Na Espanha foram os judeus que ajudaram os árabes. A solução da Europa é o nacionalismo, independente de ser cristão ou não,o ocidente precisa expulsar essa gente. O problema além de religioso, é racial também

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