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quarta-feira, 30 de julho de 2014

A contra revolução pode contar com apoio de grupos e indivíduos não católicos?

Para alguns católicos a saída para escapar do marxismo é adotar o liberalismo de Smith.


















Existe hoje uma tendência - sobretudo em certos ambientes ditos "conservadores" vinculados a influência de Olavo de Carvalho - entre certos católicos e acreditar que associar-se a liberais dos mais variados matizes pode trazer resultados positivos. Muitos, sem nenhuma cerimônia, se imiscuem em rodas liberais na esperança de opor obstáculo a escalada de esquerda no Brasil e América Latina, sem levar em conta os riscos e limites inerentes a estas associações. 

Como já tivemos oportunidade de dizer, não faz sentido que católicos se associem a tais rodas sem um anteparo organizacional que lhes dê uma base segura de ação e meios eficazes de extrair disso vantagens em prol da cristandade. Tais associações só se justificam nesse contexto e sob o título de serem provisórias e esporádicas em função de um combate a um mal maior. 

A contra-revolução é essencialmente católica. E é no bojo da fé católica que encontra sua principal força. É DISSO QUE NOS FALA PLÍNIO CORREA DE OLIVEIRA: 

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