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quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

Jornalistas mortos na França: o que a mídia ocidental não diz?






"E agora continuemos estas considerações a respeito da liberdade de exprimir pela palavra ou pela imprensa tudo o que se quiser. Se esta liberdade não for justamente temperada, se ultrapassar os devidos limites e medidas, desnecessário é dizer que tal liberdade não é seguramente um direito. Pois o direito é uma faculdade moral, e, como dissemos e como se não pode deixar de repetir, seria absurdo crer que esta faculdade cabe naturalmente, e sem distinção nem discernimento à verdade e à mentira, ao bem e ao mal. A verdade e o bem há o direito de os propagar no Estado com liberdade prudente, a fim de que possam aproveitar o maior número; mas as doutrinas mentirosas, que são para o espírito a peste mais fatal, assim como os vícios que corrompem o coração e os costumes, é justo que a autoridade pública empregue toda a sua solicitude para os reprimir, a fim de impedir que o mal alastre para ruína da sociedade." Libertas, carta encíclica de sua santidade o Papa Leão XIII, número 29. 

O jornalismo ocidental sempre foi,nada mais, que uma ferramenta de ataque à religião. Desde que a luta pela liberdade jornalística de ofender a fé começou, mas precisamente na França pré-revolucionária (liberdade essa defendida pela maçonaria,  arquiinimiga da cristandade), o mote central da mesma é impor, goela abaixo das massas estupidificadas, a crendice laicista e racionalista nas mentes e corações dos povos, de que sociedade boa é sociedade sem religião ou no máximo com religiões sobre o estrito controle do estado, ou seja, limitadas a existirem apenas no âmbito privado, sem influência pública alguma; seja através da diabolização da religião - sobretudo da Igreja Católica apresentada como opressiva, tirânica e imoral - seja da sua ridicularização o jornalismo atual - que de prestador de serviço a sociedade tem muito pouco - visa desmoralizar por todos os meios a crença religiosa identificando-a com morte, fanatismo e obscurantismo. Nos últimos anos, já tendo conseguido o objetivo de anular politicamente a influência da Igreja Católica, através. principalmente, da adesão das altas rodas episcopais e dos papas ao princípio da laicidade, o jornalismo ocidental volta sua verborragia contra o Islã, numa clara tentativa de criar uma guerra no Oriente Médio, possivelmente para satisfazer a necessidade da indústria da guerra ligada a Otan e EUA. Como seria ótimo para uma economia mundial em crise uma guerra não é mesmo? Diante disso fica claro por que a referência a "terrorismo", no que tange a classificação de um ataque que foi somente um ato de vingança contra piadas feitas contra o mundo muçulmano e não parte de um plano universal de dominação islâmica( que pode até existir na cabeça dos fundamentalistas do Isis e Al Qaeda mas que não tem possibilidade alguma de se efetivar neste momento). O jornalismo ocidental mais uma vez engana o público ao tratar o evento como ato de ampla repercussão, como um perigo mundial,  como se os muçulmanos tivessem, agora, meios de impor sua dominação sobre o planeta inteiro. O clima de paranóia vai ser mais uma vez espargido pelo ocidente; certamente novas leis de controle serão impostas dando ainda mais amplitude a Nova Ordem Mundial, essa sim bem avançada e muito mais perigosa que o terror islâmico. 

Como no 11 de setembro já prevemos possíveis efeitos desse 7 de janeiro de 2015:

- Aumento dos sistemas de segurança em todos os aeroportos mundiais. 
- Propostas de intervenção da ONU nos países islâmicos. 
- Políticas laicistas ampliadas para impedir que o "fanatismo religioso" destrua a civilização.
- Aumento do controle de fluxo de informações na internet. 
Etc. 

Para ficar claro a que esse jornalismo serve vai abaixo uma de suas grosseiras piadas contra a fé cristã:

Ofensa gravíssima a santíssima trindade; a mídia ocidental, contudo, apresenta os jornalistas como vítimas e mártires da liberdade de expressão. Nada disso: tais jornalistas eram apenas cúmplices da NOM e de seus objetivos de demolição moral.



O mais interessante nisso tudo é que, nesses jornais, todas as grandes religiões são ridicularizadas, menos uma:  o Judaísmo. 

Por que será? 

Coincidência? 

Pensem nisso!


 

4 comentários:

  1. Alguns exemplos de critica ao judaismo: http://p9.storage.canalblog.com/97/33/177230/84461165_o.jpg

    http://missionfalestine.files.wordpress.com/2011/11/shoah-hebdo-722x10241.jpg

    http://litinerantcitoyen.files.wordpress.com/2011/11/shoah-hebdo2-724x1024.jpg

    http://pensetouseul.e.p.f.unblog.fr/files/2013/01/recemment-mis-a-jour.jpg

    http://www.egaliteetreconciliation.fr/IMG/jpg/talmud-magique-646x913.jpg

    http://www.israel-flash.com/wp-content/uploads/2012/09/Charlie-Hebdo.jpg

    http://p8.storage.canalblog.com/80/67/177230/63901176.jpg

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    1. http://www.thejc.com/lifestyle/the-simon-round-interview/70252/the-billionaire-who-raised-money-nelson-mandela - judeus ajudaram o comunista Nelson Mandela

      http://blogs.timesofisrael.com/ashkenazi-jews-are-not-white-response-to-haaretz-article/#ixzz3LIpmEt77 - ''judeus não são brancos'' prova que judaísmo é uma raça, e não só uma religião.

      http://forward.com/articles/213776/should-jews-have-to-pay-reparations-for-slavery/?p=all - judeus devem reparar os negros pela escravidão?

      http://www.timesofisrael.com/jewish-groups-welcome-immigration-reform-proposa - grupos judaicos querem reforma na imigração

      http://www.ynetnews.com/articles/0,7340,L-4299673,00.html - rabino: islamização da europa é uma coisa boa.

      http://www.brasildefato.com.br/node/12072- em israel não aceitam imigração de negros

      marxismo é judaísmo. karl marx, lenin, trotsky e vários outros líderes comunistas eram judeus, a história não mente.

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  2. Camgp engraçado: a maioria das críticas aos judeus são de natureza política e não tanto religiosa...só vi duas religiosas proprimamente ditas e mesmo assim muito mais amenas que as feitas contra a Igreja e os islâmicos...ademais falei nesses jornais, falei da mpidia ocidental como um todo, não apenas do francês. Não seja ingênuo: o tom das críticas aos judeus são sempre muito, mas muito mais amenas.

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  3. Wolinski, cartunista assassinado hoje, era de origem judaica, tinha as ideias da revolução de 68. Pregou por meio de seus desenhos a imoralidade, a libertinagem e escarneceu das religiões.

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